sábado, 18 de maio de 2019

Pelo Brasileiro, Fluminense goleia o Cruzeiro por 4 a 1


Com gols de Nino, Luciano e dois de João Pedro, Tricolor soma mais 3 pontos na competição


O Fluminense venceu o Cruzeiro com propriedade na noite deste sábado (18), no Maracanã, pela 5ª rodada do Campeonato Brasileiro. Em um jogo de muita marcação, o Tricolor soube encontrar os espaços e aproveitou as boas oportunidades, vencendo a partida por 4 a 1, com gols de Nino, Luciano e dois de João Pedro. Com a vitória, o time do técnico Fernando Diniz soma 6 pontos na competição e sobe para a 8ª posição na tabela de classificação. O próximo compromisso do Flu é pela Copa Sul-Americana, às 21h30 de quinta-feira (23), diante do Atlético Nacional (COL), no jogo de ida da segunda fase da disputa.

PRIMEIRO TEMPO

Boa chegada do Flu logo aos 4 minutos, Caio Henrique deixou Yony González na cara do gol, ele chutou, mas foi interceptado pelo zagueiro. Na sequência, Gilberto lançou a bola longa, Matheus Ferraz tocou de cabeça e o goleiro colocou para escanteio. Jogada ensaiada aos 17 minutos, Caio Henrique passou para Léo Artur, que chutou forte, mas a defesa cortou. Allan cobrou falta frontal aos 31 minutos, a bola explodiu na barreira, na sobra, Allan tentou o chute, mas a zaga afastou. No lance seguinte, Yony escorou para Daniel chutar e o goleiro defendeu. Caio Henrique cobrou o escanteio aos 38, Nino subiu mais que a marcação e cabeceou para o gol, mas Rafael ficou com a bola. No último lance da primeira etapa, em cobrança de escanteio, o Flu abriu o placar com Nino, de cabeça: 1 a 0 aos 44 minutos.

SEGUNDO TEMPO

O segundo tempo começou eletrizante e antes do primeiro minuto, Luciano ampliou o placar para o Flu, em bela jogada coletiva do Tricolor. Aos 3 minutos, o Cruzeiro descontou com Robinho, após jogada de contra-ataque. Léo Artur arriscou o chute de fora da área aos 12, mas o goleiro defendeu. Bom lance de Gilberto aos 17 minutos, quando tocou de cabeça procurando Yony na pequena área, mas o adversário tirou. Aos 18, Matheus Ferraz soltou uma bomba de fora da área e quase marcou o terceiro do Tricolor. Bom chute de Yony González aos 33 minutos, após passe de Luciano, o atacante arriscou e a bola passou ao lado da meta adversária. O Flu chegou ao terceiro gol com João Pedro, após passe certeiro de Marcos Paulo aos 35 e chute mortal para os fundos das redes. Nos acréscimos, João Pedro girou bonito e chutou forte, dando números finais à partida: 4 a 1.



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Pirapetinga recebe recursos do Estado para intensificar combate à dengue


Durante o mês de abril também foram publicadas resoluções da Secretaria de Estado de Saúde. Confira os recursos destinados e os municípios contemplados


Aedes aegypti é o mosquito transmissor da dengue, febre amarela, chikungunya e zika vírus
 Foto: Fundação Oswaldo Cruz/Divulgação



Mais cinco cidades da Zona da Mata e Campo das Vertentes receberam recursos do governo estadual para intensificar combate à dengue. A informação foi divulgada pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG).
De acordo a pasta serão repassados um total de R$ 120 mil para os municípios da região. A resolução foi publicada na quarta-feira (15) pela SES-MG no Diário Oficial do Estado. (veja abaixo a tabela detalhada)
Os municípios contemplados são:
Recursos destinados aos municípios
Cidade
Incidência
R$
Desterro do Melo
Muito Alta
20.000
Lima Duarte
Alta
20.000
Piau
Alta
20.000
Pirapetinga
Muito Alta
20.000
Visconde do Rio Branco
Alta
40.000
Fonte: SES-MG

Em abril, onze cidades da região foram contempladas com os recursos. São elas: Dores de Campos, Guarani, Rio Novo, Rio Pomba, Rochedo de Minas, Santana do Deserto, Tocantins, Tabuleiro, Patrocínio do Muriaé, Piraúba e São João Nepomuceno.
Os valores variam em cada município e o cálculo para o repasse leva em consideração o número de habitantes. Esses critérios podem ser consultados na resolução publicada na página da SES-MG.
A cada 15 dias, até o fim de junho, a lista de municípios poderá ser atualizada.


