domingo, 29 de dezembro de 2024

Mesbla: o que ocorreu com uma das principais lojas do Brasil na década de 1980






Durante boa parte do século passado, entrar em uma loja da Mesbla era como estar em um verdadeiro universo do consumo.

Fundada em 1912, a rede de lojas de departamento se consolidou como uma das maiores do país ao oferecer praticamente tudo o que um consumidor poderia imaginar. Das megalojas com decoração caprichada e vitrine sempre renovada, às campanhas estreladas por artistas, a Mesbla era ponto de referência em várias cidades e o destino favorito de consumidores em busca de variedade e qualidade.

No entanto, a marca que chegou a dominar o mercado, com 180 lojas e mais de 28.000 funcionários, viveu uma reviravolta dramática nos anos 1990. Com a popularização dos shopping centers e das lojas especializadas, e diante das dificuldades impostas pela hiperinflação e pela entrada de novos concorrentes, a Mesbla enfrentou uma série de crises financeiras que culminaram em sua falência em 1999.

Em 2022, tentou voltar ao mercado, agora como um e-commerce. Ainda que distante de seu brilho de antigamente, a marca continua sendo um símbolo da história do varejo brasileiro.

Qual é a história da Mesbla

A história da Mesbla começou em 1912, quando a francesa Mestre & Blatgé abriu uma filial no centro do Rio de Janeiro. Originalmente focada no comércio de máquinas e equipamentos importados, a loja era apenas uma pequena parte de uma rede global. Tudo mudou em 1924, quando o francês Louis La Saigne, então gerente da unidade carioca, decidiu transformar a loja em uma empresa independente, criando a Sociedade Anônima Brasileira Estabelecimentos Mestre et Blatgé.

Em 1939, a empresa mudou de nome para Mesbla, uma combinação das sílabas das palavras “Mestre” e “Blatgé”. A ideia foi de uma secretária de La Saigne e veio em meio à Segunda Guerra Mundial, num período de tensões entre países.

O novo nome simplificado marcava o início de uma identidade brasileira, e a Mesbla logo se expandiu pelo país.

Qual foi o auge da Mesbla

O auge da Mesbla veio nas décadas de 1970 e 1980. Nesse período, a rede já tinha 180 lojas, empregava 28.000 pessoas e operava megalojas que ocupavam áreas de até 3.000 metros quadrados.

Nas vitrines, expunham-se de roupas a utensílios domésticos, eletrônicos, eletrodomésticos e até automóveis, além de acessórios para o lar.

Os funcionários costumavam dizer que na Mesbla só não se vendiam caixões: de barcos e aviões a artigos de moda e cama, mesa e banho, a rede oferecia produtos para todas as necessidades.

As campanhas publicitárias foram uma marca do sucesso da rede. A Mesbla foi uma das primeiras varejistas a investir pesado em catálogos coloridos e anúncios em televisão. Os comerciais, que contavam com celebridades da época, como Regina Casé, Andréa Beltrão e Diogo Vilela, eram exibidos em horário nobre e ajudavam a manter a marca no topo das mais lembradas pelos consumidores.

Em 1986, o auge da rede foi reconhecido com o título de “Melhor Empresa do Brasil” pela EXAME, graças a sua inovação e liderança no setor. O presidente da empresa, André De Botton, ganhou destaque entre a elite empresarial e foi eleito, duas vezes, o Varejista Estrangeiro do Ano pela National Retail Federation, uma das maiores associações de varejo do mundo.

Por que a Mesbla fechou

Apesar do sucesso, a Mesbla começou a enfrentar dificuldades nos anos 1990, em um período de mudanças significativas no mercado de consumo.

A entrada de novas redes especializadas, que focavam em produtos específicos com organização mais eficiente, tornava as megalojas da Mesbla cada vez menos atrativas. Ao mesmo tempo, o avanço dos shopping centers no Brasil oferecia mais praticidade ao consumidor, com lojas menores e de marcas variadas em um só lugar.

