segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Fiperj divulga piscicultura em Festa dos Pescadores de Cantagalo

Técnicos colaboraram com o torneio de pescaria tradicional da região


Buscando divulgar as políticas públicas voltadas para pesca e aquicultura fluminenses, a Fundação Instituto de Pesca do Estado do Rio de Janeiro esteve presente, no sábado (7), na 19ª edição da Festa dos Pescadores de São Sebastião do Paraíba, distrito de Cantagalo, município da Região Serrana.

Organizado pela Prefeitura de Cantagalo e realizado entre os dias 6 e 8 de setembro, o evento atraiu centenas de turistas interessados em assistir o tradicional torneio de pesca no Rio Paraíba do Sul. O casal Riuane e Edinho conquistou a vitória este ano ao capturar 47.955 kg de pescado.

Técnicos do Escritório Regional Serrano da Fiperj colaboraram na pesagem dos peixes do torneio e aproveitaram para apresentar aos pescadores e piscicultores participantes o caminhão para transporte de peixes abatidos. O veículo tem como objetivo facilitar o transporte do pescado dos produtores familiares da região.

- Tanto o caminhão de peixe abatido quanto o de peixe vivo, entregue na quinta pelo secretário de Estado Felipe Peixoto na abertura da Expo de Macuco, estão à disposição dos pescadores e piscicultores da Região Serrana. É preciso apenas agendar o transporte junto ao nosso escritório regional – explicou o técnico da Fiperj AmaroValente Junior.

Para o secretário de Estado de Desenvolvimento Regional, Felipe Peixoto, os veículos são uma forma de estimular a atividade da piscicultura na Região Serrana.

- Percebemos que a maior dificuldade dos produtores rurais estava em escoar sua produção. Com os caminhões, o Estado permite ao piscicultor acreditar na atividade e investir. A criação de peixe é um bom negócio e pode ser uma complementação de renda para quem já trabalha na agricultura ou na pecuária – afirmou o secretário estadual que esteve em São Sebastião do Paraíba na sexta-feira (6) conferindo os preparativos da festa.

Até agosto deste ano, o Escritório Regional Serrano da Fiperj registrou 34 propriedades criadoras de tilápia em Cantagalo. Nos 14 municípios da cobertura do escritório foram levantados 159 propriedades de piscicultura sendo 143 de tilápia e 16 de truta. No mesmo período, os técnicos realizaram 375 atendimentos a produtores rurais.

  Ascom da Secretaria de Desenvolvimento Regional

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Incentivada pelo Rio Leite, Quatá completa um ano de operação em Itaperuna

Grupo adquiriu fábrica da LBR, revigorou marca Leite Glória e manteve 180 empregos diretos


Localizado em uma importante bacia leiteira do estado, foi com expectativas positivas que o município de Itaperuna, na Região Noroeste, recebeu há um ano a chegada da Quatá.

Atraído pelos incentivos do programa Rio Leite, da Secretaria de Agricultura, o grupo que já opera seis fábricas em Minas Gerais, São Paulo e Paraná, adquiriu a planta industrial, que já pertenceu a Parmalat e LBR, iniciando sua operação no Rio de Janeiro.

Na quinta-feira (05/09), o secretário de Agricultura, Christino Áureo, visitou a indústria, em Itaperuna, que investiu no revigoramento da tradicional marca Leite Glória e evitou a demissão de 180 funcionários.

- Acompanhamos a derrocada da Parmalat, que fechou 19 indústrias de laticínios. Aqui não deixamos que o fracasso da empresa virasse tragédia. Incentivamos sua revitalização através de um grupo que é referência no mercado de laticínios e hoje viemos aplaudir o sucesso da empreitada – destacou o secretário.

Com incentivos do Rio Leite, a Quatá adquiriu os ativos e maquinários da fábrica e a marca Leite Glória. Para os sócios Feliciano Guerra e Maurício Cardoso foi um bom negócio e pretendem aumentar a produção.

- A política de incentivos do estado nos deu a oportunidade de adquirir a marca Glória, nascida no Rio de Janeiro. Temos orgulho em manter esses produtos no mercado e de contribuir para o fortalecimento da pecuária leiteira fluminense - afirmou Maurício.

Geração de empregos e fortalecimento do produtor

Além da manutenção dos 180 empregos diretos, a instalação da Quatá representa a abertura de mercado para o produtor rural. A unidade beneficia 250 mil litros de leite diariamente, captados de 280 produtores e 11 associações rurais.

- Estamos fomentando a produção leiteira na região. Valorizamos a qualidade do leite e praticamos o melhor preço junto ao produtor. Isso está revertendo em aumento de volume para beneficiamento - disse Fernando Carvalho, gerente da fábrica.

