domingo, 3 de fevereiro de 2019

Aposta única do Rio de Janeiro ganha R$ 24,6 milhões da Mega Sena



Uma aposta única feita no Rio de Janeiro ganhou prêmio de R$ 24,6 milhões da Mega Sena. O sorteio foi realizado na noite de ontem (2), em Guaraciaba (SC). O resultado é válido para o concurso 2121.
As dezenas sorteadas foram: 08 - 10 - 17 - 29 - 37 - 40.
De acordo com a Caixa Econômica Federal, responsável pela administração das loterias, no mesmo concurso, 82 apostas levaram R$ 31,9 mil ao acertarem a quina (cinco dos seis números sorteados). Também foram registradas 5,4 mil apostas ganhadoras da quadra (quatro dos seis números sorteados), que foram premiadas com R$ 682,17.
O próximo sorteio da Mega-Sena será realizado na próxima quarta-feira (6). O apostador que acertar as seis dezenas sozinho poderá levar para casa cerca de R$ 3 milhões.
 
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Valentim muda estilo de jogo, e Vasco confirma 100% na Taça Guanabara


Contra o Fluminense, treinador abandonou postura de pressão alta, apostou em rápidos contra-ataques e conseguiu vitória; desempenho, porém, ainda não é convincente




No primeiro clássico da temporada, melhor para o Vasco. No estádio Mané Garrincha, em Brasília, neste sábado, o Cruz-Maltino superou o Fluminense pelo placar mínimo, confirmando a campanha perfeita na Taça Guanabara e a liderança do Grupo B. O triunfo, por sua vez, teve o 'dedo' de Alberto Valentim, que mudou o estilo da equipe para responder ao Tricolor de Fernando Diniz.

Nas primeiras quatro partidas da Taça Guanabara, foi possível enxergar um Vasco com uma marcação alta no campo ofensivo, com o objetivo de dificultar a vida do adversário ainda na saída de bola, algo que Alberto Valentim preza desde o começo de sua carreira como treinador.

Contra o Fluminense, porém, foi possível ver um Vasco com presença no campo ofensivo, mas que não pressionava os zagueiros em linha alta. Diante do estilo possessivo de Fernando Diniz, Alberto Valentim não quis expôr seus jogadores em posições altas do campo com o objetivo de evitar que o Tricolor construísse um ataque em superioridade numérica no seu campo de ataque. O Vasco teve a ideia de esperar e contra-atacar.

A postura deu certo. O Vasco travou o Fluminense, que, apesar de ter criado mais chances, não conseguiu empatar o placar, e ainda construiu a jogada de seu gol assim. Após uma roubada de bola, o Cruz-Maltino teve uma trama em velocidade e viu o cruzamento de Cáceres parar na mão de Nathan Ribeiro. Na cobrança de pênalti, Yago Pikachu assumiu o papel de protagonista e decidiu.

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Ainda falta convencer

Apesar do aproveitamento perfeito até aqui - cinco jogos e cinco vitórias - e as positivas mudanças feitas por Alberto Valentim para travar o Fluminense, o Vasco não mostrou um futebol capaz de criar muitas chances de gol. Apesar da postura reativa, o Cruz-Maltino não criou muitas situações de contra-ataque e, quando o fez, desperdiçou algumas chances claras de gol.

Dentro das quatro linhas, o Fluminense criou mais chances e só não empatou por conta da trave e da atuação de Fernando Miguel. O Vasco, por sua vez, teve mais sorte do que juízo - os números de 30% de posse de bola e dois chutes na direção do gol indicam uma equipe que pouco incomodou o adversário.

O primeiro grande desafio de 2019 representou uma importante vitória, já que o Vasco terá a vantagem do empate nas semifinais da Taça Guanabara e, por ter terminado na primeira colocação do grupo, um time de menor expressão no caminho. A conta, porém, é de que ainda falta algo: se a postura reativa for realmente adotada, é necessário que os contra-ataques sejam aproveitados de uma maneira mais produtiva.

Chave mudada! O Vasco retorna aos gramados, na próxima quarta-feira, para enfrentar a Juazeirense, pela primeira fase da Copa do Brasil. No Carioca, o Cruz-Maltino fará a semifinal da Taça Guanabara no fim de semana - Bangu, Boavista e Resende podem ser os adversários.