Em 1989, os gestores da Mesbla, temendo uma escalada da inflação, adotaram uma estratégia arriscada e começaram a estocar mercadorias em grandes quantidades. Com a chegada do Plano Real, em 1994, a estabilização da economia colocou em xeque a estratégia de estocagem, que agora pesava no caixa da empresa.

Além disso, a Mesbla enfrentava problemas internos que dificultavam a adaptação às novas exigências do mercado. Com uma diretoria inchada – eram cerca de 40 executivos tomando decisões –, a companhia viu suas ações se tornarem lentas. Para tentar competir com as novas redes, a Mesbla lançou marcas próprias e até criou um cartão de crédito exclusivo, mas a resposta veio tarde demais.

A falência e o retorno como e-commerce

Em 1997, a Mesbla, já com dívidas de mais de R$ 1 bilhão, entrou em processo de concordata. No mesmo ano, a empresa foi adquirida pelo empresário Ricardo Mansur, que também controlava o Mappin. Mansur planejava unir as operações das duas redes e relançar a Mesbla com foco em consumidores de renda mais baixa, mas os problemas financeiros só se agravaram, e a falência foi decretada em 1999. O que restou foi vendido em liquidações, para cobrir parte dos salários atrasados de seus 750 funcionários.

Em 2009, a marca ensaiou um retorno como loja online, mas o projeto não se concretizou. Finalmente, em 2022, a Mesbla voltou oficialmente ao mercado, agora como um marketplace no formato de e-commerce. Embora o novo modelo seja bastante diferente das grandes lojas de departamento de antigamente, a marca tenta resgatar o prestígio de outrora, mantendo o nome vivo no imaginário de quem testemunhou a era de ouro do varejo brasileiro.

Exame

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Natividade-RJ conquista o Selo Ouro no Edital do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, concedido pelo MEC






Gostaríamos de expressar nosso profundo reconhecimento e gratidão ao município de Natividade, RJ, pela conquista do Selo Ouro no Edital do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, concedido pelo MEC. Esse reconhecimento é resultado do empenho e dedicação incansáveis de toda a comunidade educativa.

Em particular, queremos agradecer ao prefeito Severiano Rezende, cuja visão e investimentos estratégicos na educação têm sido fundamentais para essa conquista. A secretária municipal de educação, Paula Ferreira, merece nosso aplauso pelo trabalho árduo e compromisso com a melhoria contínua do ensino.

Também destacamos a contribuição vital da articuladora municipal do RENALFA, Carla Barreto, e do articulador RENALFA da regional noroeste fluminense, Vagner Moraes. Seus esforços coordenados e a paixão pela educação têm sido essenciais para alcançarmos este marco.

E uma menção honrosa a todos os professores e professoras, coordenadores pedagógicos, diretores e demais colaboradores da rede municipal de ensino, aos quais devemos todos os créditos pelo trabalho diário e ao atendimento de excelência e cuidados com os nossos alunos.

Um destaque especial para a professora Taísa Simplício que se sagrou campeã da etapa regional noroeste Fluminense e quarta colocada na etapa Estadual do Prêmio Magda Soares, apresentando o projeto Juntos Ensinando com Amor e Semeando a Inclusão, que reconhece as boas práticas educacionais voltadas a alfabetização, desenvolvidas nas escolas públicas.

A conquista do Selo Ouro não apenas celebra nossos esforços, mas também reforça nosso compromisso inabalável em garantir que todas as crianças do município sejam alfabetizadas na idade certa. Continuaremos a trabalhar juntos, com determinação e dedicação, para construir um futuro brilhante para nossas crianças. Parabéns a todos os envolvidos!

