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domingo, 2 de junho de 2019

Mais um município da região Noroeste tem epidemia de chikungunya e decreta situação de emergência


Segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde, foram notificados 1.146 casos da doença, dos quais 245 foram confirmados


A cidade de Bom Jesus do Itabapoana, no Noroeste Fluminense, está enfrentando uma epidemia de chikungunya. Segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde, foram notificados 1.146 casos da doença em 2019, dos quais 245 foram confirmados.

Diante do panorama, foi decretada situação de emergência no último dia 7 deste mês, cuja publicação ocorreu no dia 13.
"Uma vez que os números são estatísticos e, levando em consideração que parte das pessoas infectadas não procura os serviços de saúde do município, podemos chegar a um número maior de pessoas contaminadas", diz a nota divulgada pelo município.

Segundo a Prefeitura, o município adquiriu inseticida e 10 cadeiras de hidratação e soroterapia e criou o Comitê Municipal de Prevenção e Controle de Arboviroses
Ainda de acordo com a Prefeitura, entre as medidas definidas como prioritárias pelo município para o combate estão:

·         Contratação temporária de novos agentes de endemia
·         Aquisição de insumos necessários para a remediação dos sintomas
·      Autorização de disponibilização, caso seja necessário, de técnicos de enfermagem e enfermeiros da Prefeitura para auxiliarem o corpo técnico existente no Posto de Urgência
·       Elaboração de relatório diário das atividades realizadas pelos agentes de endemias e agentes comunitários de saúde, dos trabalhos efetuados em conjunto ou isoladamente pelas secretarias, além de relatório de todos os atendimentos realizados no Posto de Urgência


G1

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terça-feira, 21 de maio de 2019

Ministério da Saúde prepara campanha de vacinação contra sarampo



O Ministério da Saúde está preparando uma campanha de vacinação contra o sarampo, que deverá ser iniciada em todo o país no dia 10 de junho. A informação foi confirmada pelo próprio ministério.
Neste ano, o ministério já confirmou 83 casos de sarampo no país, sendo 43 deles no Pará, 27 em São Paulo, quatro no Amazonas, três em Santa Catarina, três em Minas Gerais, dois no Rio de Janeiro e um em Roraima. Deste total, 27 são autóctones e todos eles de residentes no Pará. Os demais casos foram importados de outro país ou ainda não foi possível identificar a fonte de infecção. De janeiro a maio do ano passado, o ministério havia notificado 117 casos de sarampo no país, com dois óbitos.
Dos casos importados, 19 deles ocorreram em um surto da doença dentro de um navio de cruzeiro em Santos, no litoral paulista. O mesmo navio também provocou três casos de sarampo em Santa Catarina e um caso no Rio de Janeiro.

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O sarampo

O sarampo é uma doença infecciosa, viral e contagiosa, transmitida pela fala, tosse e espirro. Os sintomas da doença são febre alta [acima de 38,5º C], tosse, coriza, conjuntivite e manchas avermelhadas na pele e brancas na mucosa bucal. A vacinação é a única maneira de prevenir a doença. A vacina que protege contra a doença é a tríplice viral, que também protege contra caxumba e rubéola.
As complicações mais comuns do sarampo são infecções respiratórias, otites, doenças diarreicas e doenças neurológicas. As complicações do sarampo podem deixar sequelas, tais como a diminuição da capacidade mental, a cegueira, a surdez e o retardo do crescimento. O agravamento da doença pode levar à morte de crianças e adultos.
Em 2016, o Brasil recebeu da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), o certificado de eliminação da circulação do vírus do sarampo. Em março deste ano, no entanto, o Ministério da Saúde confirmou à Opas um caso de sarampo endêmico ocorrido no Pará, no mês de fevereiro. Com isso, o Brasil perderá a certificação de país livre da doença e precisará iniciar um plano para retomar o título dentro de 12 meses.
Segundo o ministério, o governo federal estabeleceu a cobertura vacinal como meta prioritária da gestão de saúde no país. Nessa agenda de prioridades, o ministério lançou, em abril, o Movimento Vacina Brasil, buscando reverter o quadro de queda das coberturas vacinais no país dos últimos anos.


