segunda-feira, 2 de agosto de 2021

Governo investe mais de R$ 50 milhões em obras de urbanização em unidades habitacionais

 


O Governo do Estado investirá mais de R$ 50 milhões para concluir a construção de imóveis e a reforma de conjuntos habitacionais na capital, Baixada Fluminense, Região Serrana, Norte, Noroeste e Médio Paraíba. Também estão previstas obras de urbanização em diversos municípios fluminenses. Os recursos já foram liberados pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Obras.

- O combate à pobreza é uma das minhas principais preocupações, e o governo tem olhado para a população que mais precisa e que mais foi afetada pela pandemia da Covid-19. Estamos trabalhando em várias frentes. Além do programa SuperaRJ, que garante auxílio emergencial para famílias que vivem na pobreza, investiremos em moradias dignas por meio da construção de novos imóveis e da revitalização de conjuntos habitacionais em todo o estado. A meta é, até 2022, impulsionar o desenvolvimento de todas as regiões fluminenses - explicou o governador Cláudio Castro.

Deste total, R$ 40 milhões serão usados pela Cehab (Companhia Estadual de Habitação) para novas unidades e urbanização de áreas vulneráveis. Mais de R$ 10 milhões são destinados à Emop (Empresa de Obras Públicas) para a revitalização de oito condomínios das décadas de 60, 70 e 80. Segundo o secretário de Infraestrutura e Obras, Max Lemos, a proposta é transformar o Rio de Janeiro em um grande canteiro de obras, levando qualidade de vida à população.

- Além de pacotes de obras quinzenais, estamos também retomando obras que estavam paradas e que têm como foco essa diretriz, de dar habitabilidade a regiões que ainda sofrem as mazelas da falta de infraestrutura. A prioridade para a contratação dos funcionários dessas obras é de moradores da região, como forma de ajudar a comunidade local a gerar renda, principalmente nesse momento de pandemia. Os pacotes de obras significam mais qualidade de vida para a população e geração de emprego e renda para as cidades beneficiadas - destacou.

Morador há 20 anos da Rua Adriana, no bairro Inconfidência, divisa entre os municípios de Nova Iguaçu e Queimados, o pintor Amauri da Conceição, de 58 anos, acredita que as obras de infraestrutura irão trazer mais progresso para o bairro onde vive.

- Acredito que vai representar um futuro econômico para o nosso bairro. Ter comércio na rua, transporte coletivo, uma vez que para pegar ônibus andamos quase dois quilômetros. Estou ansioso. Espero que antes de dezembro esteja tudo asfaltado e possamos fazer a festa de Natal na rua com todos os moradores - disse Amauri.




Conclusão de obras

Na área habitacional, está prevista a conclusão das obras de 28 apartamentos, em quatro blocos, do Condomínio Eldorado II, que está em fase final de construção no município de Queimados, na Baixada Fluminense. Também estão sendo realizados serviços de conservação em seis blocos de unidades na Posse, em Petrópolis, na Região Serrana; a construção de 100 imóveis em Quissamã, no Norte; a finalização de 188 casas no bairro Boa Vista, em Laje do Muriaé, no Noroeste; e o início da construção de 64 casas em Resende e 63 em Porto Real, no Médio Paraíba.

Os recursos também serão usados para a conclusão da urbanização da localidade Vargem Alegre, em Barra do Piraí, onde 88 casas de dois andares estão prontas, e nos bairros de Cabuçu, Curuzu e São José, em Itaboraí. Estão previstas ainda obras para agilizar as intervenções no bairro Inconfidentes, em Austin, em Nova Iguaçu, e Eldorado 3, em Queimados.

Revitalização de condomínios

Na capital, as reformas em conjuntos habitacionais serão realizadas na Cidade de Deus e Santa Margarida, em Jacarepaguá, atendendo 28 prédios, com 1.128 famílias; Dom Pedro I e Rua da Gazela, em Realengo, com 24 prédios e 960 famílias; e Bento Cardoso, na Penha, e Zaira Duna, em Brás de Pina, com 38 prédios e 1.520 famílias. As obras são de melhoria nas áreas comuns, pintura nas fachadas e corredores, reforma nas coberturas e caixa d'água. Em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, as reformas estão acontecendo nos conjuntos Tertuliano Potyguara e Santa Eugênia.

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Secretaria do Ambiente de Itaperuna vai plantar mudas de árvores no entorno da UPA

 




Em Itaperuna, RJ, a Secretaria Municipal do Ambiente vai plantar mudas de árvores no entorno da Unidade de Pronto Atendimento (UPA 24 Horas).

O secretário Municipal do Ambiente Sérgio Zampiér esteve realizando visita técnica no local, quando mencionou a solicitação do prefeito Alfredo Paulo Marques Rodrigues, Alfredão.