A Associação Ruralista da Serrinha concorda. Os 22 agricultores familiares associados decidiram, a partir deste início de setembro, enviar os 35 mil litros de leite produzidos mensalmente, que eram entregues em outro município, para a Quatá.

- Além do melhor preço, mais contato com os dirigentes e proximidade com a fábrica, estamos contribuindo para o crescimento do nosso município - disse Telma Bastos, secretária da associação, que fica em Retiro do Muriáe, distrito de Itaperuna.

Caminhos para o desenvolvimento

Na oportunidade, o prefeito Alfredo Rodrigues destacou as ações da secretaria estadual de Agricultura para beneficiar os produtores rurais, especialmente o programa Estradas da Produção.

- Mais de 200 quilômetros de estradas vicinais já foram recuperados em nosso município. Se não tivermos estrada, o leite não chega à indústria - disse.

Os avanços com o Rio Rural também foram destacados pelo secretário Christino Áureo durante a visita. A implantação de pastejos rotacionados e a disponibilização de tanques de resfriamento pelo programa estão aumentando a produtividade e qualidade ao leite.

Na ocasião ele anunciou a instalação de 40 mil unidades de fossas sépticas em todo o Estado, afirmando que o saneamento rural é uma das prioridades da secretaria.

- Investimos na qualidade de vida do agricultor. Boas estradas, fortalecimento da produção, melhores condições de trabalho e de saúde. É isto que faz o Rio de Janeiro crescer. Fomos apontados como o segundo melhor Estado da região Sudeste e o oitavo do Brasil em desenvolvimento rural sustentável – afirmou.
Ascom da Secretaria de Agricultura


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sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Beber leite durante gestação deixa filhos mais altos, diz pesquisa

Vários estudos apontam benefícios ou malefícios que a dieta da mulher durante a gestação traz para a saúde dos bebês. Pois um time de nutricionistas de três países afirma que mulheres que bebem leite durante a gravidez têm filhos mais altos quando estes chegam à adolescência.
Especialistas da Islândia, Dinamarca e Estados Unidos compilaram dados de crianças nascidas no fim dos anos 1980 e verificaram a quantidade de leite ingerida pelas mães durante os nove meses de gestação.
Os bebês foram medidos e pesados no nascimento e depois acompanhados por quase duas décadas. Os resultados, publicados no Jornal de Nutrição Clínica e divulgados pelo Daily Mail, mostram que os mais altos eram aqueles cujas mães tomavam mais de 150 ml de leite diariamente. Também foram encontradas doses maiores de insulina no sangue desses voluntários, indicando que o leite também teria conferido mais proteção contra o desenvolvimento de diabetes na vida adulta.
Um outro estudo publicado no começo do ano mostrou que consumir leite na gestação deixa os bebês mais inteligentes, com QI mais alto. A pesquisa verificou a dieta de mais de mil mulheres e credita o benefício também ao consumo de outros derivados, como laticínios.
JB

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Minc defende parcerias para ampliar coleta seletiva de lixo no Rio

Rio de Janeiro - O secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc avaliou hoje (5) que, apesar de o Rio de Janeiro ter acabado com os lixões, o estado precisa avançar no que diz respeito à coleta seletiva. A declaração foi feita durante a 1ª Conferência Municipal de Meio Ambiente da capital fluminense, que reuniu governantes, autoridades, empresários e membros da sociedade civil no Parque da Quinta da Boa vista, na zona norte da cidade.
No encontro, o secretário anunciou que os aterros sanitários de Itaboraí, São Gonçalo, Belford Roxo e Seropédica, na região metropolitana do Rio, terão estações de tratamento de chorume. Segundo Minc, a expectativa é que elas sejam construídas entre janeiro e março do ano que vem.
Para o secretário, é preciso conscientizar a população sobre a necessidade de maior envolvimento na questão ambiental. "Todos os governantes são favoráveis à coleta seletiva. Então por que os nossos níveis de coleta seletiva são tão fracos? Em todo estado, menos de 3% do lixo são separados, no município estamos com menos de 2,5%. É preciso estimular as pessoas levando os agentes sanitários as suas casas para dar informações. Ao mesmo tempo, as companhias municipais têm que dar uma resposta para esse cidadão que separa o seu lixo, as cooperativas dos bairros têm que se articular para dar apoio a essas ações com espaços para atender a essa demanda", disse Minc.
A primeira conferência municipal teve como principal objetivo debater a ampliação da coleta seletiva, com a inclusão social de catadores de materiais recicláveis, além de discutir o problema do descarte de resíduos sólidos no Rio. Setenta e quatro cidades fluminenses já haviam promovido conferências para discutir assuntos na área de meio ambiente.
“Estamos apoiando os municípios fluminenses na implantação de programas de coleta seletiva que já chegaram a 60 cidades. Além disso, por meio do nosso Programa Catadores e Catadoras em Redes Solidárias, estamos apoiando a inclusão socioeconômica dessas pessoas em 41 municípios do estado do Rio de Janeiro. Somando essas duas iniciativas, nós vamos estimular a cadeia de reciclagem de resíduos sólidos no estado. Queremos alcançar a meta de chegar a 10% dos índices de reciclagem de lixo até o final de 2014”, ressaltou o secretário.
A conferência foi dividida nos seguintes temas de discussão: produção e consumo sustentáveis, redução dos impactos ambientais, geração de emprego e renda e educação ambiental. Para o secretário municipal do Ambiente, Carlos Alberto Muniz, os avanços na área requerem a participação efetiva de todas os segmentos sociais.
"O lixo precisa entrar em uma escala produtiva, e retornar em forma de benefício para a sociedade. Esse trabalho só irá adiante quando todos os envolvidos nesse processo conseguirem entender esse pensamento. Não adianta discutir um modelo de vida mais sustentável e, na hora de pôr em prática, não ter o apoio de uma ou de outra parte."
Paralelamente à Conferência Municipal de Meio Ambiente, manifestantes fizeram um protesto na Quinta da Boa vista contra as remoções de moradores de várias comunidades do Rio de Janeiro, em especial das famílias que vivem no Horto, área do Jardim Botânico, na zona sul da cidade.
Agência Brasil