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sexta-feira, 17 de maio de 2019

Natureza beneficia bem-estar e saúde da população, mostra pesquisa



Estudo tem demonstrado como o contato com a natureza, mesmo que indiretamente, por imagens, pode ajudar a melhorar o ânimo de pacientes em tratamento contra o câncer. Coordenado pela pesquisadora Eliseth Leão no Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein, o estudo demonstra como relação com a natureza pode ser um elemento de promoção da saúde.
Na primeira fase, houve mais de 28 mil avaliações de imagens da natureza produzidas pela própria equipe do estudo, com foco no bem-estar, que formou um banco de 450 fotos que podem ser usadas dentro dos hospitais em futuros procedimentos como este da pesquisa.
A partir dessas imagens, um vídeo foi criado e apresentado a 78 pacientes durante sessões de quimioterapia. Os dados ainda estão sendo analisados, mas já mostram que o estado de ânimo deles no momento que começam a receber o medicamento melhora após a visualização do vídeo.


“Já foi possível notar que os aspectos negativos de preocupação e ansiedade são inibidos e os positivos, de tranquilidade, são aumentados. Espero que esta tendência seja mantida com o final do tratamento dos dados”, ressaltou Eliseth. Segundo a pesquisadora, há teorias que servem de base para estudos da influência da natureza no bem-estar das pessoas, como a teoria da recuperação psicofisiológica do stress, mostrando que há uma reação restauradora imediata quando se está no meio da natureza.
“Depois tem uma outra [teoria] de recuperação da atenção: quando você está na natureza, você tem uma atenção que não é forçada, não é dirigida, então você consegue se recuperar da fadiga mental que nos acomete”, contou. “Outras pesquisas já antecederam o que a gente está fazendo agora. As pessoas já sabem que a natureza faz bem, como quando dizem querer ir à praia em situações de estresse, mas alguns tendem a achar que é algo muito pessoal e sem evidência científica”.
Por exemplo, um dos estudos que foram feitos na década de 80, segundo Eliseth, colocava pacientes internados em quartos que tinham vista para a natureza e outros em quartos que não tinham. “Aqueles que tinham vista [para a natureza] saíam do hospital antes, se recuperavam mais rapidamente. Então começaram a estudar como psicofisiologicamente a gente responde. Tem uma série de teorias que mostram que [a natureza] é um ambiente restaurador”.
O tema será discutido hoje (14), a partir das 10h, no painel “Saúde e Mata Atlântica”, na capital paulista, durante a programação do evento Viva a Mata 2019, na Unibes Cultural, realizado pela Fundação SOS Mata Atlântica, com participação da pesquisadora.
“Muita gente sabe dos impactos causados pela degradação ambiental e como isso afeta a vida das pessoas, e alguns desastres recentes comprovam isso. Mas o que pouca gente sabe é como passar um tempo ao ar livre, principalmente em áreas verdes, traz não apenas benefícios ao bem-estar, como tranquilidade, mas também à saúde. É isso que queremos mostrar e resgatar a relação positiva entre as pessoas e o meio ambiente”, disse Erika Guimarães, bióloga e especialista em Áreas Protegidas da SOS Mata Atlântica.
O médico patologista Paulo Saldiva, que também participa do painel hoje de forma remota, concorda com as afirmações da pesquisadora. Para ele, as pessoas não passam indiferentes por uma floresta e, quanto maior a exposição à natureza, menor o risco de infecções, maior a taxa de recuperação e menor o tempo para a alta de um paciente.
“Ao termos contato com a natureza percebemos que há uma afinidade com ela, algo que enxergamos, pois foi imprintado em nosso genoma por milhares de anos de evolução”. Ele apresenta um dado da Universidade de Barcelona comprovando como a natureza além de confortar psicologicamente, também aumenta o cérebro de crianças e a produção de substâncias que reduzem inflamações e melhoram a imunidade.