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sábado, 2 de fevereiro de 2019

Davi Alcolumbre é eleito presidente do Senado

O senador Davi Alcolumbre, durante a votação no Senado
Foto: Daniel Marenco / Agência O Globo


Após uma sessão tumultuada, o senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) foi eleitopresidente do Senado neste sábado. Ele obteve 42 votos. Para sair vencedor já no primeiro turno era preciso conseguir o apoio de no mínimo 41 dos 81 senadores.
O principal adversário de Alcolumbre na disputa era o senador Renan Calheiros, que tentava chegar à presidência do Senado pela quinta vez. Mas Renan atacou Alcolumbre, criticou o processo de votação e anunciou a retirada de sua candidatura, deixando o caminho livre para o adversário.
Além de Alcolumbre, também foram candidatos Esperidião Amin (PP-SC), com 13 votos, Angelo Coronel (PSD-BA), com 8, Reguffe (sem partido-DF), com 6 , e Fernando Collor (PROS-AL), com 3. Renan ainda recebeu 5 votos. Quatro senadores, incluindo Renan, não votaram. Foram necessárias duas votações neste sábado para escolher o novo presidente. A primeira foi anulada porque havia 82 votos, quando há apenas 81 senadores.
Renan era o favorito, mas viu sua candidatura ser ameaçada pelas articulações em torno do nome de Alcolumbre, apoiado pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, desafeto do senador alagoano. Logo após a vitória, Onyx comemorou em uma rede social.

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Outros três postulantes ao cargo que se opunham a Renan — Simone Tebet (MDB-MS), Alvaro Dias (Podemos-PR) e Major Olímpio (PSL-SP) — já tinham desistido de concorrer, favorecendo Alcolumbre. O objetivo foi reduzir o número de candidaturas de oposição a Renan para concentrar os votos contrários num nome que fosse capaz de derrotá-lo.
O processo de escolha do novo presidente do Senado começou na sexta-feira. Com Davi Alcolumbre (DEM-AP) à frente da sessão, o plenário decidiu, por 50 votos a dois, que, embora o regimento interno determine o voto secreto para a eleição do presidente do Senado, a eleição seria aberta.
A decisão foi questionada por Renan e aliados. Eles argumentaram que Alcolumbre, também candidato, não poderia conduzir o processo eleitoral. Sem acordo, a sessão foi suspensa e remarcada para às 11h deste sábado.
O MDB e o Solidariedade recorreram ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a votação aberta. Na madrugada, o presidente da Corte, ministro Dias Toffoli suspendeu a sessão e determinou a votação aberta. Neste sábado, vários senadores criticaram Toffoli, mas a decisão foi respeitada e o pleito foi secreto. Vários deles, porém, revelaram seu voto.
Neste sábado, durante a segunda votação, ao retirar sua candidatura, Renan disse que o processo em curso no Senado é antidemocrático. Ele também mencionou o voto do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), que, na segunda votação, anunciou apoio a Alcolumbre. Na primeira, ele tinha ficado em silêncio.
— Flávio Boslonaro, diferentemente da votação anterior, abriu o voto. Abriu o voto. Abriu o voto. Abriu o voto. Este processo não é democrático — disse Renan, sendo vaiado.
— Para demonstrar que esse processo não é democrático, eu queria lhe dizer que o Davi (Alcolumbre) não é Davi. O Davi é o Golias. Ele é o novo presidente do Senado e eu retiro a minha candidatura, porque não vou me submeter a isso — acrescentou, sendo aplaudido.
Depois, Renan ainda afirmou:
— Eles querem ganhar de todo o jeito. Isso não pode acontecer. Eu não sou um Jean Wyllys (deputado que renunciou ao mandato após receber ameaças). Eu não vou renunciar meu mandato. Eu vou ficar aqui no Senado Federal. Mas o Brasil é testemunha do que desde ontem está acontecendo no Senado.
Extra



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Renan Calheiros anuncia retirada de candidatura


O senador Renan Calheiros
Foto: Daniel Marenco / Agência O Globo


O senador Renan Calheiros (MDB-AL) criticou o processo de votação para a escolha do presidente do Senado e anunciou a retirada de sua candidatura. De acordo com ele, seu principal adversário, Davi Alcolumbre (DEM-AP) "já é" o novo presidente.

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Com isso, restam cinco candidatos: além de Davi, também concorrem Fernando Collor (PROS-AL), José Reguffe (Sem partido-DF), Angelo Coronel (PSD-BA) e Esperidião Amin (PP-SC).

