quarta-feira, 24 de maio de 2017

Firjan promove encontro de integração entre industriais do Norte e do Noroeste Fluminense


O Sistema FIRJAN, através das Representações Regionais Norte e Noroeste, promoveu, na última terça-feira, 23/05, um encontro de relacionamento empresarial em Campos. O objetivo do evento foi promover a integração entre os industriais das duas regiões.
“ O Norte e o Noroeste têm muito em comum. Não só pleitos das indústrias mas também muitas possibilidades de negócios entre as empresas. Esse encontro é um primeiro passo para integrar as duas regiões, para que, juntas, tenham mais força para superar esta crise”, disse o Gerente Regional da FIRJAN Luiz Mário Concebida.
Além de reunir os empresários, o evento contou com a apresentação de umcase de sucesso. O Diretor-Presidente da Companhia de Papéis de Santo Antônio de Pádua, COPAPA, Fernando Pinheiro falou sobre a transformação pela qual a empresa passou nos últimos anos. A companhia, que tem 50 anos de existência, é uma das maiores do estado na fabricação de papéis para fins sanitários e produz 170 toneladas por dia. Pinheiro contou como a profissionalização da gestão da fábrica iniciada em 2008, mudou o posicionamento da empresa no mercado e fez a produção e a lucratividade crescerem.
Fernando Pinheiro falou também da importância dos empresários se unirem para lutarem para melhorar ambiente de negócios nas regiões. “Somos carentes de infraestrutura principalmente, se nos unirmos seremos mais fortes para lutar por melhorias”
Pinheiro também falou sobre a importância do papel da FIRJAN nesse processo. Em 2016, quando o governo do estado aumentou o imposto sobre o papel higiênico de folha dupla ou tripla (ambos de textura mais macia), os fabricantes fluminenses amargam prejuízos.
Um decreto baixado em dezembro de 2015, retirou o produto da cesta básica, deixando apenas o de folha simples no pacote de itens considerados essenciais. Assim, os fabricantes do produto de maior qualidade, sobre o qual incidia um tributo de 7%, passaram a pagar uma alíquota de ICMS de 18% e um adicional de 2%, que é transferido para o Fundo Estadual de Combate à Pobreza.
Mas em setembro de 2016, o Governo do Estado acatou um ofício da Comissão de Tributação da Alerj e revogou um decreto.
“Foi uma luta árdua e a FIRJAN teve papel fundamental na conquista desse pleito. Uma prova que, com união, temos mais força”, destacou Pinheiro

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