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quinta-feira, 16 de maio de 2019

Hospital de Pirapetinga recebe mais de R$ 380 mil em investimento

Hospital Municipal de Pirapetinga


O hospital municipal de Pirapetinga, região da Zona da Mata, recebeu recursos do Programa de Eficiência Energética.  Executado pela Energisa sob a regulação da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), o programa revitalizou toda a parte eletroeletrônica do lugar, oferecendo aos cidadãos mais segurança, bem-estar e conforto.

Ao todo, foram investidos aproximadamente R$ 387 mil em eficiência energética como a troca das 555 lâmpadas atuais para lâmpadas LED e de 27 aparelhos de ar-condicionado para modelos mais modernos e eficientes. Além disso, o hospital municipal recebeu o sistema de energia solar (fotovoltaico) com potência de 40,95kWp capaz de abastecer quase 40 casas populares de uma vez só.




As obras de eficientização energética do hospital de Pirapetinga, juntamente com o treinamento e capacitação para uso correto dos novos equipamentos, foram concluídas na última sexta-feira, 10 de maio. Isso significa bem-estar, comodidade, eficiência e sustentabilidade. A antiga rota do café, orgulho de muitos pirapetinguenses, agora é rota das boas ações em prol da sociedade.


Energisa

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quarta-feira, 8 de maio de 2019

Atendimento em postos de saúde poderá ter horário ampliado



O Ministério da Saúde publica amanhã (9) portaria que amplia o horário de atendimento de unidades básicas de saúde. De acordo com o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, as opções de carga horária semanal a serem disponibilizadas aos chamados postos de saúde são 40 horas (esquema atual), 60 horas e 75 horas. Atualmente, a maioria das unidades funciona até as 17h. Com a mudança, elas poderão atender até as 22h.
Ainda segundo o ministro, a partir da publicação da portaria, prefeitos e secretários municipais de Saúde terão de se organizar para definir qual a carga horária a ser adotada em cada unidade básica de saúde do respectivo município. “Nós estamos dando para eles algumas coisas que eles nunca tiveram. Que as equipes possam ter propostas de trabalho de 40 horas, de 60 horas e de 75 horas. Que eles organizem os horários dessas equipes”, disse.
Outra novidade prevista na portaria, segundo Mandetta, é a possibilidade de cada unidade básica de saúde poder contar com até seis equipes de profissionais e não mais três, como funciona atualmente. A proposta do ministério é que os postos de saúde que aderirem à carga horária de 75 horas semanais possam organizar melhor seu esquema de trabalho tendo disponíveis mais equipes e, em alguns casos, triplicando a verba de custeio.
“A gente espera, com isso, desafogar muito as UPAs [unidades de pronto atendimento] e emergências”, disse o ministro, ao citar como exemplo mulheres que buscam atendimento médico para os filhos depois das 17h. “Parece que criança só piora de noite. E aí, o único local que essa mãe tinha era uma UPA. Às vezes, ela atravessava a cidade. Ter até as 22h também pode ser um momento para fazer a vacina, colocar tudo em dia, fazer o preventivo.”

A.Brasil

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segunda-feira, 8 de abril de 2019

Secretaria de Estado de Saúde espera imunizar 4,8 milhões de pessoas contra a influenza



