segunda-feira, 6 de abril de 2020

“Chegou na cidade”, diz o prefeito de Itaperuna



A Prefeitura de Itaperuna acaba de confirmar na noite deste domingo (5), os dois primeiros casos de coronavírus em moradores da cidade. 

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde os exames positivos foram realizados pela rede particular de saúde. Esses pacientes se encontram em isolamento domiciliar e tanto ele quanto seus familiares estão seguindo todas as orientações necessárias e sendo monitorados. 

Além dos dois casos confirmados, Itaperuna investiga ainda 140 notificados de coronavírus. Entre os casos, 25 pacientes foram eletivos para a realização do exame. 2 deram positivos, 13 negativos e 10 ainda aguardam resultado. 

Diante do quadro, o prefeito Marcus Vinícius anunciou uma série de medidas para tentar reduzir o avanço do vírus em Itaperuna. 

São elas: 

· 10 respiradores 

· Convênio com laboratório local 

· Criação de Centro Municipal com cerca de 40 a 60 leitos para atender os casos de coronavírus 

· Verba no valor de R$ 200 mil reais para ajudar a cidade no combate ao Covid-19


Marcus Vinícius pediu para que a população colabore e fique o máximo em casa. “ Não podemos deixar o vírus se espalhar, por isso fique o máximo em casa” disse. 





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domingo, 5 de abril de 2020

Rio é o estado mais transparente do Sudeste e o terceiro no Brasil na divulgação de dados

Algumas informações foram divulgadas após a avaliação feita pela OKBR


Um levantamento realizado pela organização internacional sem fins lucrativos OKBR, também conhecida como Rede pelo Conhecimento Livre, avaliou que o estado do Rio de Janeiro é o terceiro no Brasil e o primeiro no Sudeste com melhor qualidade de dados sobre a pandemia mundial da Covid-19. Somando 64 pontos de um total de 100 da avaliação, o Rio de Janeiro divulga um “bom” nível de informações, assim como o estado do Ceará. Apenas Pernambuco teve o nível de informações classificado como “ótimo”.

Para o secretário de Estado de Saúde do Rio de Janeiro, Edmar Santos, esse levantamento mostra como o Governo do Estado está empenhado em disponibilizar as melhores ferramentas para um acesso unificado e simples à informação. 

‘’Desde o início do enfrentamento da pandemia, estamos trabalhando para viabilizar canais oficiais e confiáveis sobre a doença para a população. Temos site, redes sociais, atendimento telefônico, painel online e atendente virtual. Tudo disponível para todos. O objetivo é ser transparente e estar próximo da população”, explica.

Algumas informações foram divulgadas após a avaliação feita pela OKBR, como criação da plataforma painel.saude.rj.gov.br, o lançamento do chatbot Sesin Responde, disponível em chat.saude.rj.gov.br, e dados sobre o Lacen. Essas medidas poderiam fazer com que o estado do Rio estivesse numa posição ainda melhor.

Para analisar a qualidade dos dados fornecidos pelos estados, o levantamento considerou três parâmetros: conteúdo, granularidade (detalhamento de informação) e formato. Disponibilidade de informações como idade e sexo, além de dados sobre a infraestrutura de saúde, testes disponíveis e aplicados configuravam pontos positivos.

Veja o ranking da transparência por estado

Nível de transparência Alto:

Pernambuco

Nível de transparência Bom:

Ceará e Rio de Janeiro

Nível de transparência Médio:

Tocantins, Minas Gerais, Maranhão, Mato Grosso do Sul e Roraima

Nível de transparência Baixo:

Rio Grande do Sul, governo federal, Alagoas, Bahia, Mato Grosso, São Paulo, Rio Grande do Norte, Distrito Federal, Piauí, Amazonas, Acre, Goiás

Nível de transparência Opaco:

Amapá, Espírito Santo, Paraíba, Paraná, Santa Catarina, Sergipe, Pará e Rondônia.

