quarta-feira, 15 de julho de 2026

Pádua se torna epicentro da gestão regional ao sediar Assembleia do CONSPNOR

Divulgação/Cardoso Moreira


Santo Antônio de Pádua consolidou seu papel de liderança regional ao sediar, nesta semana, a Assembleia do Consórcio Público Multifinalitário do Noroeste (CONSPNOR). O evento reuniu prefeitos, vice-prefeitos e secretários municipais, transformando a cidade no principal centro de debates estratégicos para o desenvolvimento do Noroeste Fluminense.




A reunião foi além das pautas administrativas cotidianas. O encontro serviu como um espaço estratégico para o alinhamento de políticas públicas conjuntas, focadas em solucionar desafios que atravessam as fronteiras municipais, como a otimização dos serviços de saúde, a melhoria da infraestrutura viária e a busca por fontes externas de captação de recursos.

Eficiência através da união

A lógica do consórcio, reforçada durante as discussões, é a maximização da eficiência pública. Com a união de forças, os municípios conseguem compartilhar custos e expertise técnica, permitindo a execução de projetos que, de forma isolada, seriam inviáveis ou mais onerosos para os cofres municipais.

“Ao sediar esta assembleia, Pádua reforça seu compromisso com a gestão integrada. Quando os municípios caminham juntos, quem ganha é o cidadão, que passa a ter serviços mais ágeis e investimentos mais bem direcionados”, pontuou a gestão municipal durante o encontro.

Protagonismo regional

O papel de anfitriã reafirma a relevância de Santo Antônio de Pádua na articulação política da região. O clima entre os participantes foi de alinhamento e otimismo, com o fortalecimento de laços que garantem mais voz ao Noroeste Fluminense junto às esferas estadual e federal.

O resultado do encontro aponta para um futuro de cooperação mútua, onde a integração entre as administrações municipais se torna o pilar para um crescimento sustentável, moderno e focado na qualidade de vida da população de toda a região.

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Secretaria de Educação de Itaperuna capacita equipe de transporte escolar em parceria com a Guarda Civil Municipal




Com o objetivo de reforçar a segurança e o bem-estar dos estudantes da rede municipal, a Secretaria Municipal de Educação de Itaperuna promoveu, recentemente, um treinamento voltado a motoristas e monitores do transporte escolar. A iniciativa foi realizada em parceria estratégica com a Guarda Civil Municipal (GCM).

O encontro contou com a mediação de Roberto Rivelino, agente da Guarda Civil Municipal e integrante do grupamento de ronda escolar. Durante a capacitação, Rivelino apresentou o Programa Anjos da Guarda, reforçando a importância da atuação integrada entre os profissionais do transporte e as forças de segurança locais.

Foco na prevenção e vigilância

A formação buscou padronizar protocolos e sensibilizar os profissionais sobre o papel fundamental que desempenham no cotidiano dos alunos. Entre os principais tópicos abordados, destacaram-se:

Comunicação Integrada: O alinhamento entre as equipes para uma resposta mais rápida a eventuais ocorrências.

Vigilância Ativa: Técnicas de observação e monitoramento durante os trajetos, visando prevenir riscos.

Compromisso Social: O fortalecimento do transporte escolar como um ambiente seguro e acolhedor para os estudantes.

Além da parte teórica, o evento proporcionou um espaço para o compartilhamento de experiências reais vivenciadas no dia a dia das rotas, permitindo que os profissionais trocassem boas práticas de condução e atendimento. Ao término da atividade, todos os participantes foram certificados, simbolizando o compromisso com a atualização constante.
Segurança contínua

A ação integra um conjunto de estratégias da Prefeitura de Itaperuna voltadas ao fortalecimento da segurança no ambiente escolar. Segundo a Secretaria Municipal de Educação, a capacitação é um passo essencial para garantir que o trajeto de casa para a escola seja realizado com tranquilidade e responsabilidade.

A prefeitura reafirma que continuará investindo em treinamentos e parcerias para assegurar um ecossistema escolar protegido para toda a comunidade itaperunense.

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Prefeitura de Italva realiza cadastramento para mais uma etapa do Castra Pet






Na manhã desta quarta-feira (15), a Prefeitura de Italva realiza mais uma etapa do programa Castra Pet, iniciativa voltada ao controle populacional de cães e gatos e à promoção do bem-estar animal. O cadastramento acontece das 8h às 11h, no Horto Municipal.

Para participar, os tutores devem comparecer ao local levando documentos pessoais e o animal, que será submetido a uma pré-avaliação antes da confirmação da inscrição para o procedimento de castração.

A ação faz parte das políticas públicas desenvolvidas pelo município para incentivar a posse responsável, contribuir para a saúde pública e reduzir o número de animais em situação de abandono.

