COMPARTILHE
Curta Nossa Página no Facebook
COMPARTILHE
Curta Nossa Página no Facebook
COMPARTILHE
Curta Nossa Página no Facebook
COMPARTILHE
Curta Nossa Página no Facebook
O mês de junho de 2026 desenha um cenário de transição profunda no clima brasileiro. À medida que o outono se despede e o solstício dá as boas-vindas ao inverno, oficialmente no dia 21 de junho, às 5h24, os brasileiros viverão uma atmosfera marcada por extremos. Da estiagem que começa a castigar o interior do país à chegada de duas fortes ondas de frio polar, o mês exige atenção e capacidade de adaptação, tanto nas cidades quanto no campo.
O grande maestro das mudanças globais, o fenômeno El Niño, está prestes a ter seu início oficializado neste período. Contudo, os especialistas da Climatempo e do Canal Rural acalmam os produtores: por estar em sua fase inicial de desenvolvimento no Oceano Pacífico Equatorial, seus impactos estruturais no Brasil ainda serão bastante limitados neste primeiro momento.
Embora a média geral das temperaturas no mês prometa ficar acima do normal na porção central do país (como em Goiás, Tocantins e Mato Grosso), o frio não vai dar trégua para todos. Estão previstas duas massas de ar polar de grande intensidade ao longo do mês.
A primeira deve cruzar o país entre o fim da primeira quinzena e o início da segunda. Já a segunda onda de frio, estimada como a mais intensa de junho, coincidirá justamente com a virada para o inverno, na última semana do mês. É nessa reta final que os termômetros devem despencar para marcas abaixo dos 10°C em várias cidades do Sul, Sudeste e Centro-Oeste, trazendo um risco acentuado de geadas amplas nas áreas serranas e agrícolas.
Esse vento polar viajará tão longe que provocará o fenômeno da friagem no norte do país, derrubando as temperaturas em Rondônia, no Acre e no sul do Amazonas. No entanto, para os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e a porção sul e Zona da Mata de Minas Gerais, a manutenção de dias frios e casacos nas ruas será constante, fruto de uma combinação de ar polar com excesso de nebulosidade.
O comportamento das chuvas em junho reforça os contrastes geográficos do Brasil. No Centro-Sul e no Pantanal, o cenário é de alívio, com projeções de precipitações ligeiramente acima da média histórica. Estados como Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul devem enfrentar mais dias cinzentos e úmidos do que o habitual, dependendo diretamente do avanço das frentes frias.
Por outro lado, o Rio Grande do Sul viverá um junho de normalidade ou chuvas ligeiramente abaixo da média, afastando completamente o fantasma de junho de 2025, quando o estado registrou volumes de água até três vezes superiores ao padrão, resultando em enchentes históricas.
Enquanto o extremo norte (Roraima, Amapá e Pará) e a faixa litorânea do Nordeste mantêm suas rotinas de temporais volumosos devido aos sistemas de instabilidade tropicais, o "interiorzão" do Brasil, englobando grande parte do Sudeste e Centro-Oeste, entra em seu período clássico de estiagem. Nestas regiões, as tardes serão quentes e a umidade relativa do ar frequentemente cairá abaixo dos 30%, desenhando o típico quadro de inverno seco que exige cuidados redobrados com a hidratação e com os riscos de queimadas.
Por Redação C/ Clima Tempo e Canal Rural
COMPARTILHE
Curta Nossa Página no Facebook
COMPARTILHE
Curta Nossa Página no Facebook
COMPARTILHE
Curta Nossa Página no Facebook
COMPARTILHE
Curta Nossa Página no Facebook
COMPARTILHE
Curta Nossa Página no Facebook
COMPARTILHE
Curta Nossa Página no Facebook
![]() |
| Foto: Ascom CMP |
COMPARTILHE
Curta Nossa Página no Facebook
COMPARTILHE
Curta Nossa Página no Facebook
COMPARTILHE
Curta Nossa Página no Facebook
COMPARTILHE
Curta Nossa Página no Facebook
COMPARTILHE
Curta Nossa Página no Facebook
COMPARTILHE
Curta Nossa Página no Facebook
COMPARTILHE
Curta Nossa Página no Facebook
COMPARTILHE
Curta Nossa Página no Facebook
COMPARTILHE
Curta Nossa Página no Facebook
COMPARTILHE
Curta Nossa Página no Facebook
COMPARTILHE
Curta Nossa Página no Facebook
COMPARTILHE
Curta Nossa Página no Facebook