domingo, 11 de novembro de 2012

36º BPM implementa o Projeto ” Lutando para Vencer” em Pádua

O projeto consiste em aulas de artes marciais para crianças e adolescentes

Foi inaugurado nesta terça-feira (06/11) no 36º BPM (Santo Antônio de Pádua) a primeira aula inaugural no Colégio Estadual Rui Guimarães de Almeida.
O evento marcou o novo projeto “Lutando para Vencer”, que consiste em aulas de artes marciais para crianças e adolescentes da cidade. Os interessados devem comparecer no batalhão que fica na RJ 116 c/ 186 – Santo Antônio de Pádua.
Ascom – PMERJ

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Tarifa de luz da Ampla é quase 10% maior que a cobrada pela Light

Os clientes da Light, empresa responsável pelo fornecimento de energia elétrica em 31 municípios do estado do Rio de Janeiro, acordaram nesta terça-feira com a má notícia da aprovação do reajuste médio de 12,27% na tarifa da energia elétrica. No entanto, mesmo com a aprovação do aumento acima da inflação, o preço cobrado pela concessionária para usários residenciais é 9,5% inferior ao praticado pela Ampla, empresa que fornece energia para diversos municípios do estado.
Com o reajuste, os usuários da Light pagarão R$ 0,38 por Kilowatt-hora (kWh). Enquanto isso, a Ampla, que executa o serviço em cidades como Niterói, Teresópolis, Petrópolis e Cabo Frio, cobra de seus clientes R$ 0,42 pela unidade de energia.
De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), ao todo são 64 concessões para companhias que fornecem luz para a população, e a Light está na posição de número 27 entre as que cobram os maiores valores. Já a Ampla é dona da sétima tarifa de energia mais cara do Brasil.
- Confira a lista completa de tarifas praticadas pelas empresas que fornecem energia elétrica no país
Governo planeja reduzir tarifas a partir de 2013
No dia 6 de setembro, véspera do aniversário da Indepedência, a presidente Dilma Rousseff anunciou que, a partir do início de 2013, a conta de energia elétrica terá redução média de 16,2% para o consumidor doméstico e de até 28% para a indústria.

Fonte: Sidney Rezende

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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Policia Militar do Rio de Janeiro substitui fuzis por armas não-letais

Secretaria de Segurança já substituiu 273 fuzis das rádio-patrulhas por tasers

A Polícia Militar está substituindo, gradativamente, fuzis das rádio-patrulhas que atuam no Rio de Janeiro por armas não-letais. No total, já foram 273 fuzis trocados por tasers, armamento de choque utilizado para imobilizar suspeitos que assumam postura de ameaça durante ações policiais.

A Secretaria de Segurança já distribui 1.265 tasers, que emite uma energia de 50 mil volts contra o corpo humano, mas com intensidade baixa, com 0,0036 ampère. O processo de retirada dos fuzis de parte das rádio-patrulhas acontece em áreas pacificadas.

Estes fuzis estão sendo endereçados a regiões onde seu uso ainda é necessário. No futuro, apenas as unidades especiais da Polícia Militar utilizarão o armamento.

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Rio quer sediar a F1

O projeto do novo autódromo internacional do Rio de Janeiro foi apresentado nesta sexta-feira pelo Ministério do Esporte. Com a construção da nova pista em Deodoro, o prefeito Eduardo Paes espera desbancar São Paulo e fazer a cidade voltar a sediar o Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1 no futuro. "São Paulo que fique esperta, porque eu quero roubar a Fórmula 1 e trazer outras provas para cá também", disse o prefeito reeleito da cidade. A construção do novo circuito é um compromisso dos organizadores dos Jogos Olímpicos de 2016 como contrapartida pela desativação do atual autódromo de Jacarepaguá, onde será erguido o Parque Olímpico. É preciso resolver uma pendência complicada antes de dar início às obras da nova pista: a área vinha sendo usada pelo Exército para treinamentos militares, e há explosivos não detonados no solo. Será preciso realizar uma varredura em todo o terreno para garantir a segurança da obra.
 Na presença do ministro do Esporte, Aldo Rebelo, o general de divisão João Ricardo Maciel Monteiro Evangelho assinou o documento que reverte a área do Exército para a Superintendência do Patrimônio da União, que posteriormente deverá transferi-la para o Ministério do Esporte. A apresentação do projeto aconteceu no próprio terreno, de 2 milhões de metros quadrados. "O modelo adotado é o de autódromo parque, para preservar ao máximo a área verde do local", explicou o secretário nacional de Alto Rendimento do Ministério do Esporte, Ricardo Leyser. Estão previstas grandes áreas de escape gramadas ao longo da extensão da percurso. O projeto ainda prevê pista para treinos, kartódromo e área de negócios, além de uma escola de automobilismo. "O novo autódromo terá capacidade para receber qualquer prova do automobilismo e da motovelocidade internacional", prometeu o secretário.