Campanha será aberta no dia 10 de abril e mobilizará 14 mil profissionais em 92 municípios
Para o lançamento da 21ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza, a Secretaria de Estado de Saúde (SES) mobilizará mais de 14 mil profissionais de saúde nos 92 municípios. Do dia 10 a 19 de maio, a vacina será aplicada em crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias) e gestantes. As doses estarão disponíveis, das 8h às 17h, em 1845 postos de saúde em todo o Estado. A meta da SES é vacinar 4,8 milhões de pessoas e alcançar 90% do público-alvo
.
A vacinação dos demais grupos acontecerá do dia 22 de abril a 31 maio: puérperas (até 45 dias após o parto), povos indígenas, pessoas com 60 anos de idade ou mais,  trabalhadores de saúde, etc. No ano passado, a cobertura atingida pela campanha foi de 77,99% do público-alvo.
- A vacina contra a influenza é uma das medidas mais efetivas de prevenção em relação à doença e suas complicações – atesta o secretário de Estado de Saúde, Edmar Santos, que convoca a população a se proteger com as doses disponíveis nos postos.

De acordo com o subsecretário de Vigilância em Saúde, Alexandre Chieppe, a influenza é uma doença respiratória infecciosa de origem viral, que pode levar a complicações graves e a óbito.  Segundo ele, as crianças, as gestantes e os adultos com 60 anos ou mais são os grupos mais vulneráveis, por isso precisam se proteger.

Período da campanha
A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza será realizada de 10 de abril a 31 de maio de 2019, sendo que em 4 de maio acontece o Dia D, período da mobilização nacional.
Importância da vacina
A influenza provoca hospitalização e mortes por infecção. A vacinação reforça o sistema imunológico da pessoa, constituindo-se num importante instrumento de prevenção contra a doença.

Quem será vacinado
Além do grupo já citado, também serão imunizados adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medida socioeducativa e população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional, e pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições especiais, independente da idade. A vacina também será ofertada aos professores das escolas públicas e privadas.

Números no estado
A Superintendência de Vigilância Epidemiológica da SES informa que em 2018, foram notificados 233 casos de influenza, com 30 óbitos. Em 2019, não ocorreu nenhuma notificação da doença.


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quarta-feira, 6 de março de 2019

Paciente fica 'livre' de HIV após transplante de células-tronco



Um paciente europeu infectado por HIV deixou de apresentar sinais do vírus após um transplante de células-tronco. O caso, relatado na revista científica Nature, é apenas o segundo já registrado no mundo.
O paciente já não tem sinal do vírus há 18 meses e, inclusive, deixou de tomar medicamentos contra a infecção. Porém, os pesquisadores dizem que ainda é muito cedo para dizer que a pessoa está "curada" do HIV. 
O motivo primário do tratamento não foi o vírus, mas um câncer. Por isso, médicos explicam que esse tratamento não é adequado para tratar a maioria das pessoas com HIV. Por outro lado, pode ajudar a ciência a encontrar um caminho para a cura.
O paciente é um homem que vive em Londres - seu nome não foi divulgado. Foi diagnosticado com HIV em 2003 e com linfoma de Hodgkin - um tipo de câncer - em 2012. Como parte do tratamento contra o câncer, fez quimioterapia e recebeu um transplante de células tronco de um doador que era resistente ao HIV. Assim, tanto o câncer quanto o HIV acabaram retroagindo.

Segundo caso registrado no mundo

Essa é a segunda vez que o HIV se torna indetectável após um tratamento desse tipo. 
Dez anos atrás, Timothy Brown, de Berlim, recebeu um transplante de medula óssea de um doador que também era imune ao HIV. É considerado a primeira pessoa a "derrotar" o HIV e a Aids.
O tratamento com o transplante, combinado com radioterapia, tinha como objetivo combater uma leucemia.
"Ao conseguir que o HIV se torne indetectável em um segundo paciente, através de uma abordagem similar, nós demonstramos que o caso do paciente de Berlim não foi uma anomalia. Foi a abordagem de tratamento que eliminou o HIV nessas duas pessoas", afirmou Ravindra Gupta, processor da Universidade College London, na Inglaterra, que liderou o estudo.
Eduardo Olavarria, do Imperial College London, que também participou da pesquisa, disse que o sucesso do transplante de célula-tronco oferece esperança de que sejam desenvolvidas novas estratégias para combater o HIV.
Mas acrescentou: "O tratamento não é apropriado como um tratamento padrão contra o HIV, devido à toxicidade da quimioterapia, que, nesse caso, era necessária para tratar o linfoma".