A Prefeitura reforça a importância da participação da população na campanha, destacando que a castração é uma medida essencial para garantir mais qualidade de vida aos animais e promover um controle populacional de forma ética e responsável.

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Pádua investe em novos tratores para elevar a qualidade dos gramados esportivos





A Secretaria Municipal de Esportes de Santo Antônio de Pádua anunciou a aquisição de dois novos equipamentos, conhecidos como "tratorzinhos", que serão utilizados na manutenção dos gramados dos campos de futebol do município. A iniciativa tem como objetivo reforçar os serviços de conservação e garantir melhores condições para a prática esportiva.

De acordo com o secretário municipal de Esportes, Renan do Tim, a aquisição faz parte do trabalho contínuo desenvolvido pela pasta para preservar a qualidade dos campos de futebol da cidade.

"Durante nossa gestão na Secretaria de Esportes já realizamos 1.500 intervenções de manutenção nos campos de futebol de Pádua, considerando que o município conta com 30 gramados em condições para a prática da modalidade. Estamos felizes com essas duas aquisições, que representam mais um investimento em benefício do futebol paduano", destacou o secretário.

Os novos equipamentos são destinados ao corte e ao acabamento da grama, contribuindo para que os campos ofereçam melhores condições de jogo, além de proporcionar mais eficiência e agilidade às equipes responsáveis pela manutenção.

Segundo a Secretaria Municipal de Esportes, a conservação dos gramados e das estruturas das arenas esportivas integra uma política permanente de valorização do esporte no município. A administração municipal destaca que investir em infraestrutura esportiva significa oferecer espaços adequados para atletas, incentivar a prática esportiva e fortalecer o esporte como instrumento de inclusão social, lazer e desenvolvimento da comunidade.

Por Redação C/ Ascom PMP

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Expo Café Varre-Sai reúne tradição, inovação e deve movimentar mais de R$ 25 milhões na cafeicultura fluminense





Entre os dias 25 e 27 de junho, Varre-Sai, conhecida como a Cidade do Café, volta a ser o principal ponto de encontro da cafeicultura fluminense com a realização da Expo Café Varre-Sai, considerada a maior feira de negócios do setor no Estado do Rio de Janeiro. A expectativa é reunir mais de cinco mil participantes entre produtores rurais, técnicos, empresas, pesquisadores, estudantes e visitantes de diferentes regiões do Rio de Janeiro, além de Minas Gerais e Espírito Santo.

Ao longo dos três dias de programação, o público terá acesso a palestras, demonstrações de tecnologias, capacitações, exposições de equipamentos, oportunidades de negócios e espaços voltados ao fortalecimento da cadeia produtiva do café. A expectativa é que o evento movimente cerca de R$ 25 milhões em negócios, consolidando sua importância para a economia regional.




Mais do que uma feira de negócios, a Expo Café retrata a transformação vivida pela cafeicultura do Alto Noroeste Fluminense nos últimos anos. Com o trabalho contínuo de assistência técnica e extensão rural desenvolvido pela Secretaria de Desenvolvimento Regional do Interior, Pesca e Agricultura Familiar (Sedipaf), por meio da Emater-Rio, produtores que tradicionalmente comercializavam café como commodity passaram a investir em técnicas de manejo, colheita seletiva, processamento e pós-colheita, elevando significativamente a qualidade da produção e conquistando espaço no mercado de cafés especiais.

Essa evolução também resultou em um importante reconhecimento para a região: a Denominação de Origem (D.O.) Alto Noroeste, selo que identifica a procedência dos cafés produzidos no território e certifica características próprias de qualidade, reforçando a identidade regional e agregando valor ao produto.

Durante o evento, a Sedipaf, por meio da Emater-Rio, participa com um espaço dedicado ao atendimento aos produtores, orientação técnica e apresentação de ações voltadas ao fortalecimento da cafeicultura fluminense.

No último dia da programação será realizado o Campeonato de Cup Tasters, competição que desafia a capacidade sensorial dos participantes por meio de provas às cegas, nas quais os competidores precisam identificar, com rapidez e precisão, diferentes perfis de cafés especiais. Os três melhores colocados serão premiados.

Para o diretor técnico da Emater-Rio, Carlos Marconi, a Expo Café consolidou-se como um dos principais eventos do agronegócio fluminense justamente por refletir a evolução da cafeicultura regional.

"A Expo Café é hoje o grande encontro da cafeicultura do Estado do Rio de Janeiro. Ela reúne produtores, pesquisadores, empresas e instituições para compartilhar conhecimento, apresentar novas tecnologias e gerar oportunidades de negócios. Ao mesmo tempo, mostra o resultado de um trabalho desenvolvido ao longo dos últimos anos, em que a assistência técnica da Sedipaf e da Emater-Rio contribuiu para que muitos produtores elevassem a qualidade de seus cafés, agregassem valor à produção e conquistassem reconhecimento dentro e fora do estado."