O Índice de Transparência Covid-19 é composto por 13 critérios de avaliação, divididos em três dimensões: Conteúdo, Granularidade e Formato. Quanto mais adequada aos padrões de dados abertos a forma de divulgação adotada pelo órgão, melhor a avaliação recebida.

Saiba mais sobre as iniciativas

Chatbot Sesin Responde

bit.ly/ChatbotSesinResponde

Painel Coronavírus

bit.ly/PainelRJCoronavirus

Central 160

bit.ly/Central160RJ

Hotsite
bit.ly/CoronavirusRJ


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Procurador dá parecer a favor de cancelar o registro do PT


Para o vice-procurador-geral eleitoral Renato Brill de Goés, há indícios de que partido recebeu "recursos financeiros de procedência estrangeira"

 
Vice-procurador eleitoral se manifesta a favor de cancelar registro do PT 

Foto: Reprodução

Em uma manifestação apresentada no último dia 27, o vice-procurador-geral eleitoral Renato Brill de Goés, deu um parecer favorável a uma ação de cancelamento de registro do Partido dos Trabalhadores (PT). A informação foi dada pelo Blog do Fausto Macedo, do jornal O Estado de S. Paulo.
O posicionamento de Renato Brill de Goés ocorre no âmbito de um requerimento de apontava que, “‘no curso da Lava Jato, restou demonstrado que o PT recebeu recursos de origem estrangeira”. Ele se baseou em um dispositivo da Lei de Partidos Políticos que determina o “cancelamento do registro civil e do estatuto do partido contra o qual fique provado ter recebido ou estar recebendo recursos financeiros de procedência estrangeira”.
O depoimento que aponta o recebimento de recursos foi dado pelo doleiro Alberto Youssef, que “relatou ter intermediado o pagamento de cerca de R$ 800 mil em espécie, a pedido do diretor da empresa japonesa Toshiba, ao Partido dos Trabalhadores, vinculado a contrato referente à execução de obra no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (COMPERJ)”.
Em sua manifestação, o vice-procurador-geral eleitoral destacou o depoimento de Zwi Skornicki , que disse ter efetuado “pagamentos, a partir do contrato da Plataforma 56, ao Partido dos Trabalhadores. Foi a ele apresentado, por Pedro José Barusco Filho, o acusado João Vaccari Neto, que ficaria encarregado de coordenar os recebimentos. Os pagamentos de propinas foram feitas por repasses a terceiros indicados por João Vaccari Neto no exterior e no Brasil”.
“Diante de tal contexto, forçoso reconhecer a existência de indícios suficientes do recebimento, por parte do Partido dos Trabalhadores – PT, ora requerido, via interpostas pessoas, de recursos oriundos de pessoas jurídicas estrangeiras (Keppel FELS e Toshiba), inclusive para pagamento de despesas contraídas pelo próprio Partido, a evidenciar, em tese, interesse direto da instituição partidária e não apenas de dirigente seu, circunstância que autoriza o prosseguimento do feito quanto à hipótese do inciso I do art. 28 da Lei dos Partidos Políticos, com a inauguração de sua fase de instrução”, ressaltou Goés.

Pleno News



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Calendário escolar: como estados e municípios devem cumprir

O ensino básico deve oferecer, no mínimo, 800 horas de aula neste ano 


O governo federal publicou nesta semana a medida provisória (MP) que permite que as escolas tenham menos de 200 dias letivos no ano, desde que garantam, no mínimo, 800 horas de ensino na educação infantil, no ensino fundamental e no ensino médio. A flexibilização deverá observar as normas dos respectivos sistemas de ensino, ou seja, estados e municípios devem decidir as regras para o cumprimento da jornada mínima. 

A MP trouxe respaldo legal para o que as redes de ensino já vinham fazendo, de acordo com a presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), entidade que representa as secretarias estaduais de educação, Cecilia Motta. 

“Isso vai dar uma liberdade maior para quando os alunos voltarem. Podemos, mais à frente, colocar um sexto tempo, usar alguns sábados letivos com sexto tempo também. Ao mesmo tempo, podemos contar com as nossas aulas remotas vinculantes que estão contando como aulas realmente no calendário escolar", disse Cecília. 