Ascom Natividade

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Ambulatório Médico de Especialidades Susana Naspolini realiza mais de 40 mil atendimentos em 2024





O Ambulatório Médico de Especialidades (AME) Susana Naspolini, localizado em Ipanema, alcançou a marca de mais de 40 mil atendimentos em 2024. A unidade realizou mais de 24 mil atendimentos em diversas especialidades médicas e exames de ultrassonografia. Além disso, no âmbito do programa Acolhe, que visa prevenir a gravidez não planejada na adolescência, foram registrados mais de 16 mil atendimentos, incluindo 1.254 palestras, 926 ultrassonografias e mais de 720 procedimentos de colocação ou retirada de dispositivos intrauterinos (DIU) e implantes contraceptivos.

Ana Teresa Derraik, ginecologista responsável pelo programa Acolhe relatou o impacto do programa na vida de tantas jovens ‘’O programa impactou de forma positiva na vida de mais de 16 mil pacientes atendidas, que tiveram métodos contraceptivos de longa ação inseridos com atendimento humanizado e respeitoso’’.

Para além do projeto Acolhe, o AME oferece diversas especialidades como dermatologia, ortopedia, gastroenterologia, cardiologia, cardiopediatria, hematologia, reumatologia, nefrologia, neurologia, neuro pediatria, pneumologia, USG, fisioterapia, odontologia, odontopediatria, psicologia e nutrição. A unidade funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, e as vagas são disponibilizadas por meio da Central Estadual de Regulação. Para acessar os serviços, basta procurar a unidade de saúde básica mais próxima de sua residência.

Vitória Silva, paciente odontológica da unidade, destacou a excelência do atendimento recebido. "Hoje eu passei por uma consulta odontológica e fiquei muito satisfeita com o atendimento. A consulta foi rápida e o médico foi atencioso, me deixando tranquila durante o procedimento. Também já agendei a próxima consulta para minha filha".

O AME conta também com uma base descentralizada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), equipada com uma ambulância UTI Móvel e duas motos, permitindo uma resposta rápida em situações de emergência.

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Prorrogados até 2032 incentivos fiscais para setores de bens de consumo durável e de material escolar



Banco de Imagens


Os regimes tributários diferenciados do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para as empresas do setor de bens de capital e de consumo durável e para o setor de material escolar estão prorrogados até 31 de dezembro de 2032. A determinação é da Lei 10.640/24, de autoria do Poder Executivo, que foi aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), sancionada pelo governador Cláudio Castro e publicada no Diário Oficial desta sexta-feira (27/12).

A medida é baseada no Convênio ICMS 68/22, que autorizou a prorrogação de diversos benefícios fiscais até o final de 2032, quando serão implementadas definitivamente as novas regras da Reforma Tributária aprovada pelo Congresso Nacional no ano passado.

Segundo Cláudio Castro, a prorrogação desses dois benefícios não representa apenas uma renúncia de receita, mas sim um investimento no desenvolvimento econômico do Estado. “No caso das indústrias de bens de capital, o incentivo fiscal permite que essas empresas continuem suas operações no Rio de Janeiro, prevenindo sua migração para outros estados e garantindo que o Estado continue a se beneficiar de sua produção e geração de empregos. Já o incentivo ao setor de material escolar tem uma função social crucial, ao facilitar o acesso a produtos essenciais para a educação básica, principalmente para as famílias de baixa renda”, justificou o governador.

O Governo do Estado detalhou a previsão de renúncia fiscal para os próximos três anos. No caso dos benefícios para o setor de material escolar, a renúncia esperada é de R$ 7,8 milhões este ano e de mais de R$ 8 milhões por ano até 2027. Por sua vez, a renúncia fiscal prevista com a medida para o setor de bens de capital e de consumo durável é de R$ 18,3 milhões em 2024, aproximadamente R$ 19 milhões em 2025 e 2026 e de R$ 20,4 milhões em 2027.