Histórias que ajudam a contar a evolução da cafeicultura

Mais do que movimentar cifras, a Expo Café reúne histórias de famílias que traduzem a transformação da cafeicultura regional. São produtores que preservaram a tradição familiar, investiram em inovação e hoje colhem os resultados da produção de cafés especiais reconhecidos nacionalmente.

É o caso da professora e produtora rural Clara Estefânia Murussi Fernandes, fundadora da marca Grão 17 Cafés Especiais. Quinta geração de uma família produtora de café, ela precisou tomar uma decisão difícil após a perda dos pais, em 2013: vender a propriedade ou dar continuidade ao legado familiar.

Ao lado do marido, decidiu permanecer no campo e reinventar a produção. O Sítio Grotas, localizado em Santa Clara, distrito de Porciúncula, passou a investir na produção de cafés especiais, contando com o acompanhamento técnico da Emater-Rio para aperfeiçoar todas as etapas da produção. O resultado veio rapidamente. Em 2023, seu primeiro lote especial conquistou o quarto lugar entre os melhores cafés do Alto Noroeste Fluminense. No ano seguinte, a propriedade alcançou o segundo lugar no município e, posteriormente, venceu a categoria de melhor café arábica para espresso durante o Rio Coffee Nation, competição que reúne cafés de todo o Brasil.

Hoje, além da produção familiar, três famílias trabalham na propriedade, incluindo equipes formadas por mulheres responsáveis pela colheita seletiva, etapa fundamental para garantir a qualidade da bebida. A marca Grão 17 nasceu com a participação dos filhos, estudantes da área de marketing, simbolizando a união entre tradição, inovação e sucessão familiar.

Outra história de continuidade é a do engenheiro químico Alexandre Fernandes Ramos, proprietário da marca Café Manduca.

Apesar da formação acadêmica e das experiências profissionais no exterior, incluindo um intercâmbio na Alemanha, ele decidiu retornar às origens para dar continuidade à tradição iniciada pelo tetraavô português, que chegou ao Brasil no século XIX.

Hoje, a família soma quase 200 anos de história na cafeicultura. Desde 2018, Alexandre passou a investir na produção de cafés especiais e implantou uma torrefação na própria propriedade, projeto desenvolvido com apoio da Emater-Rio, permitindo que toda a cadeia produtiva, da lavoura à torra, fosse realizada dentro da fazenda.

"Percebi que era possível unir toda essa tradição da família com tecnologia, gestão e inovação. Foi isso que nos trouxe até aqui e mostrou que é possível agregar valor ao café produzido na nossa região", destaca.

Também em Santa Clara, o produtor Luís Américo Grilo transformou uma brincadeira de família em um negócio promissor. Descendente de italianos e produtor de café desde criança, ele sempre comercializou apenas o café em grão. A ideia de criar uma marca própria surgiu quando decidiu torrar pequenas quantidades para ajudar a custear a faculdade de Medicina da filha.

O que começou como uma produção modesta rapidamente ganhou mercado. Em apenas oito meses de funcionamento da torrefação, a marca Café LG já comercializa cerca de 1,5 tonelada de café torrado por mês e planeja ampliar a produção para até seis toneladas mensais.
Pai de cinco filhos, Luís resume com orgulho o significado do café em sua vida.

"Foi o café que construiu a nossa história. É ele que sustenta a nossa família e que está permitindo realizar o sonho dos meus filhos de estudar."

As trajetórias de Clara, Alexandre e Luís representam centenas de famílias do Alto Noroeste Fluminense que vêm transformando a forma de produzir café. Com assistência técnica permanente da Sedipaf e da Emater-Rio, investimentos em conhecimento e adoção de novas tecnologias, a região passou a produzir cafés especiais reconhecidos em concursos e mercados cada vez mais exigentes.

Fortalecida pela Denominação de Origem Alto Noroeste, que certifica a identidade e o padrão de qualidade dos cafés produzidos na região, e tendo Varre-Sai como sua principal vitrine, a cafeicultura fluminense consolida uma nova fase, marcada pela agregação de valor, pelo protagonismo dos produtores e pela produção de cafés de excelência. É esse momento que a Expo Café celebra ao longo de seus três dias de programação.

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terça-feira, 14 de julho de 2026

Rio de Janeiro enfrenta virada no tempo e alerta de ressaca nesta terça-feira

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil



O tempo segue instável no Rio de Janeiro nesta terça-feira (14), com a presença de uma frente fria que trouxe mudanças nas condições climáticas desde o início da semana. A previsão indica nebulosidade variada e a possibilidade de chuva fraca e isolada, especialmente até o período da tarde, acompanhadas por ventos que variam de fracos a moderados.