Os estados são responsáveis, principalmente, pela oferta do ensino médio. Eles também ofertam os anos finais do ensino fundamental, etapa que vai do 6º ao 9º ano. 

O Consed reuniu, em uma página da internet, as resoluções, pareceres, instruções normativas e notas de esclarecimentos do Conselho Nacional de Educação, da União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação e dos Conselhos Estaduais e Municipais de Educação, sobre o calendário escolar e a oferta de conteúdos a distância. 

Ensino a distância 

A desigualdade entre as várias regiões do país e entre os vários estudantes brasileiros preocupa na hora de substituir as aulas presenciais por aulas a distância. Por isso, a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) defende que, no processo de reorganização do calendário escolar, é necessário, primeiramente, esgotar todos os esforços para cumprir as 800 horas de maneira presencial. 

Para isso, as redes podem, após o retorno as aulas, ampliar a jornada diária, realizar atividades no contraturno, ter sábados letivos, usar de períodos de recesso e/ou férias - após negociação com a categoria, entre outras alternativas. 

A entidade defende que, caso seja feito o uso da modalidade de educação a distância como substitutiva às aulas presenciais, sejam garantidos "suporte tecnológico, metodológico e de formação dos professores, por parte da União e dos governos estaduais às redes municipais”. 

Por lei, a educação a distância pode ser feita no ensino médio e, em situações emergenciais, como durante a pandemia da covid-19, no ensino fundamental. A MP publicada nesta semana não trata da educação infantil, que compreende a creche e a pré-escola. A Undime defende que a EaD não seja aplicada nessa etapa. 

Escolas particulares 

Para as escolas particulares, de acordo com o presidente da Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep), Ademar Batista Pereira, a medida facilita o planejamento. “Fomos autorizados a voltar a trabalhar, não precisaremos sacrificar os sábado, podemos nos preparar para continuar a vida escolar”, afirmou.. 

Segundo ele, a pandemia está sendo uma oportunidade para “aprender a usar algumas ferramentas para as quais havia resistência. Não vão substituir de forma definitiva o ensino presencial, mas vão permitir fazer algumas coisas que são possíveis fazer, levando em consideração a idade das crianças.” 

Em nota, o secretário de Educação Básica do MEC, Janio Macedo, afirmou que a flexibilização é autorizativa “em caráter excepcional e vale tão e somente em função das medidas para enfrentamento da emergência na saúde pública decretadas pelo Congresso Nacional”. Ele reforça que a flexibilização deverá observar as normas dos respectivos sistemas de ensino. 

No Brasil, há suspensão de aulas em todos os estados para conter o avanço da pandemia do novo coronavírus. A medida não é exclusiva do país. No mundo, de acordo com os últimos dados da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), que monitora os impactos da pandemia na educação, 188 países determinaram o fechamento de escolas e universidades, afetando 1,5 bilhão de crianças e jovens, o que corresponde a 89,5% de todos os estudantes no mundo. 

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sábado, 4 de abril de 2020

Caixa lançará dia 7 aplicativo para cadastro em renda emergencial


Calendário de pagamento será divulgado na próxima semana

O benefício será depositado em contas poupança digitaisMarcelo Camargo/Agência Brasil

