terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

Secretaria de Agricultura fecha indústria de laticínios em Campos

 Fiscalização apreende 35kg de produtos impróprios para o consumo





A Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento fechou, nesta segunda-feira (8/2), uma indústria de laticínios em Campos dos Goytacazes. Segundo os técnicos da Defesa Agropecuária, o local, que fica em Imbé, funcionava de forma clandestina, nos fundos de uma casa, e não cumpria nenhuma das exigências legais de controle de qualidade dos produtos e de higiene. Ao todo foram apreendidos e inutilizados 37 kg de queijo mussarela e 300 litros de leite. O local deverá permanecer fechado até se regularizar, sob pena das sanções administrativas e criminais cabíveis, com multa que pode chegar a R$ 3.700.



O secretário de Agricultura, Marcelo Queiroz, explicou que o material era produzido para venda em churrascarias da cidade e que estas ações, cujo objetivo é manter a integridade do consumidor, têm sido constantes em todo o estado. A fiscalização contou com apoio da Vigilância Sanitária e da Polícia Militar.

- Há um alto comprometimento com a fiscalização dos comércios de produtos de origem animal. Um trabalho essencial que protege o consumidor de receber produtos impróprios para consumo – explica o secretário.




De acordo com o coordenador de Controle de Qualidade de Produtos Agropecuários, André Sampaio, as atividades de combate à produção clandestina de alimentos serão ampliadas em todo o estado do Rio de Janeiro pelo Serviço de Inspeção Estadual/RJ, em ações isoladas ou em conjunto com outros órgãos.

- Estamos reestruturando a coordenadoria responsável pelas ações. Estão programadas Barreiras Fiscais Agropecuárias nas rodovias de acesso ao Rio de Janeiro e em locais de produção, ajudando a coibir o trânsito e a entrada desses produtos clandestinos para consumo. Desta forma, evitamos a ocorrência de surtos de doenças veiculadas por alimentos ou até mesmo o aparecimento de uma nova enfermidade - afirmou o coordenador.



Ascom

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Fiocruz espera entregar entre os dias 15 e 19 de março 1 milhão de doses da vacina contra a Covid-19

 

                                  Ao todo, vão ser 1 milhão de doses do imunizante
                                                             Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil


A Fundação Oswaldo Cruz espera entregar entre os dias 15 e 19 de março 1 milhão de doses da vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford.

A estimativa leva em consideração a chegada no sábado (6) de cerca de 90 litros do ingrediente farmacêutico ativo.

A validação do imunizante deve começar ainda este mês. Apenas o processo descongelamento do IFA leva cerca de três dias.

Segundo a presidente da instituição, Nísia Trindade, vão ser entregues três remessas do ingrediente até o fim do mês. Também está sob negociação a entrega dos lotes que deveriam ter chegado em janeiro.

A direção da instituição garante que não vai ocorrer atraso no cronograma de produção até junho. A expectativa é que com a transferência de tecnologia, a fundação seja capaz de produzir 20 milhões de doses da vacina por mês a partir de agosto.

No dia (8), representantes da Fiocruz se reuniram com a Anvisa para discutir questões burocráticas como validação e regularização. O objetivo é justamente evitar atraso.

Na sexta (5), o ministro da Saúde Eduardo Pazuello lançou o edital de licitação para a construção do Complexo Industrial de Biotecnologia em Saúde do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fundação.

O empreendimento vai ser o maior centro de fabricação de produtos biológicos da América Latina. Com o novo complexo em Santa Cruz, na Zona Oeste, a Fiocruz vai ter a capacidade para aumentar em quatro vezes a produção de vacinas e biofármacos.

A produção comercial do local deve ser iniciada em 2025.

Durante a cerimônia, Eduardo Pazuello revelou que o governo federal vem negociando com outros laboratórios internacionais a compra de mais vacinas.

A presidente da Fiocruz Nisia Trindade evitou comparações com o tempo de produção da Coronavac. Segundo ela, a única disputa que existe entre o Instituto Butantan é a corrida para salvar vidas.

Band News



 

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Boletim Covid-19 Pádua/RJ



 

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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

Cidades do Noroeste estão entre os 10 maiores saldos positivos de contratação

 




Apesar do turbilhão econômico provocado pela pandemia, o Noroeste Fluminense demonstrou resiliência e fechou o ano com cinco cidades da região com saldo positivo de empregos, como mostram os dados da plataforma Retratos Regionais da Firjan. Além de Laje do Muriaé (+13), Miracema (+36) e Aperibé (+54), completam a lista Bom Jesus do Itabapoana (+223) e Italva (+235) – estes dois últimos, entre os 10 maiores saldos de todo o Estado do Rio.