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Coleta seletiva já atende escolas estaduais de Magé

O programa municipal de Coleta Seletiva, que faz parte do Programa Coleta Seletiva Solidária (PCSS) avançou mais uma etapa. Na última sexta-feira (30), os diretores e professores de todas as unidades da rede estadual de ensino receberam a certificação do curso de formação realizado pela equipe do INEA com a participação da Secretaria de Meio Ambiente.
O secretário de Meio Ambiente, Leandro Vidal, destacou o sucesso do projeto é uma tarefa conjunta. "Isso é um força conjunta e um grande desafio. Temos problemas de destinação dos resíduos e vocês [professores] serão replicadores junto à sociedade, e com a ajuda dos alunos esse processo será eficiente", disse.

Profissionais de todos os colégios estaduais de Magé participaram da capacitação e tiveram todo o suporte para a implantação do projeto da Coleta Seletiva Solidária. O resultado foi apresentado pelos participantes em forma de depoimento. "Foi além do que eu esperava e os resultados foram bastante satisfatórios. E a arrecadação foi acima do esperado, até já pedimos mais big bags [saco de nylon para depositar os materiais recicláveis a serem entregues para a coleta seletiva]", contou o professor de geografia do Colégio Estadual José Veríssimo, Neuber Nogueira.
A professora de Biologia, Ana Claudia Gobira, que trabalha com Neuber no projeto, também reconheceu o engajamento dos alunos, e acredita que o sucesso da iniciativa se deve a abertura de conhecimento sobre todo o histórico do município e das áreas envolvidas no programa.
"Percebemos que eles ficaram mais tocados em saber que famílias tirava seu sustento do lixão (o terreno no bairro de Bongaba abrigou um lixão por 30 anos) e desde 2011 e com uma simples atitude deles agora eles teriam garantida sua fonte de renda e o apoio à preservação do ambiente. Assim criamos o grupo de fiscais do ambiente, dois alunos de cada turma ficam responsáveis por ficar de olho se os colegas estão dando o destino correto para o lixo", explicou.
Segundo Jorzeia Amorim, diretora de Formação e Desenvolvimento de Pessoas da Secretaria Estadual de Educação (SEEDUC), "toda a capacitação faz parte do desenvolvimento pessoal, nesse caso voltado para a melhoria do Ambiente em que vivemos. Isso não termina aqui, é o pontapé inicial do processo para que possamos dar continuidade. É importante também pedir a consultoria do pessoal da cooperativa, porque todos juntos fazemos parte desta história".
Desempenho elogiado
Raquel Bento, assessora do INEA e membro da equipe de capacitação, elogiou a equipe mageense. "Ficamos impressionados com o envolvimento da equipe de Magé. A cidade foi pioneira nesse novo método e o interesse e participação motivou o desenvolvimento do trabalho", disse.
Desde maio professores, diretoras, agentes das escolas estaduais passaram pelas atividades de teoria e prática para desenvolverem a Coleta Seletiva Solidária dentro das unidades de ensino. O conteúdo também incluiu uma visita ao aterro controlado em Bongaba, onde conheceram a história do lixão e do processo de remediação para recuperação do espaço. Além de realizar as dinâmicas, eles tem agora o desafio de mudar hábitos em suas escolas.
"É um marco histórico na Educação Ambiental. Estamos celebrando essa ação parceira pois a educação não tem ponto final", enfatizou Deise Kelly, coordenadora de Educação Ambiental e Saúde da SEEDUC.
Ascom Magé