No dia 23 de abril, o governo de Minas decretou situação de emergência em saúde pública em parte do estado como medida para conter o avanço da dengue.
Novos casos
Nesta semana, vinte e seis cidades da Zona da Mata e Campo das Vertentes registraram 243 casos prováveis de dengue. Os dados foram divulgados no último Boletim Epidemiológico da SES-MG.
Na cidade de Tocantins, foram registrados 41 casos e 31 em São João del Rei. Já em Guarani, a SES-MG contabilizou 18 novos registros; em Ubá, 13; São João Nepomuceno, 10; Viçosa, nove; Recreio, oito; Piraúba, São Geraldo e Tabuleiro, sete; Cataguases, Dores de Campos e Leopoldina, seis; Eugenópolis, cinco; Mar de Espanha e Rio Pomba, três; Barbacena e Volta Grande, dois; Barbacena Lima Duarte e Volta Grande.
Outros seis municípios tiveram um registro: Juiz de Fora, Mercês, Rochedo de Minas, Santa Cruz de Minas, Senador Firmino e Desterro do Melo.
Veja a situação detalhada de cada cidade da região:
Cidade
Incidência
Casos prováveis em 2019
Além Paraíba
33,97 (baixa)
12
Astolfo Dultra
49,70 (baixa)
7
Barbacena
21,26 (baixa)
29
Barroso
62,79 (baixa)
13
Bicas
450,42 (média)
65
Cataguases
72,30 (baixa)
54
Chácara
897,15 (muito alto)
28
Coronel Pacheco
162,34 (média)
5
Descoberto
520,42 (alta)
26
Dores de Campos
446,38 (alta)
45
Desterro do Melo
650,91 (muito alto)
19
Guarani
3470,74 (muito alto)
309
Goianá
812,18 (muito alto)
32
Juiz de Fora
290,80 (média)
1.641
Leopoldina
135,16 (média)
71
Lima Duarte
875,77 (alta)
146
Mar de Espanha
259,33 (média)
33
Muriaé
176,67 (média)
191
Patrocínio de Muriaé
1486,2 (muito alto)
84
Rio Novo
838,83 (muito alto)
75
Rio Pomba
1442,31 (muito alto)
329
São João del Rei
432,78 (média)
388
São João Nepomuceno
5850,33 (muito alto)
1.537
Santa Cruz de Minas
222,46 (média)
19
São Geraldo
271,29
33
Tocantins
951,69 (muito alto)
158
Ubá
183,78 (média)
210
Viçosa
297,63 (média)
233
Visconde do Rio Branco
818,52 (muito alto)
345
Fonte: SES

G1

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sexta-feira, 17 de maio de 2019

Natureza beneficia bem-estar e saúde da população, mostra pesquisa



Estudo tem demonstrado como o contato com a natureza, mesmo que indiretamente, por imagens, pode ajudar a melhorar o ânimo de pacientes em tratamento contra o câncer. Coordenado pela pesquisadora Eliseth Leão no Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein, o estudo demonstra como relação com a natureza pode ser um elemento de promoção da saúde.
Na primeira fase, houve mais de 28 mil avaliações de imagens da natureza produzidas pela própria equipe do estudo, com foco no bem-estar, que formou um banco de 450 fotos que podem ser usadas dentro dos hospitais em futuros procedimentos como este da pesquisa.
A partir dessas imagens, um vídeo foi criado e apresentado a 78 pacientes durante sessões de quimioterapia. Os dados ainda estão sendo analisados, mas já mostram que o estado de ânimo deles no momento que começam a receber o medicamento melhora após a visualização do vídeo.