A licença prévia para o empreendimento foi concedida pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea) ao Ministério do Esporte no dia 6 de outubro de 2011. Conforme acordo estabelecido em maio deste ano, o governo federal deverá financiar o projeto do novo circuito, mas as obras serão de responsabilidade do governo do estado do Rio. O cronograma prevê que até fevereiro o Ministério do Esporte entregue ao governo estadual o projeto executivo do empreendimento para licitação. Já a finalização da pista e da infraestrutura de competição está prevista para julho de 2014 - as demais edificações devem ficar prontas em 2015. O Rio de Janeiro já foi o palco brasileiro da Fórmula 1 nos anos 1970 e 1980. No total, foram dez provas realizadas no local. Desde 1990, a principal categoria do automobilismo está em Interlagos, na capital paulista. A prova deste ano, marcada para 25 de novembro, fecha a temporada da Fórmula 1 em 2012.
(Com agência Gazeta Press)

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terça-feira, 6 de novembro de 2012

Rio bate recorde de doação de órgãos em 2012

O Rio registrou nos últimos dois anos o maior avanço nacional em doação  de órgãos por milhão de habitantes, pulando para 3ª posição no ranking de estados doadores. O Rio acaba de alcançar a marca de 200 doadores captados em um único ano, este resultado é inédito na história do estado.
De acordo com dados da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO), em uma medição feita por milhão de habitantes, o Estado passou de 5,1 (em 2010) para 15 (em 2012),  triplicando o número de doadores. Este resultado está acima da média brasileira.
Segundo ABTO, nesta segunda-feira (5), foram captados dois rins e fígado do doador número 200, que ajudou a salvar a vida de três pessoas que aguardavam na fila.
Segundo Rodrigo Sarlo, coordenador do Programa Estadual de Transplante (PET), a importância deste recorde não está somente no fato de o Rio ter conseguido cumprir a meta dentro do prazo programado, mas está principalmente, nas centenas de vidas que foram salvas por meio dos transplantes realizados.
O Programa Estadual de Transplante foi lançado pela Secretaria de Estado de Saúde em abril de 2010, com o objetivo de aumentar o número de transplantes. A partir dele foram implantadas novas ferramentas afim de evitar falhas no processo de notificação de possíveis doadores nos hospitais. O programa investe também em capacitação de profissionais de saúde e em modernização da infraestrutura e dos equipamentos.

Fonte: Agência Rio

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Inca apoia projeto que fixa prazo para início de tratamento de câncer no SUS