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quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Ministério da Saúde faz alerta para vacinação em período de férias



O Ministério da Saúde faz um alerta aos viajantes neste fim de ano: manter a caderneta de vacinação atualizada é fundamental para ter uma viagem saudável e tranquila. Pelo menos 10 dias antes da viagem, o turista deve atualizar a caderneta de acordo com as orientações do Calendário Nacional de Vacinação. Segundo a pasta, viajantes devem dar atenção especial às vacinas contra sarampo, hepatites A e B, e a febre amarela.
A pasta disponibiliza uma seção em seu site com informações, dicas e orientações sobre a saúde do viajante.
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Uma das doenças de maior risco de transmissão no verão é a febre amarela, com registro em áreas com grande contingente populacional desde 2017. Atualmente, mais de 4 mil municípios são considerados áreas com recomendação de imunização. A vacina contra a febre amarela é ofertada gratuitamente no Calendário Nacional de Vacinação, e apenas uma dose é suficiente para a proteção por toda a vida.
Outra vacina importante para quem for viajar é a contra o sarampo. Isso porque o Brasil enfrenta atualmente dois surtos da doença: no Amazonas, com 9.724 casos confirmados e, em Roraima, com 349. Também há registros de casos em São Paulo, no Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, em Rondônia, Bahia, Pernambuco, no Pará, Distrito Federal e em Sergipe.
Outro alerta da pasta é direcionado aos turistas que necessitem de medicamentos de uso contínuo. O viajante não deve esquecer a prescrição médica e precisa levar a quantidade suficiente para o período em que estará fora de casa. Além disso, é importante esclarecer que o Ministério da Saúde recomenda o uso de repelentes como medida de proteção para quem não pode se vacinar, como as gestantes que não podem tomar a vacina contra a febre amarela.
 
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quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Caderneta de vacina passa a ser documento obrigatório para matrícula na rede municipal de Campos


A lei foi sancionada e publicada na edição desta terça do Diário Oficial




Na última terça-feira (4) passou a ser obrigatória em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, a apresentação da caderneta de vacinação da criança e do adolescente no ato da matrícula e rematrícula escolar no município.

A lei foi sancionada pelo prefeito Rafael Diniz (PPS) e publicada na edição desta terça do Diário Oficial.

De acordo com a lei, a caderneta de vacinação deverá estar atualizada, com todas as vacinas consideradas obrigatórias em dia, de acordo com o calendário de vacinação da criança e do adolescente, nos termos das disposições do Ministério da Saúde (MS), Secretaria de Saúde do Estado (SES) e Secretaria Municipal de Saúde (SMS).

Será dispensado da vacinação obrigatória, o aluno que comprovar a contraindicação da vacina faltante por atestado médico.

A falta da apresentação deste documento ou a constatação da falta de alguma vacina obrigatória não impedirá a matrícula, devendo a situação ser regularizada num prazo máximo de 30 dias.

Neste caso, a escola deve informar aos pais ou responsáveis as vacinas faltantes, a importância da vacinação e orientar a procura por um posto de saúde para regularizar a vacinação.

Caso a situação não seja regularizada no prazo previsto, a escola deverá comunicar o fato ao Conselho Tutelar para adoção das providências cabíveis.
"É extremamente importante que as crianças e os adolescentes tenham a caderneta de vacinação em dia. Foi muito pedido por nós que esse critério fosse adotado. Dessa forma, conseguimos manter a vida desse público em dia contra as doenças imunopreviníveis. Todas as escolas terão uma campanha preventiva, observando esse calendário com maior proximidade durante a matrícula", destacou a diretora da Vigilância em Saúde, Andreya Moreira.