“Já foi possível notar que os aspectos negativos de preocupação e ansiedade são inibidos e os positivos, de tranquilidade, são aumentados. Espero que esta tendência seja mantida com o final do tratamento dos dados”, ressaltou Eliseth. Segundo a pesquisadora, há teorias que servem de base para estudos da influência da natureza no bem-estar das pessoas, como a teoria da recuperação psicofisiológica do stress, mostrando que há uma reação restauradora imediata quando se está no meio da natureza.
“Depois tem uma outra [teoria] de recuperação da atenção: quando você está na natureza, você tem uma atenção que não é forçada, não é dirigida, então você consegue se recuperar da fadiga mental que nos acomete”, contou. “Outras pesquisas já antecederam o que a gente está fazendo agora. As pessoas já sabem que a natureza faz bem, como quando dizem querer ir à praia em situações de estresse, mas alguns tendem a achar que é algo muito pessoal e sem evidência científica”.
Por exemplo, um dos estudos que foram feitos na década de 80, segundo Eliseth, colocava pacientes internados em quartos que tinham vista para a natureza e outros em quartos que não tinham. “Aqueles que tinham vista [para a natureza] saíam do hospital antes, se recuperavam mais rapidamente. Então começaram a estudar como psicofisiologicamente a gente responde. Tem uma série de teorias que mostram que [a natureza] é um ambiente restaurador”.
O tema será discutido hoje (14), a partir das 10h, no painel “Saúde e Mata Atlântica”, na capital paulista, durante a programação do evento Viva a Mata 2019, na Unibes Cultural, realizado pela Fundação SOS Mata Atlântica, com participação da pesquisadora.
“Muita gente sabe dos impactos causados pela degradação ambiental e como isso afeta a vida das pessoas, e alguns desastres recentes comprovam isso. Mas o que pouca gente sabe é como passar um tempo ao ar livre, principalmente em áreas verdes, traz não apenas benefícios ao bem-estar, como tranquilidade, mas também à saúde. É isso que queremos mostrar e resgatar a relação positiva entre as pessoas e o meio ambiente”, disse Erika Guimarães, bióloga e especialista em Áreas Protegidas da SOS Mata Atlântica.
O médico patologista Paulo Saldiva, que também participa do painel hoje de forma remota, concorda com as afirmações da pesquisadora. Para ele, as pessoas não passam indiferentes por uma floresta e, quanto maior a exposição à natureza, menor o risco de infecções, maior a taxa de recuperação e menor o tempo para a alta de um paciente.
“Ao termos contato com a natureza percebemos que há uma afinidade com ela, algo que enxergamos, pois foi imprintado em nosso genoma por milhares de anos de evolução”. Ele apresenta um dado da Universidade de Barcelona comprovando como a natureza além de confortar psicologicamente, também aumenta o cérebro de crianças e a produção de substâncias que reduzem inflamações e melhoram a imunidade.


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Dirigente do Botafogo faz pedido: 'Só a torcida pode salvar o clube mais endividado do Brasil'

Vice-presidente de finanças falou sobre momento do clube 




A situação financeira do Botafogo é bastante delicada. O vice de finanças do clube, Luiz Felipe Novis, afirmou que uma recuperação do Glorioso passa pela força do seu torcedor. "Somente a torcida por salvar o clube mais endividado do Brasil", disse o dirigente em entrevista ao portal "UOL". 

"Só temos receitas operacionais, não temos receita financeira. A nossa, líquida, em 2018 foi de aproximadamente 167 milhões, caiu 34%, pois foi de 254 milhões em 2017. A bilheteria impacta muito no Botafogo porque os resultados não sendo os esperados isso mexe com a torcida. Em 2018 ainda escapamos do rebaixamento e obtivemos uma premiação, mas estamos tendo problemas em 2019, no Carioca, na Copa do Brasil, então a torcida não comparece na mesma escala, o que é natural, não vai aqui nenhuma dívida", afirmou. 