Entenda os benefícios fiscais

Os incentivos fiscais para os setores de material escolar foram concedidos em 2004, através do ‘Programa Rioescolar’, instituído pelo Decreto 36.376/04. A medida estabelece crédito presumido de ICMS equivalente a 12% (doze por cento) sobre o valor da operação de saídas internas. Outro incentivo é o diferimento do pagamento do imposto em operações de importação. O diferimento é a postergação do recolhimento do imposto para tributação no destino em que forem exploradas as atividades econômicas.

A norma vale para a produção de uma série de produtos, são eles: colas e outros adesivos preparados a base de polímeros; artigos de escritório e artigos escolares; cadernos; instrumentos de desenho, de traçado ou de cálculo; canetas esferográficas; canetas e marcadores, com ponta de feltro ou com outras pontas porosas; lapiseiras; cargas com ponta, para canetas esferográficas, além de lápis, minas, pastéis, carvões, gizes para escrever ou desenhar e gizes de alfaiate.

Já as empresas de bens de capital e de consumo durável têm benefícios fiscais com base no Decreto 36.451/04. A norma reduziu a base de cálculo do ICMS para 13%, com 2% destinados ao Fundo Estadual de Combate à Pobreza (FECP).

Os bens de capital são equipamentos e instalações necessários para a produção de outros bens e mercadorias. Alguns exemplos são as máquinas, as ferramentas, as fábricas e os motores. Já os bens de consumo são bens finais, diretos, que completaram o ciclo de produção e são efetivamente utilizados pelos indivíduos e pelas famílias. Os bens de consumo duráveis são, por exemplo, os imóveis, automóveis e eletrodomésticos.

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sábado, 28 de dezembro de 2024

Varre-Sai ganha placas de sinalização turística






Varre-Sai começou a instalar as 57 placas de sinalização turística obtidas através da emenda parlamentar da deputada federal Chris Tonietto. O projeto foi elaborado pelo Instituto Estadual de Engenharia e Arquitetura do Rio de Janeiro (IEEA/RJ), que também contempla a sinalização de trânsito.

A ideia é estruturar o turismo local e levar o turista aos seus destinos com maior facilidade e segurança. E no que se refere ao trânsito, as placas servirão para orientar e organizar melhor o tráfego de veículos.

“Esse projeto é de suma importância para nosso município, tanto a sinalização turística quanto a de trânsito. Foi uma conquista da Prefeitura, através da Secretaria de Turismo, porque ajuda os turistas a se orientarem e chegarem aos destinos de forma eficaz, além da divulgação dos empreendimentos locais. Agradeço a todos envolvidos no projeto”, afirmou a secretária municipal de Turismo de Varre-Sai, Fátima Pimentel.

Decom

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SAMU da capital registra mais de 660 mil de ligações em 2024






Cada minuto faz diferença para salvar vidas. A equipe do SAMU-RJ, que atua na cidade do Rio de Janeiro, registrou mais de 665 mil ligações atendidas pela Central de Regulação no ano de 2024, resultando em mais de 216 mil envios de ambulâncias para ocorrências. O bairro com o maior número de atendimentos na capital foi Campo Grande, na Zona Oeste, com 12.614, seguido de Santa Cruz, com 7.525, e Centro, com 6.022.

Atualmente, a equipe do SAMU que atua na capital reúne 1.600 profissionais, entre médicos, enfermeiros e administrativos. Por meio do telefone 192, os socorristas chegam ao usuário onde ele precisar. Somente este ano, o serviço realizou mais de 216 mil atendimentos, superando o ano de 2023, que fechou com 194.5 mil atendimentos.

“O SAMU-RJ é um serviço fundamental para a população do Rio de Janeiro. Por meio de um atendimento rápido e eficaz, conseguimos evitar óbitos e a evolução das vítimas para quadros mais graves, como AVCs e infartos. Nosso serviço está à disposição do cidadão tanto em sua residência como nas ruas da capital”, disse a secretária de Estado de Saúde, Claudia Mello.