A Vigilância em Saúde orienta os pais ou responsáveis que, antes mesmo do período das matrículas ou rematrículas, procurem uma das salas de vacinação ou o Centro de Saúde para que um profissional oriente corretamente se há vacinas faltantes e realize a imunização, se necessário.


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segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Ministério esclarece direitos dos trabalhadores com câncer de próstata


Em 2017, 6.149 trabalhadores foram afastados do trabalho em decorrência do desenvolvimento da doença, o segundo tipo de câncer mais frequente entre os homens  


No Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens, ficando atrás apenas do câncer de pele não-melanoma. Em 2017, 6.149 trabalhadores foram afastados do trabalho em decorrência do desenvolvimento da doença. Estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca) aponta para o registro de 68.220 novos casos em 2018. 
Em valores absolutos e considerando ambos os sexos, esse tipo de câncer é o quarto tipo mais comum. O Ministério do Trabalho adere à campanha Novembro Azul, dedicado à prevenção e tratamento do câncer de próstata, e esclarece sobre os direitos dos trabalhadores diagnosticados. 
Durante o tratamento, o trabalhador celetista poderá fazer o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), como previsto na Lei 8.036/90 (Artigo 20). O PIS/Pasep também poderá ser sacado (Resolução 01/96 do Conselho Diretor do Fundo de Participação do PIS/Pasep) no valor de do saldo da conta, respectivamente, em agências da Caixa Econômica Federal ou Banco do Brasil. 
O trabalhador também tem direito ao auxílio-doença, quando o médico indicar o afastamento do trabalho, e, em episódios mais avançados, pode requerer a aposentadoria por invalidez. Nos casos em que o trabalhador necessite de cuidados permanentes de outra pessoa, além da aposentadoria por invalidez ele também tem o direito a um acréscimo de 25% no valor do benefício, conhecido por Auxílio Acompanhante, conforme previsto na Lei nº 8.213/91. O valor adicional é pago pelo Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) de forma vitalícia. 
Para ter acesso a esses tipos de benefícios é necessário estar na condição de segurado da Previdência Social e passar pela perícia médica do INSS, para comprovação da incapacidade de trabalho. Nesta cartilha é possível ter acesso aos demais benefícios concedidos, como os referentes ao Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF). 
Segundo o INCA, o câncer de próstata é considerado um câncer da terceira idade, já que cerca de três quartos dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos. O aumento observado nas taxas de incidência no Brasil pode ser parcialmente justificado pela evolução dos métodos diagnósticos, pela melhoria na qualidade dos sistemas de informação do país e pelo aumento na expectativa de vida. 
O diagnóstico precoce é o grande aliado para o tratamento da doença. Mesmo na ausência de sintomas, é recomendado que homens a partir dos 45 anos visitem o médico urologista para uma avaliação clínica.  




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quarta-feira, 31 de outubro de 2018

População de Porciúncula ganha equipamento de Raio X



A Secretaria de Saúde de Porciúncula foi contemplada com um aparelho para realização de exames de raios-x em pacientes do município. O equipamento e seus acessórios, tudo em excelente estado de conservação, foi doado pela porciunculense Cláudia Aguiar Jogaib, esposa do médico Marco Aurélio Jogaib, com o objetivo de ajudar a população no diagnóstico e tratamento de doenças.

De acordo com secretário de Saúde Carlos Marcelo Menin, o equipamento será de grande valia para o município, pois irá agilizar a realização de exames. Devido a sua mobilidade, ele pode ser levado aos leitos dos pacientes, quando o hospital estiver funcionando. “Gostaria de agradecer imensamente os doadores pelo nobre gesto, que será de grande valia para a saúde dos porciunculenses”, disse o secretário.

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terça-feira, 16 de outubro de 2018

Programa do governo estimula uso da bicicleta no Brasil



O presidente Michel Temer sancionou lei para estimular o uso da bicicleta como meio de transporte e integrá-la ao sistema de transporte público coletivo. A Lei 13.724/18, que institui o Programa Bicicleta Brasil (PBB), foi publicado no dia 5 de outubro no Diário Oficial da União, com o objetivo de melhorar as condições de mobilidade urbana no país.