De acordo com Novis, a atual administração alvinegra não cometeu nenhum deslize financeiro para que a situação atual tivesse acontecido. 

"Não houve um descontrole das despesas, seguimos tentando ser o mais austero possível em relação aos gastos, mas as receitas caíram e o clube não conseguiu dinheiro novo por meio da área comercial, então a financeira tentou equilibrar por meio de operações financeiras e isso está impactando em 2019", disse.

ODia

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Chikungunya avança na região Norte e Noroeste do estado


Miracema é a cidade mais afetada da região Noroeste

O estado do Rio de Janeiro registra crescimento da febre chikungunya desde janeiro. O subsecretário de vigilância em saúde do estado, Alexandre Chieppe, destaca a situação no norte e noroeste fluminenses, assim como em pontos da capital. "A gente tem observado um aumento importante de casos de chikungunya tanto na região norte, envolvendo principalmente Campos de Goytacazes, quanto na região noroeste, em que Miracema é o mais afetado ", descreve o subsecretário, que aponta a falta de imunidade contra o vírus como um fator que favorece avanço neste momento.


Ainda não há vacina disponível contra o chikungunya, mas qualquer pessoa que contraiu a doença anteriormente é considerada imune a nova infecção pelo vírus. Como a doença é nova no estado do Rio, grande contingente da população não possui imunidade. "O chikungunya vem circulando há alguns anos com pouca intensidade, mas desde o ano passado isso começou a aumentar".
Até 14 de maio deste ano, foram registrados 26.055 casos da doença no estado, contra 20.234 no mesmo período de 2018. O subsecretário avalia que a tendência é uma diminuição da intensidade de transmissão, comum a partir da metade do mês de maio. Para reverter o quadro, a Secretaria Estadual de Saúde reforço as campanhas contra a proliferação do mosquito transmissor Aedes aegypti em escolas e nos meios de comunicação.

Campos

Diferente de outras regiões do estado, a cidade de Campos dos Goytacazes viveu epidemia de chikungunya no ano passado, quando chegou a ter 1,5 mil casos no mês de junho. Desde então, os registros variaram entre 400 a 500 casos por mês. No último mês de abril, o número de casos atingiu 900 ocorrências.
A diretora de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Campos, Andréya Moreira, conta que o número de atendimentos diários no Centro de Referência de Doenças Imuno-infecciosas (CRDI) da cidade subiu de 80 para 250.
Como a demanda por atendimento tem sido maior do que a oferta, a epidemiologista orienta a população a buscar outras unidades municipais de saúde, que, segundo ela, também estão prontas para realizar atendimentos. "É preciso descentralizar", afirma. "Temos uma rede que contempla os atendimentos", explica.
Além do número de novos casos, Andréya Moreira lembra que a chikungunya é uma doença que pode acometer os pacientes por meses, inclusive se tornando crônica. A diretora de Vigilância em Saúde estima que entre 10% e 20% dos doentes chegam à fase crônica e continuam a sentir dores incapacitantes e a demandar serviços de saúde.
"É uma doença com uma repercussão social e emocional muito diferente da dengue. A luta contra o [mosquito transmissor] Aedes [aegypti] tem que ser constante", ressalta.
Os bairros mais afetados em Campos receberam reforço de agentes de saúde para ajudar na eliminação de focos de mosquito, que precisa de água parada para se desenvolver. Andreya Moreira recomenda que a população reserve dez minutos por semana para conferir se há focos em casa e cobre que vizinhos façam o mesmo.
"O mosquito infectado pelo chikungunya é diferente da zika e da dengue, porque ele permanece infectante por um período maior", alerta. A diretora de Vigilância em Saúde lembra que, como os pacientes ficam doentes por mais tempo, eles também acabam infectando mais mosquitos que os picam nesse período.
Na cidade do Rio, foram registrados 9.251 casos até 13 de maio deste ano, sendo a maior parte deles na zona oeste. A região de Jacarepaguá soma 1.308 casos, seguida por 1.380 na área de Campo Grande, 693 na área de Bangu e 653 na área de Santa Cruz.

A.Brasil

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