Do total de 73 ambulâncias, 45 são Unidades de Saúde Básica (USB), 15 Unidades de Saúde Avançada (USA), 11 Unidades de Saúde Intermediária (USI) e duas Unidades de Suporte a Desastres (USD).

A frota conta também com 30 ambulâncias, além de 44 ambulâncias utilizadas no Transporte Inter-Hospitalar (TIH) para transferência de pacientes em estado grave, com veículos adaptados para obesos e para UTI neonatal.

O SAMU-RJ no município do Rio conta agora com 40 bases descentralizadas nas diferentes regiões da cidade, como São Cristóvão, Tijuca, Quintino e Ilha do Governador, na Zona Norte; Jacarepaguá, Barra, Campo Grande e Sepetiba, na Zona Oeste; Copacabana, Botafogo e Gávea, na Zona Sul, além das comunidades da Muzema, Maré e Jacarezinho.

O serviço pode ser acionado pelo telefone 192 em diversas situações de emergência, como problemas cardiorrespiratórios, intoxicação exógena e envenenamento, queimaduras graves, trabalhos de parto, suspeita de infarto ou AVC, entre outras.

Todos os 92 municípios do Rio de Janeiro contam com o atendimento do SAMU, após o investimento de R$87 milhões na compra de 249 novas UTIs móveis para agilizar o socorro de urgência.

Crescimento do TIH

Outro destaque foi o serviço de Transporte Inter-Hospitalar (TIH), que também registrou expressivo aumento de 417% no atendimento de pacientes, especialmente após a integração à estrutura do SAMU-RJ da capital. Responsável por realizar transferências entre unidades de saúde, o TIH atendeu 40 mil solicitações neste primeiro ano, após sua reestruturação. Somente as internações de pacientes para realização de exames e procedimentos em unidades referenciadas totalizaram 29.100 pedidos, correspondendo a 72,75% da demanda do serviço.

“Nosso serviço de TIH tem uma curva crescente de atendimentos mensais. Já tivemos meses em que atingimos a marca de 4.300 solicitações, por exemplo. No início do outono deste ano, tivemos um aumento no número de transportes para internação de crianças por conta das doenças respiratórias”, disse a coordenadora-geral do SAMU-RJ, coronel Bárbara Alcântara.

O TIH também passou a contar com uma Central de Regulação própria, 24 horas por dia, integrada por uma equipe multidisciplinar, que reúne Técnicos Auxiliares de Regulação Médica (TARMs), Rádio Operadores (RO), Médicos Reguladores (MR), Supervisores Médicos de Enfermagem e de Frota, além de uma equipe de profissionais administrativos. Ao todo, cerca de 750 profissionais fazem parte da equipe.

O foco no bem-estar do paciente é a tônica para a configuração do novo serviço de TIH. Crianças com até 28 dias são transferidas em incubadoras durante o serviço neonatal e contam com ambulâncias com layout próprio, redesenhadas para ambientação infantil, visando proporcionar um melhor acolhimento aos pequenos pacientes. A equipe também dispensa um tratamento especial aos pacientes obesos, que possuem um veículo adaptado e adequado para atendimento. “Somos um dos poucos serviços com expertise para atender pessoas em elevado grau de obesidade. São pacientes que exigem um grau de atenção, e nossa equipe se encontra capacitada para reverter qualquer situação de risco.”

Cerca de 40 mil transportes foram realizados neste primeiro ano após a reestruturação do TIH, superando os anos anteriores, quando a demanda atingia 7 mil solicitações anuais. “Com a contínua evolução e aprimoramento dos serviços, as expectativas para os próximos anos são promissoras. Acreditamos que, com o comprometimento e a dedicação de todos, o TIH alcançará novos patamares de excelência, ampliando ainda mais sua capacidade de salvar vidas e proporcionar um atendimento de qualidade para todos os cidadãos do Rio de Janeiro”, observou Bárbara.

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Sacola Cheia - Supermercados Fluminense












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