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segunda-feira, 12 de agosto de 2013

AGRICULTURA FAMILIAR NO ESTADO TERÁ R$ 150 MILHÕES PARA SAFRA 2013/2014

Recursos vão financiar custeio e investimento nas propriedades agrícolas

Os agricultores familiares do Estado do Rio de Janeiro vão contar com R$ 150 milhões de recursos do Plano de Safra 2013/2014 para ampliar a produção do setor, através do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). O anúncio foi feito nesta sexta-feira (09/08), pelo secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento Agrário - MDA, Laudemir Müller, em Casimiro de Abreu, durante evento com as presenças do subsecretário estadual de Agricultura, Alberto Mofati, representando o secretário da pasta, Christino Áureo, e do prefeito do município, Antônio Marcos Lemos Machado, entre outras autoridades.

Na ocasião, Alberto Mofati assinou com o secretário executivo do ministério acordo de cooperação para execução das ações do Plano Safra.

- No passado, o Rio de Janeiro já teve mais crédito do Pronaf, por isso estamos intensificando esta parceria, inclusive junto ao Banco do Brasil e Caixa, que também está operando nesta área. O crédito rural alavanca a produção e faz com que as atividades do setor e a renda do produtor possam melhorar. Outro ponto positivo do plano é o foco no Programa de Aquisição de Alimentos - PAA, que gera um canal especial de comercialização para o produtor - frisou Mofati.

O representante do ministério, Laudemir Müller afirmou que o Estado tem importantes ações junto aos agricultores familiares, que aqui ultrapassam 40 mil.

- Nos últimos dez anos a renda do segmento em todo o Brasil cresceu 52%. Quase cinco milhões de famílias foram para a classe média. Isso é importante porque aumenta a demanda por crédito, investimento e consumo, fazendo gerar a roda da economia. O fortalecimento da agricultura familiar está em nosso projeto nacional de desenvolvimento e nessa caminhada contamos com o apoio do governo do Rio de Janeiro - enfatizou.

Durante a cerimônia, o MDA também fez a entrega de 35 retroescavadeiras para prefeitos de 35 municípios fluminenses, selecionados na segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento - PAC 2. As máquinas adquiridas com recursos do MDA irão reforçar a reestruturação produtiva dos agricultores familiares. De acordo com Laudemir Müller, é preciso investir em aeroportos, portos e também na recuperação da estradas vicinais, porque é por lá que escoa a produção.

O subsecretário de Agricultura, lembrou que o estado atua na manutenção e recuperação de estradas vicinais, através do Programa Estradas da Produção, que conta com 21 patrulhas mecanizadas realizando trabalhos em todas as regiões fluminenses.

 Ascom da Secretaria de Agricultura

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NOROESTE DO RIO SEDIA NOVAS UNIDADES DE CONSERVAÇÃO

Áreas terão 19.584 hectares e vão proteger 295 nascentes e cinco espécies ameaçadas

Em mais uma ação para preservação e recuperação da Mata Atlântica, o Noroeste Fluminense ganha seis unidades municipais de conservação ambiental. As áreas terão 19.584 hectares e vão proteger 295 nascentes e cinco espécies
de animais ameaçadas de extinção. Para partes devastadas, está previsto o plantio de 24 milhões de mudas.

A criação das unidades é resultado do trabalho conjunto das prefeituras e do Governo do Estado através dos Planos Municipais de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica. As áreas ficam em São Fidélis, Porciúncula, Cambuci, Aperibé e dois em Natividade. Os municípios têm 62,5 mil hectares da mata e potencial de reflorestamento de 74,9 mil hectares.

Estudos técnicos definiram categorias

– Entendemos que é a região que tem menos cobertura vegetal e que precisa de incentivos e projetos. Os remanescentes de Mata Atlântica ainda existentes e com alto grau de biodiversidade precisam ser preservados. Os planos de conservação preveem uma série de ações, e consideramos que o Noroeste tem cinco corredores prioritários que, unidos, formam as unidades – explicou Alba Simon, superintendente de Biodiversidade da Secretaria do Ambiente.

A categoria de conservação selecionada varia de acordo com o objetivo de cada área, como Refúgios de Vida Silvestre (RVS), Áreas de Proteção Ambiental (APA) e Monumentos Naturais (Mona). As definições foram feitas a partir de estudos técnicos. As ações de recuperação e proteção são criadas em articulação com outros órgãos, como o
Inea (Instituto Estadual do Ambiente) e a Secretaria de Agricultura. 

Danielle Moitas

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