“O prefeito Alfredão pretende deixar um legado verde para as futuras gerações. Vamos plantar diversificadas mudas de árvores no entorno da UPA, e em demais pontos da cidade. Lá no Centro Poliesportivo, por exemplo, já plantamos centenas de mudas, dentre elas, ipê-roxo, ipê-amarelo, ipê-rosa, jacarandá, pau-mulato, jatobá, angico, abricó de macaco, bougainville, e outras mais. Tudo aquilo que estiver ao nosso alcance, para deixarmos Itaperuna mais verde, será feito”, comenta Zampiér.

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Recolhimento de embalagens de agrotóxico em Teresópolis acontece de 16 a 20 de agosto

Iniciativa é uma parceria da Prefeitura com a Emater-Rio



A Prefeitura, por meio da Secretaria de Agricultura, em parceria com a Emater-Rio, realiza, entre os dias 16 e 20 de agosto, o recolhimento itinerante de embalagens vazias de agrotóxicos. A campanha conta com o apoio do Inpev (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias), da Arasef (Associação dos Revendedores de Agrotóxicos da Região Serrana Fluminense) e da Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento.

O objetivo da campanha é dar destinação correta ao material recolhido. Isso evita que os resíduos deixados nos recipientes contaminem o meio ambiente e coloquem em risco a saúde da população. A ação acontece em diversas localidades do 2º e do 3º Distritos.

A Prefeitura disponibilizará veículo e pessoal, que circularão pelas comunidades, de acordo com cronograma estipulado pela Secretaria de Agricultura e pela Emater, recolhendo as embalagens de agrotóxicos depositadas pelos agricultores em pontos de referência pré-determinados. Depois, os recipientes coletados serão encaminhados aos postos de recebimento da Arasef em Água Quente/Teresópolis e em Conquista/Nova Friburgo.

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Deputado Jair Bittencourt apresenta proposta para impulsionar a aquicultura fluminense

Criação de um plano estratégico para o setor foi apresentada na Alerj



O Estado do Rio de Janeiro pode se transformar em um dos pioneiros no Brasil a criar um Plano Estratégico para o Desenvolvimento Sustentável da Aquicultura, atividade econômica responsável pelo sustento de centenas de famílias na região costeira fluminense. A indicação legislativa que solicita ao governador Cláudio Castro (PL) a criação do Plano foi apresentada pelo vice-presidente da Assembleia Legislativa (Alerj), deputado Jair Bittencourt (PP), e prevê, entre outras medidas, atualizar e ampliar a base de dados regionais da atividade, desenvolver práticas sustentáveis para preservação do meio ambiente, além de oferecer capacitação técnica a interessados e dar apoio à produção e comercialização do pescado.

Na justificativa da proposta, Jair Bittencourt destaca que, graças às características climáticas favoráveis, recursos hídricos em abundância e litoral recortado com locais abrigados, o Rio de Janeiro apresenta grande potencial para o desenvolvimento da aquicultura.

A atividade utiliza técnicas de cultivo e reprodução de peixes, moluscos e crustáceos, em condições adequadas de iluminação e temperatura, podendo ocorrer em ambientes naturais ou em tanques artificiais. Outra vertente é a produção de algas e plantas marinhas utilizadas na alimentação e elaboração de medicamentos farmacêuticos.

“O setor de aquicultura é de extrema importância para a economia estadual e necessita apenas de mais incentivos para que possa se desenvolver com toda a sua capacidade, auxiliando os que já sobrevivem da atividade e gerando novas oportunidades de emprego e renda na região costeira fluminense”, ressalta o vice-presidente da Alerj, Jair Bittencourt.

Segundo dados do IBGE, a aquicultura brasileira produziu 579 mil toneladas de pescado em 2018, movimentando R$ 4,9 bilhões. Desse total, o Rio de Janeiro produziu 4.580 toneladas de peixe de cultivo e ficou em quinto lugar nacional no ranking de produção de moluscos, perdendo para São Paulo.

Em muitas localidades da costa fluminense, como a Costa Verde e a Região dos Lagos, por exemplo, a produção de mariscos ainda é quase artesanal, com mão de obra familiar e pouca tecnologia, mostrando a necessidade urgente de ações estratégicas que ajudem a alavancar a atividade e promovam o desenvolvimento econômico do Estado.

A indicação legislativa 406/2021 apresentada pelo vice-presidente da Alerj prevê ainda criar um órgão de fomento, a Fundação Instituto da Pesca do Rio de Janeiro, para coordenar e gerenciar o Plano Estratégico, além de implementar uma Câmara Técnica da Aquicultura Fluminense, com representantes do poder público e da sociedade civil, para discutir metas e políticas públicas integradas com municípios fluminenses.

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Dia dos Pais - Supermercados Fluminense





 

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Firjan: Em junho, Noroeste Fluminense teve o maior saldo de empregos do ano

 

Foto: Renato Mello



A retomada da economia do Noroeste Fluminense bateu o recorde de empregos do ano, segundo análise feita pela Firjan a partir da plataforma Retratos Regionais. A diferença, ainda que pequena, foi de 309 vagas abertas em junho contra 305 em março – até então, o melhor saldo de 2021. Já no mês de junho, o destaque regional é Indústria e Construção (+120), enquanto Itaperuna liderou a abertura de empregos (+240).