Rio de Janeiro - O Instituto Nacional de Câncer (Inca) manifestou hoje (6) apoio ao projeto de lei que fixa o prazo máximo de 60 dias para o início do tratamento contra câncer na rede pública de saúde, contados a partir do diagnóstico. O projeto foi aprovado na última terça-feira (30) pelo Senado.
O diretor-geral do Inca, Luiz Antônio Santini, disse que a iniciativa vai beneficiar os pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), já que irá melhorar a eficácia da prestação de serviços no tratamento da doença. Segundo ele, o objetivo do projeto não é “mudar o que está sendo feito, mas melhorar o que estamos realizando”.
De acordo com Santini, a redução do período de espera é um auxílio para o paciente, pois o tempo decorrido entre o diagnóstico e o início do tratamento é fundamental para o sucesso do tratamento.
“Nas cirurgias de cabeça e pescoço realizadas pelo Inca, o prazo é cerca de 50 dias. Mas em casos de menor demanda, como na pediatria, o tempo médio é 22 dias. Na hematologia, é 16 dias, e na neurologia, 24”, explicou.
Os senadores aprovaram substitutivo da Câmara dos Deputados ao Projeto de Lei do Senado 32/1997, de autoria do ex-senador Osmar Dias, que previa apenas sobre o tratamento com medicamentos com analgésicos.
De acordo com o novo texto, o prazo de 60 dias será considerado cumprido quando o tratamento for efetivamente iniciado, seja por meio de cirurgia, radioterapia ou quimioterapia. Em casos mais graves, o prazo poderá ser inferior ao estabelecido.
O projeto obriga ainda os estados a desenvolverem planos regionais de tratamento, com serviços de oncologia. A relatora da matéria foi a senadora Ana Amélia (PP- RS). A lei segue agora para sanção presidencial.
No estado do Rio de Janeiro, o tratamento contra o câncer é feito nos Centros de Alta Complexidade em Oncologia (Cacons) e no Inca. Somente no ano passado, foram mais de 15 mil internações no instituto, cerca de 8.500 cirurgias, 37 mil procedimentos de quimioterapia e mais de 179 mil, de radioterapia.

Fonte: Agência Brasil

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Rio ganha 220 guarda-parques para patrulhar áreas ambientais

Estado contará com um contingente especializado nas unidades de proteção

 
O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) efetivou, nesta segunda-feira (05/11), 220 guarda-parques que atuarão em todos os parques e reservas do Estado. Os agentes agora passarão por um período de adaptação nas unidades para as quais foram designados e a partir de janeiro farão um treinamento de dois meses. Serão duas turmas de 110 alunos distribuídos na Estação Ecológica Estadual do Paraíso, em Guapimirim e Cachoeiras de Macacu, e no Parque Nacional da Serra dos Órgãos, em Teresópolis, Petrópolis, Magé e Guapimirim.

Com a entrada em ação dos 220 guarda-parques, o Estado do Rio se torna o primeiro do país a contar com um contingente especializado nas unidades ambientais. Eles atuarão na proteção da biodiversidade e do patrimônio histórico, arqueológico, paleontológico e espeleológico; na educação ambiental; na prevenção de incêndios florestais e outras formas de agressão; além da busca de pessoas perdidas e resgates simples nas trilhas.

- Esse é um avanço de consolidação das áreas de conservação do Estado. Com essa medida, teremos uma presença que nunca tivemos antes, forte. Teremos fiscalização e muito contato com a comunidade para conscientizar sobre a importância de combater os crimes ambientais, a caça predatória, a questão do fogo, manter a unidade de conservação íntegra - explicou Marilene Ramos, presidente do Inea.

Os guarda-parques contarão com o apoio de 22 viaturas para o patrulhamento das áreas. O Estado do Rio investiu R$ 10 milhões na aquisição de equipamentos e treinamento dos agentes. O diretor de Biodiversidade e Áreas Protegidas do Inea, André Ilha, o objetivo é implantar uma doutrina de cuidado permanente dos parques e reservas de todo o Estado.

- Esse é um dia histórico para a conservação da biodiversidade do Estado e um modelo que a gente gostaria de ver replicado em outros pontos do país. A chegada desses guarda-parques será uma revolução em termos de gestão dos nossos parques e reservas biológicas e estações ecológicas - garantiu Ilha.

Os novos servidores passaram por um processo de seleção pública e foram contratados por três anos, com possibilidade de renovação por mais dois. A turismóloga mineira Rogéria Cristina Lopes de Castro, de 30 anos, decidiu deixar o trabalho em um resort na Bahia para trás para apostar no projeto. Há três dias hospedada na casa do tio em Arraial do Cabo, ela agora se prepara para o novo trabalho e a procura de um novo lar.

- Eu tenho uma especialização na área ambiental buscando trabalhar com unidades de conservação. E o meu grande sonho é chegar a um cargo de gerência. Então, guarda-parque me possibilitou vir para mais para perto de casa e trabalhar com o que me identifico - afirmou Rogéria, que trabalhará no Parque Estadual Costa do Sol, na Região dos Lagos.

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