O programa deverá ser implementado em cidades com mais de 20 mil habitantes. Entre outras ações, ele propõe a construção de ciclovias, ciclofaixas e faixas compartilhadas; a implantação de aluguéis de bicicletas a baixo custo em terminais de transporte coletivo, centros comerciais e locais de grande fluxo; a construção de bicicletários nos terminais de transporte; e a instalação de paraciclos ao longo das vias e estacionamentos apropriados.
Nas cidades com mais de 500 mil habitantes, a lei obriga a implantação de ciclovias, conforme exigido pelo Estatuto da Cidade.
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A lei também prevê a criação de uma cultura favorável ao uso da bicicleta como forma de deslocamento eficiente, econômica, saudável e ambientalmente saudável. Por isso, os órgãos de implementação deverão promover campanhas de divulgação desses benefícios e implantar políticas de educação para o trânsito para promover um bom convívio desse meio de transporte com os demais veículos.
Os recursos para o programa virão da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide-combustíveis). O percentual do tributo federal a ser destinado ainda será definido em regulamento. O programa também poderá contar com repasses dos governos federal, estadual e municipal, de doações de organismos de cooperação internacionais e nacionais, de empresas e até de pessoas físicas.
A lei entrará em vigor 90 dias após a publicação. A coordenação do programa será do Ministério das Cidades, que poderá firmar parcerias com outros órgãos de governo, entidades não governamentais, além de empresas do setor privado.

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quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Anvisa aprova novo produto para tratamento da hemofilia B


Autorização do registro foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (8)


Um novo medicamento biológico para o tratamento e a profilaxia de sangramento de pacientes com hemofilia B foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Trata-se do Idelvion (alfa-albutrepenonacogue), que também controla e previne o sangramento em ambientes cirúrgicos.
Com o Idelvion, será possível substituir o fator IX de coagulação recombinante, ausente nos pacientes com hemofilia B e necessário para a hemostasia – termo para a prevenção da perda de sangue, ou estancamento de sangue.
A autorização do registro do produto, concedida com base na Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 55/2010,foi publicada na edição desta segunda-feira (8) do Diário Oficial da União.

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Sangramentos

Com sintomas parecidos, a hemofilia A é mais comum que a hemofilia B e representa cerca de 80% dos casos. As duas envolvem sangramentos intra-articulares (hemartroses) e hemorragias musculares ou em outros tecidos ou cavidades. O tipo A é mais recorrente - um caso em cada 5 mil a 10 mil nascimentos. Já o B tem um número menor de registros, a cada 30 mil a 40 mil partos.

Com Anvisa e do Ministério da Saúde


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quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Cidades se iluminam de rosa para lembrar combate ao câncer de mama


Cartões-postais de diversas cidades brasileiras recebem, a partir do dia (2), iluminação especial em  homenagem ao Outubro Rosa, movimento mundial de combate ao câncer de mama. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), em 2018, 59.700 mulheres terão algum tipo de contato com este tipo de câncer, o segundo mais recorrente entre as mulheres no país.
A campanha ocorre anualmente, com o objetivo de compartilhar informações sobre o câncer de mama. As ações promovem a conscientização sobre a doença, além de proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento e contribuir para a redução da mortalidade.
A campanha também busca fortalecer as recomendações do Ministério da Saúde para o rastreamento e o diagnóstico precoce do câncer de mama e desmistificar conceitos em relação à doença, além de enfatizar a importância de a mulher conhecer suas mamas e ficar atenta a alterações suspeitas.
De acordo com o Inca, o câncer de mama é o tipo mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do câncer de pele não melanoma, respondendo por cerca de 28% dos casos novos a cada ano. A doença também acomete homens, sendo porém mais rara, representando 1% do total de ocorrências.
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terça-feira, 2 de outubro de 2018