Além das condições meteorológicas, a atenção da Defesa Civil e dos órgãos de monitoramento está voltada para o mar. O Centro de Operações e Resiliência (COR) da Prefeitura do Rio, baseado em alertas emitidos pela Marinha do Brasil, mantém o monitoramento das condições da orla.

Recomendações de segurança 

Devido à previsão de ondas que podem alcançar entre 2,5 e 3 metros de altura, as autoridades reforçam uma série de recomendações para garantir a segurança da população:

Evite o mar: Não é recomendado o banho de mar nem a prática de esportes aquáticos em áreas afetadas pela ressaca.

Atenção na orla: Evite permanecer em mirantes ou locais próximos ao mar que possam ser atingidos pelas ondas.

Ciclovias: Caso as ondas alcancem a ciclovia, a recomendação é não trafegar de bicicleta ou a pé pelo local.

Navegação: Embarcações devem evitar a navegação durante este período de mar agitado.

Orientações: Siga estritamente as recomendações dos guarda-vidas do Corpo de Bombeiros.

Previsão para os próximos dias 

A expectativa é de que o cenário climático mude em breve. A partir desta quarta-feira (15) e na quinta-feira (16), a previsão é de estabilização do tempo, com a atuação de um sistema de alta pressão. O céu deve apresentar poucas nuvens, sem previsão de chuvas, com ventos moderados, proporcionando uma melhora nas condições tanto em terra firme quanto na orla carioca.

C/ CNN

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Justiça colombiana autoriza eutanásia de Catalina Giraldo após batalha de meses



© Cortesia de Catalina Giraldo e DescLAB


Catalina Giraldo, de 30 anos, faleceu nesta terça-feira após passar pelo procedimento de eutanásia, marcando o desfecho de uma intensa e pública batalha judicial que durou meses. O caso de Giraldo tornou-se um símbolo do debate sobre o direito à morte digna na Colômbia, um dos poucos países do mundo onde a prática é legalizada, mas que frequentemente enfrenta entraves burocráticos e institucionais.

Giraldo, que sofria de uma doença degenerativa crônica e debilitante, recorreu à Justiça após ter seus pedidos iniciais negados por diversas instituições de saúde. A negativa, segundo seus representantes legais, baseava-se em interpretações restritivas das normas vigentes e na objeção de consciência invocada por parte das equipes médicas responsáveis pelo seu atendimento.

O exercício da autonomia

A decisão de pôr fim à própria vida por meio da assistência médica foi descrita por Giraldo, em declarações recentes, como "o exercício final da minha autonomia". A jovem argumentava que a progressão de sua doença não apenas limitava sua mobilidade, mas submetia seu corpo a um estado de sofrimento constante e incompatível com o que ela definia como uma vida digna.

O caso chegou aos tribunais superiores, onde a defesa de Giraldo sustentou que o direito à morte digna não pode ser condicionado a interpretações subjetivas de instituições que impedem o acesso ao procedimento previsto em lei. Em uma sentença histórica, a corte reconheceu que o sofrimento de Catalina preenchia os requisitos estabelecidos pela Corte Constitucional da Colômbia para a aplicação da eutanásia.

Um cenário jurídico complexo

A Colômbia é referência internacional na regulação da morte assistida, tendo descriminalizado a eutanásia em 1997. No entanto, na prática, os pacientes costumam enfrentar barreiras significativas para exercer esse direito:

Barreiras institucionais: Apesar do respaldo legal, comitês médicos internos de hospitais frequentemente retardam ou negam as solicitações.

Objeção de consciência: Profissionais de saúde podem se recusar a realizar o procedimento, o que obriga as instituições a buscar substitutos, um processo muitas vezes lento e tortuoso.

Judicialização: O caso de Catalina Giraldo soma-se à lista de pacientes que precisaram de intervenção judicial para garantir a efetividade de um direito já reconhecido pelo Estado.

A morte de Giraldo reacendeu o debate nacional entre grupos religiosos, defensores dos direitos humanos e associações médicas. Enquanto ativistas pela morte digna celebram a conquista da autonomia individual, diversos setores reiteram críticas éticas ao procedimento.

Até o momento, a família de Giraldo não divulgou detalhes sobre as cerimônias de despedida, solicitando privacidade neste momento de luto. Em sua última mensagem pública, Catalina expressou a esperança de que sua trajetória ajude a "desmistificar o sofrimento e garantir que ninguém mais precise mendigar o direito de partir com dignidade".

BBC News Mundo

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