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| Donald Trump e Nicolás Maduro (Salwan Georges/The Washington Post e Jesus Vargas/Getty Images) |
Em um anúncio surpreendente neste sábado (3), o presidente dos Estados Unidos confirmou que forças americanas realizaram um ataque militar de grande escala contra a Venezuela nas primeiras horas da manhã, resultando na captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa. Segundo o comunicado, ambos teriam sido retirados do país por via aérea após a operação.
O ataque ocorreu em meio a uma série de explosões e movimentações de aeronaves na capital venezuelana, Caracas, e em várias regiões próximas, gerando pânico entre moradores que relataram tremores e quedas de energia. O presidente americano anunciou também uma coletiva de imprensa para fornecer mais detalhes sobre a operação.
A Casa Branca descreveu a ação como “bem-sucedida” e realizada em conjunto com forças de aplicação da lei norte-americanas. Ainda não há clareza oficial sobre o destino final de Maduro e da primeira-dama, nem sobre a base jurídica que teria sido usada para justificar a intervenção militar em solo estrangeiro.
A reação do governo venezuelano foi imediata e veemente. Autoridades de Caracas condenaram o que classificaram como uma agressão militar externa e exigiram provas de vida de Maduro e de sua esposa, afirmando não saber o paradeiro de ambos. O ministro da Defesa venezuelano disse que o país iria resistir à presença de tropas estrangeiras e que as Forças Armadas estavam mobilizadas para defender o território.
O episódio representa uma escalada dramática nas tensões entre os dois países, que vinham se intensificando nos últimos meses devido a acusações recíprocas sobre narcotráfico, instabilidade política e desafios à legitimidade do governo venezuelano. Enquanto a comunidade internacional começa a reagir ao ocorrido, a situação na Venezuela permanece volátil, com temores de uma crise humanitária e de repercussões geopolíticas na América Latina.
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