quinta-feira, 11 de junho de 2026

Rio ganha 68 novos especialistas para enfrentar filas e ampliar atendimento no SUS


Divulgação


O estado do Rio de Janeiro recebeu na quarta-feira (10/06) um grupo de novos profissionais do programa “Mais Médicos Especialistas”. A iniciativa do Governo Federal em parceria com os estados, integra o “Agora Tem Especialistas”, que visa reduzir o tempo de espera da população a consultas, exames e cirurgias especializadas no Sistema único de Saúde (SUS). Hoje, são 68 profissionais reforçando o atendimento na rede pública do estado.

“Políticas públicas como essa são extremamente importantes para encurtar a espera por consultas, exames e cirurgias especializadas. Vamos trabalhar em conjunto para ampliar ainda mais o número de médicos, atendendo às regiões mais carentes do nosso estado”, ressaltou o secretário de Estado de Saúde, Ronaldo Damião, que lembrou, durante a solenidade de apresentação dos profissionais, que o estado ainda vive consequências do represamento de cirurgias durante a pandemia da Covid-19 por conta da ocupação dos hospitais na ocasião.

De acordo com o secretário, os maiores gargalos estão na cidade do Rio e na região metropolitana. “Especialistas em oncologia, cirurgia cardiovascular e radioterapia estão se apresentaram para reforçar as equipes das unidades públicas, especialmente de alta complexidade. São áreas que apontamos como cruciais”, disse o secretário, acrescentando que hospitais como o Universitário Pedro Ernesto, o Hospital Universitário da UFRJ, da UFF, e da UniRio serão convidados a participar do Projeto, que auxilia na redução de tempo de espera.

A coordenadora-geral de Formação e Inovação para o Provimento Profissional do Ministério da Saúde, Thaís Maranhão, disse que o objetivo principal do programa é ampliar a oferta de atendimento especializado. “A gente faz um edital de chamamento público para os médicos. Eles participam de um processo de seleção em que eles dizem para onde querem ir. Há um deslocamento de médicos entre estados”, explica Thais, informando que o programa mobiliza toda a estrutura de saúde pública e privada do país para atuar em áreas desassistidas.

Em todo o Brasil, 1.501 profissionais atuam no programa e a meta é chegar a 2 mil profissionais, ainda em 2026, segundo a representante do Ministério da Saúde.

COMPARTILHE

Curta Nossa Página no Facebook

Compartilhe

CURTA A NOSSA PÁGINA