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| Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil |
Os servidores públicos do Estado do Rio de Janeiro começam a receber, na folha de pagamento deste mês, a primeira parcela da recomposição salarial de 5,62%. O reajuste contempla servidores ativos, aposentados e pensionistas do Poder Executivo e faz parte do cumprimento da Lei Estadual nº 9.436/2021, que prevê a reposição das perdas inflacionárias acumuladas entre setembro de 2017 e dezembro de 2021.
O percentual corresponde à segunda etapa da recomposição aprovada em lei. A terceira e última parcela, também de 5,62%, será incorporada aos salários na folha de outubro, com pagamento em novembro, completando os 11,56% restantes da recomposição prevista pelo Estado.
Mais de 400 mil servidores serão beneficiados
Segundo o governo estadual, a medida alcança mais de 400 mil servidores entre ativos, aposentados e pensionistas. O reajuste será aplicado automaticamente sobre os vencimentos, sem necessidade de solicitação por parte dos beneficiários.
Além do salário-base, a recomposição também terá reflexos nas vantagens e gratificações calculadas sobre o vencimento básico, conforme as regras de cada carreira.
Calendário da recomposição
| Parcela | Percentual | Folha de pagamento | Depósito |
|---|---|---|---|
| 2ª parcela | 5,62% | Julho de 2026 | Agosto de 2026 |
| 3ª parcela | 5,62% | Outubro de 2026 | Novembro de 2026 |
Como consultar o novo salário
Os novos valores poderão ser conferidos no contracheque disponibilizado pelos órgãos estaduais. Como cada carreira possui uma estrutura remuneratória própria, o percentual de 5,62% será aplicado sobre o vencimento vigente de cada servidor, atualizando automaticamente as tabelas salariais.
As tabelas de vencimentos são específicas para cada categoria, como Educação, Saúde, Polícia Civil, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Seap, Degase, Uerj e Administração Direta. Por esse motivo, não existe uma tabela única válida para todo o funcionalismo estadual.
Entenda a recomposição
A recomposição salarial foi instituída para recuperar parte das perdas provocadas pela inflação acumulada entre 2017 e 2021. A primeira parcela foi paga em 2022. Agora, o Estado conclui o pagamento das duas parcelas restantes de 5,62% cada, totalizando os 26,11% previstos na legislação.
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