A partir da próxima terça-feira (7), dezenas de milhões de brasileiros poderão baixar um aplicativo lançado pela Caixa Econômica Federal que permitirá o cadastramento para receberem a renda básica emergencial, de R$ 600 ou de R$ 1,2 mil, no caso de mães solteiras. O banco também lançará uma página na internet e uma central de atendimento telefônico para a retirada de dúvidas e a realização do cadastro.
O próprio aplicativo avaliará se o trabalhador cumpre os cerca de dez requisitos exigidos pela lei para o recebimento da renda básica. O pagamento poderá ser feito em até 48 horas depois que a Caixa Econômica receber os dados dos beneficiários, mas o presidente do banco não se comprometeu em apresentar uma data específica. Quem não tem conta em bancos poderá retirar o benefício em casas lotéricas.
O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, anunciou que o banco lançará outro aplicativo, exclusivo para o pagamento da renda básica. O benefício será depositado em contas poupança digitais, autorizadas recentemente pelo Conselho Monetário Nacional, e poderá ser transferido para qualquer conta bancária sem custos. Segundo ele, o calendário de pagamentos será anunciado na próxima semana, depois de o banco conhecer o tamanho da população apta a receber a renda básica emergencial.
Segundo Guimarães, o decreto que regulamenta a lei que instituiu o benefício será finalizado hoje, mas ele não informou se o texto será publicado ainda nesta sexta-feira (3) ou no início da próxima semana. Na segunda-feira (6), a Caixa Econômica detalhará o funcionamento dos dois aplicativos.
O ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, informou que só precisarão se inscrever no aplicativo microempreendedores individuais (MEI), trabalhadores que contribuem com a Previdência Social como autônomos e trabalhadores informais que não estejam inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal. Caso o trabalhador esteja inscrito no cadastro único, o aplicativo avisará no momento em que ele digitar o número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF).
Bolsa Família
Os beneficiários do Programa Bolsa Família não precisarão baixar o aplicativo. Segundo Onyx, eles já estão inscritos na base de dados e poderão, entre os dias 16 e 30, escolher se receberão o Bolsa Família ou a renda básica emergencial, optando pelo valor mais vantajoso.
O ministro da Cidadania lembrou que o benefício de março do Bolsa Família terminou de ser pago no último dia 30. Para ele, o pagamento do novo benefício a essas famílias antes do dia 16 complicaria o trabalho do governo federal, que ainda está consolidando a base de dados, de separar os grupos de beneficiários.
“A lei cria uma série de regras. Temos de fazer filtragem da base de dados. O que acontece? A base já existe. O maior desafio está nas pessoas que não estão em base nenhuma, por isso criamos a solução via aplicativo, internet e central de telefones”, explicou o presidente da Caixa.
Ele lembrou que, no caso do saque imediato do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), um terço dos 60 milhões de pagamentos foi feito por aplicativo. Para Guimarães, o índice deve ser semelhante com o novo benefício emergencial.
Desafio
Para o ministro da Economia, Paulo Guedes, que participou da apresentação, o grande desafio do governo não consiste em eventuais atrasos na aprovação de medidas, mas na própria montagem da logística. “Não são um ou dois dias de atraso ou de antecipação. Desde que começamos a formular o programa, o grande desafio é a logística de entrega. É um cronograma quase físico de capturar os cadastros. Não é a aprovação que vai mudar o cronograma físico”, destacou.
Guedes destacou que, em três semanas, o governo saiu de zero para cerca de R$ 800 bilhões em programas de enfrentamento à pandemia do noovo coronavírus e de manutenção dos empregos. A conta, que envolve não apenas gastos novos, mas antecipações de despesas, adiamento de tributos e remanejamentos, está, segundo o ministro, em 3,4% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos). “Nenhum país emergente fez uma movimentação tão rápida de liberação de recursos como o nosso. A implementação está no mesmo ritmo dos Estados Unidos, um país que tem experiências com catástrofes”, declarou.
O ministro cobrou a união de prefeitos, governadores, Executivo federal, Legislativo e Judiciário para andar com as medidas. Em relação à necessidade da aprovação da proposta de emenda à Constituição do orçamento de guerra para a liberação do benefício, o ministro disse que a ala jurídica do Ministério da Economia tinha dado aval para o início do pagamento, mas que a ala econômica da pasta tinha receio de que o descumprimento da regra de ouro, que proíbe a emissão de dívida pública para gastos correntes, prejudicasse o governo, mesmo com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, tendo autorizado os gastos extras.
 EBC

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Cientistas acham remédio em testes que "mata" coronavírus 48h após infecção


Medicamento usado no mundo inteiro se mostrou eficaz em laboratório ao erradicar material genético da covid-19 em 48 horas