O levantamento foi feito pela Firjan com base nos registros de carteira assinada do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério da Economia. Mas, se os desafios ainda persistem em Itaperuna, por exemplo – que ainda se recupera com 766 vagas perdidas no auge da pandemia - a construção de edifícios vem alavancando os empregos da região. Esta foi a atividade com o maior número de contratações (+155), com destaque para Italva (+162). Já em Bom Jesus, o número de novas vagas foi impulsionado pelo comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios (+124).

“Os números demonstram a força do Noroeste Fluminense para a economia do Estado, mesmo neste que é um dos momentos mais difíceis que todos nós já vivemos. O desafio continua, mas os resultados mostram que há esperança e bons caminhos pela frente”, disse o presidente da Firjan Noroeste, José Magno Hoffmann.

Recuperação gradual

No balanço do mercado formal de trabalho, o estado do Rio encerrou o atípico ano de 2020 com saldo negativo de 127.155 vagas de emprego com carteira assinada. A volta das atividades no segundo semestre permitiu a recuperação de 33,5% dos postos de trabalho que haviam sido perdidos nos seis primeiros meses do ano, auge da crise. Ou seja, até junho, o saldo negativo chegou a 191.330 vagas, mas 64.175 mil vagas foram recuperadas no segundo semestre, a despeito das adversidades.

O total do setor industrial – que contempla as indústrias de Transformação, Extrativa, Construção e Serviços Industriais de Utilidade Pública (Siup) – foi influenciado pelo balanço de dezembro, quando apresentou seu primeiro saldo negativo desde junho (-2.540). A maior parte das vagas perdidas ocorreu na Construção (-1.774). Entre os setores da economia, o de serviços apresentou o pior desempenho (- 86.900, mais da metade dos empregos perdidos no estado), seguido do comércio (-22.052) e da indústria (-18.233). Somente a agropecuária registrou abertura de vagas (30) ao final do ano.

“O resultado negativo de dezembro pra indústria é um efeito sazonal, pois é comum haver esse saldo negativo no fim do ano da indústria, ao contrário do que acontece com o comércio nesse período”, explicou Jonathas Goulart, gerente de Estudos Econômicos da Firjan.

Felipe Sáles

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Terça Verde - Supermercados Fluminense



 

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Boletim Covid-19 Pádua/RJ





 

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Bittencourt apresenta programa que incentiva o uso de energia solar no RJ

 

                                   Deputado Jair: expansão da energia solar trará economia para as famílias

Diante das elevadas temperaturas no verão, as contas de luz também registram alta. Aumento de custos em momento de crise econômica e social decorrentes da pandemia do Covid-19. Nesse cenário, tramita na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) o projeto de lei nº 3305/2020, do deputado Jair Bittencourt (PP), que propõe a criação do Programa Estadual de Apoio e Fomento ao Uso de Energia Fotovoltaica. Objetivo é incentivar a utilização de energia solar tanto nas residências urbanas como nas rurais, em benefício de famílias, produtores, agricultores, empresas e indústrias.

Na proposta, o vice-presidente da Alerj destaca que o estado deve promover a viabilidade técnica de imóveis distantes das redes de distribuição de energia elétrica; e subsidiar a expansão da utilização em áreas rurais e urbanas, principalmente para pequenos produtores e imóveis residenciais de baixa renda.

De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e a Associação Brasileira de Energia Solar, o estado do Rio de Janeiro ocupa a oitava posição no ranking de uso de energia solar no país.

Segundo dados do setor, a energia solar gera uma economia que varia de 50% a 95% na conta de luz. O investimento feito para instalação de placas solares acaba sendo pago pelo dinheiro economizado com a redução de gastos.

O deputado Jair Bittencourt também é autor do projeto de lei 3263/2020, para permitir a instalação de mais de um sistema solar para o mesmo CPF ou CNPJ.

“A aprovação de leis para incentivo ao uso de energia solar podem trazer grandes benefícios, não só ao meio ambiente, mas para o desenvolvimento econômico do Estado do Rio de Janeiro, tão importante nesse momento difícil em que vivemos. Promover ações que poderão proporcionar economia às empresas e às famílias, através da utilização de energia limpa, vai resultar em desenvolvimento sustentável, o que é bom para geração de novos empregos e alavancar a economia”, defende Jair Bittencourt.

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