“Estamos vendo que a retomada está sendo gradual, mas constante, o que nos traz esperança de que o segundo semestre será ainda melhor. Também é muito positivo o fato de diferentes segmentos se revezarem como os maiores contratantes”, disse o presidente da Firjan Noroeste Fluminense, José Magno Vargas Hoffmann.

O presidente se refere ao fato de que, no início do ano, a Construção Civil se destacou na geração de empregos, enquanto em junho coube à indústria da moda. Considerando todas as cidades que compõem o Noroeste Fluminense, a principal atividade foi a de “Confecção de peças do vestuário” (+51) – situação que se repete no total do semestre, com saldo de 101 novas vagas. Outro exemplo da retomada do setor o grande segmento de “Confecção de Artigos do Vestuário e Acessórios”, que gerou 57 empregos em junho e 140 no ano.

Nos primeiros seis meses, Indústria e Construção foram as principais contratantes (+463), seguidas de Comércio (+435) e Serviços (+336). No apanhado semestral da região, Itaperuna (+615), Pádua (+206) e Itaocara (+106) lideram o ranking. Em Itaperuna o destaque é a Indústria e Construção (+305), tendo como principais atividades a “Coleta de resíduos não-perigosos” (+65) e “Confecção de Artigos do Vestuário e Acessórios” (+83).

“Claro que a capital é um grande centro econômico, mas quando se fala em empregos em geral, vemos que dois terços das vagas foram abertas no interior; e indústria, três quartos das oportunidades são de fora da capital. Então, com o fechamento do semestre, fica claro o quanto o interior tem sido um importante propulsor da retomada dos empregos no estado do Rio”, disse Marcio Felipe Afonso, especialista em Estudos Econômicos da Firjan.

Destaque em Campos, Macaé e São João da Barra

Já o Norte Fluminense foi protagonista no ranking estadual. Campos (+3.630) e Macaé (+3.482) foram, respectivamente, a terceira e a quarta cidade de todo o estado que mais geraram empregos nos primeiros seis meses deste ano. No mês de junho, os municípios ganham ainda a companhia de São João da Barra (+289), nona cidade fluminense com maior geração de empregos, segundo dados análise feita pela Firjan por meio da plataforma Retratos Regionais.

No estado do rio, a indústria abriu mais 2.455 novos postos de trabalho formais em junho, mais que o dobro do saldo observado em maio (+1.150). A análise feita pela Firjan mostra ainda que já foram reabertas nove em cada dez vagas da indústria fluminense fechadas de março a junho do ano passado, meses de maiores incertezas e restrições relacionadas à pandemia de Covid-19. Em números absolutos, foram32 mil reabertas contra 36,5 mil fechadas.

Outra observação dos analistas da Firjan é que o bom desempenho do mercado de trabalho da indústria fluminense está disseminado. Em junho, todas as regiões e 63 dos 92 municípios do estado apresentaram saldo positivo de contratações. Esse foi o segundo melhor desempenho do mercado de trabalho fluminense no ano e, pelo segundo mês consecutivo, o Rio de Janeiro foi o terceiro estado que mais abriu vagas com carteira assinada no país.

Plataforma Retratos Regionais

A plataforma Retratos Regionais da Firjan tem como base o saldo de empregos formais disponibilizados no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia. Em painel setorial são disponibilizados dados específicos dos setores industriais.

Em painel regional, que também permite a busca por município, é apresentado o cenário geral de empregos, incluindo todos os grandes setores. A plataforma pode ser acessada por meio deste link: Retratos Regionais | Firjan.





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domingo, 1 de agosto de 2021

Impostômetro chega à marca de R$ 1,5 trilhão

Esse é o montante pago em tributos federais, estaduais e municipais




O Impostômetro, medidor da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) da carga tributária dos brasileiros, marcou R$ 1,5 trilhão na madrugada de hoje (1ª). Esse é o montante que foi pago desde o primeiro dia em tributos federais, estaduais e municipais.

Em 2020, o mesmo valor foi atingido no dia 28 de setembro, o que mostra que, este ano, os brasileiros estão pagando mais impostos. Segundo a ACSP, parte da alta na arrecadação acontece devido a recuperação econômica, impactada pela crise gerada pela pandemia de coronavírus.

"Boa parte do aumento da arrecadação deste ano é explicada pela melhora da economia, que está menos sujeita a restrições de funcionamento", analisa o economista da ACSP, Marcel Solimeo, sobre o abrandamento das quarentenas para reduzir a disseminação da covid-19.

Por outro lado, o aumento da carga tributária também é reflexo, de acordo com a associação, da elevação dos preços dos produtos e serviços. Em nota, a entidade lembra que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumula alta de 8,6% em doze meses e o Índice Geral de Preços (IGP), de 33%.

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