 
Estudo demonstrou eficácia de remédio em matar vírus in vitro

Reprodução/Universidade de Pittsburgh


Pesquisadores da Universidade Monash, em Melbourne, na Austrália, anunciaram no último dia 3 a descoberta de que um remédio antiparasita disponível ao redor do mundo pode ser capaz de matar o novo coronavírus, causador da covid-19.
Segundo o estudo, quando testado em laboratório, a Ivermectina foi capaz de acabar com qualquer material genético do vírus em 48 horas.
O líder do estudo, Dr. Kylie Wagstaff confirmou que, além da eliminação total em 48 horas com uma única dose, o remédio mostrou, também, eficácia na redução da carga viral nas primeiras 24 horas.
O pesquisador alertou, ainda, que os testes foram realizados in vitro, sendo necessários testes em humanos para garantir a eficácia da droga:
"A Ivermectina é amplamente usada e é vista como uma droga segura. Nós precisamos descobrir agora se a dosagem que é possível de se utilizar em humanos será eficaz".
Apesar de desconhecer o mecanismo exato de como a Ivermectina atua no coronavírus, o líder do estudo acredita que, baseando-se em estudos anteriores com outros tipos de vírus, ela faz com que vírus pare de "reduzir" a habilidade da célula de se livrar dele.
A droga já havia mostrado eficácia em testes in vitro contra outros tipos de vírus, como os da dengue, da zika, do influenza e até mesmo do HIV.
O próximo passo é definir uma correta dosagem para humanos, garantindo a segurança do paciente, ao mesmo tempo em que o vírus ainda seja afetado. Só a partir daí é que será possível iniciar os testes clínicos.
R7


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sexta-feira, 3 de abril de 2020

Governo cria projeto de contação de histórias por telefone


O governo do Rio em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio (SECEC) criou o projeto “Histórias por telefone” que recebeu 1.485 inscrições - sendo 1.213 de pessoas interessadas em ouvir as histórias e 272 de voluntários para contá-las. Durante o período de isolamento social contra a Covid-19, poetas, músicos e contadores de histórias, de forma voluntária, entram em contato, via telefone, e levam histórias exclusivas para quem precisa neste momento. 

– O projeto leva histórias para pessoas que podem estar sozinhas, precisando de companhia nesse período difícil. Fomentar cultura nesse momento é muito importante, mostra solidariedade e compaixão, elementos fundamentais na sociedade – afirmou a secretária de Cultura, Danielle Barros. 

A aposentada Rosângela Ferreira disse que se sentiu renovada após receber uma dessas ligações.

- Ouvi uma poesia linda por telefone. A minha animação foi renovada. Foi muito importante para mim. Assim como eu, tem muita gente precisando de um momento desse - disse Rosângela. 

Para receber a ligação, o interessado deve fazer a inscrição no link do projeto e informar alguns dados pessoais. O mesmo vale para quem quer ser voluntário. O grupo conta também com integrantes da equipe da secretaria, especialistas em literatura. O projeto é principalmente voltado para os idosos, considerados grupo de risco.

Segundo o superintendente de Leitura e Conhecimento da SECEC, Pedro Gerolimich, a ideia do projeto surgiu após receber uma mensagem de uma colaboradora da Biblioteca Parque Estadual da Rocinha, que estava se sentindo triste e sozinha.

- Eu liguei, confortei ela nessa ligação que durou cerca de 30 minutos. E quando a gente terminou o telefonema, ela já estava num astral muito melhor. Esses 30 minutos duraram dias na minha cabeça. Fiquei pensando nos meus pais, nos meus tios, em todos os idosos que, às vezes, não têm com quem conversar. Foi aí que surgiu o projeto Histórias por Telefone - contou Pedro Gerolimich. 

Quem quiser se inscrever para ouvir histórias ou indicar amigos e familiares que precisam de ajuda basta acessar aqui: https://bit.ly/formulario-historias

Para ser um contador de histórias, basta clicar aqui: https://bit.ly/sejaumcontadordehistorias 



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