Saúde das mulheres recebe investimentos de R$ 13,55 milhões


Intenção do repasse é melhorar o atendimento na saúde sexual e reprodutiva




Para melhorar o atendimento às mulheres na rede pública de saúde, com foco na saúde sexual e reprodutiva, o governo federal vai investir R$ 13,55 milhões em iniciativas que aprimorem os serviços ao público feminino. A medida faz parte da Agenda Mais Acesso, Cuidado, Informação e Respeito à Saúde das Mulheres da Atenção Básica de Saúde.
Propostas apresentadas pelas prefeituras serão analisadas com base no edital lançado pelo Ministério da Saúde. Com três faixas de valores - R$ 100 mil, R$ 150 mil e R$ 250 mil -, a divisão dos repasses ocorre de acordo com o tamanho dos municípios. 

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Objetivos
Com a ação, o cuidado com a saúde feminina passa a ser considerado em todas as idades, desde a infância até a terceira idade, e em diversas instâncias, como a escola. O edital mira sobretudo nos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres, que incluem a ampliação da oferta de métodos anticoncepcionais, como o DIU de cobre, testes rápidos de gravidez, sífilis e HIV.
Cronograma
As prefeituras interessadas têm 30 dias para enviar um diagnóstico sobre os serviços referentes à saúde sexual e reprodutiva da mulher na cidade. Também é necessário remeter ações propositivas que vão ao encontro dos objetivos do edital.
Conjuntura
Atualmente, iniciativas como o Caderneta de Saúde do Adolescente, pré-natal, parto, pós-parto, Rede Cegonha focam as ações para mulheres adolescentes e adultas.
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Fonte: Ministério da Saúde

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sábado, 8 de setembro de 2018

Chances de gravidez aumentam em quem tem fé, diz pesquisa brasileira


Estudo recente do Fertility Medical Group, de São Paulo, feito com mulheres em tratamento para engravidar, sugere que a chance aumenta até 80% quando elas têm alguma crença espiritual


Pesquisa inédita feita pelo Fertility Medical Group (SP) com 887 mulheres que passaram por tratamento de fertilização in vitro revelou que as chances de engravidar cresceram em até 80% entre aquelas que afirmaram ter algum tipo de crença espiritual. Além disso, as taxas de fertilização, ou seja a capacidade do espermatozoide fecundar o óvulo, também aumentaram em até 20% no mesmo grupo. "Uma das explicações possíveis para o resultado é a diminuição da ansiedade, depressão e estresse que a espiritualidade, independentemente da religião escolhida, provoca em seus praticantes", diz o ginecologista e obstetra Edson Borges, especialista em reprodução assistida e autor do estudo.

Esse "efeito tranquilizador" já foi comprovado em pesquisas anteriores, vale destacar, como em uma realizada pela Universidade de Toronto (Canadá), em 2009. Se você é adepta de algum tipo de crença espiritual, então, vai com fé!

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Existem alguns fatores, comprovados pela ciência, que podem dificultar a gravidez. Confira três que merecem destaque:
1. Cigarro — É comprovado por inúmeros estudos que o tabagismo ocasiona um envelhecimento precoce dos óvulos. Ou seja, mulheres fumantes podem entrar na menopausa até dois anos mais cedo do que as não fumantes.
2. Hábitos de vida — O consumo excessivo de álcool, alimentos industrializados e o sedentarismo são fatores de risco para diversas doenças, como o diabetes e a obesidade, e também têm influência direta na ovulação.
3. Idade — Se possível, claro, engravide antes dos 35 anos. A idade avançada é a principal causa de infertilidade, pois os óvulos envelhecem com a mulher, gerando alterações no DNA que dificultam a gravidez.


Fonte: Carolina Ambrogini, ginecologista e obstetra do Projeto Afrodite (Unifesp).


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