Extra

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Rodrigo Maia é reeleito presidente da Câmara dos Deputados

Maia (DEM-RJ), que disputou o cargo com outros seis deputados, venceu a eleição de sexta-feira (1º), com 334 dos 512 votos

A vitória de Maia já era esperada, já que o deputado reuniu o maior
 número de legendas em apoio à candidatura 


O deputado federal Rodrigo Maia (DEM-RJ) foi reeleito, nesta sexta-feira (1º), presidente da Câmara dos Deputados pelos próximos dois anos. É a terceira vez seguida que ele assume o cargo. Maia venceu a eleição com 334 dos 512 votos.
A vitória de Maia já era esperada, já que o deputado reuniu o maior número de legendas em apoio à candidatura – 15 siglas, incluindo o PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro.

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Também disputaram o cargo os deputados: Fábio Ramalho (MDB-MG), que teve 66 votos, Marcelo Freixo (PSOL-RJ), 50 votos, João Henrique Caldas (PSB-AL), 30 votos, Marcel Van Hattem (Novo-RS), 23 votos, Ricardo Barros (PP-PR), 4 votos, General Peternelli (PSL-SP), 2 votos. Três votos foram em branco.

R7

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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Deputados comentam expectativas para o mandato

Dos 64 deputados que tomaram posse, 12 são mulheres e
52 homens, que representam 26 partidos políticos
Foto; Julia Passos


Nesta sexta-feira (01/02), 64 deputados estaduais tomaram posse na Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). Com a cerimônia, se inicia a 12º legislatura do Parlamento fluminense que vai até 2022. Dos 64 deputados que tomaram posse, 12 são mulheres e 52 homens, que representam 26 partidos políticos. Veja o que disse cada parlamentar quanto à expectativa para essa legislatura.
Alana Passos (PSL):
“Estamos aqui para trabalhar e assim o faremos. Vou trabalhar pela segurança e pela conservação dos valores da família. Tudo voltado para o bem-estar da população.”
Alexandre Freitas (Novo):
“A gente viu que houve uma renovação na Alerj e eu acredito que os deputados vão escutar esse pedido de mudança que a Casa precisa ter. A gente quer defender um sistema tributário muito mais fácil e a Segurança Pública da forma como ela merece, olhando para o cidadão e não trabalhando de forma corporativa.”
Alexandre Knoploch (PSL):
“Foi uma renovação muito boa e o que a gente espera é trazer os anseios da sociedade para a pauta da Casa. A população quer um estado mais próspero, menos corrupto e que veja melhor os anseios do povo. A nossa pauta será a segurança pública e a geração de emprego. Nós não podemos mais perder sequer uma vida de policial no Estado do Rio de Janeiro e tampouco de um cidadão. A população precisa de paz para prosperar.”
Anderson Moraes (PSL):
"A promessa é combater o gasto excessivo da máquina pública. Essa é a minha proposta e do PSL. A gente acredita que com a economia vamos conseguir trazer um bem comum para a população, assim conseguindo realizar, de fato, o que a população precisa."
André Ceciliano (PT):
“O estado ainda tem um déficit de R$ 8 bilhões neste ano de 2019. A Assembleia precisa ter tranquilidade e responsabilidade para que possamos votar coisa importantes para melhorar a arrecadação, a máquina pública, os serviços de saúde, segurança e educação.”


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Bebeto (Pode):
“Vou continuar pautando meu trabalho em total transparência e honestidade. Focarei nas áreas de Educação, Saúde, Esporte.”
Bruno Dauaire (PRP):
“A gente quer ajudar o Estado do Rio de Janeiro a sair da crise. Eu acho que esse novo governo impulsiona os parlamentares a isso. Nosso objetivo durante a legislatura é ajudar a reconstruir o estado e gerar empregos.”
Carlos Macedo (PRB):
“Nós sempre trabalhamos pelo Meio Ambiente, pela Saúde e pela Educação. Não podemos abandonar esses temas, porque acho que são essenciais para a sociedade. Também estamos abraçando a bandeira do agronegócio, do produtor rural, da agropecuária, da piscicultura. Temos que buscar políticas que gerem emprego e renda o mais rápido possível. Isso consequentemente vai movimentar a nossa economia. Nossa maior vocação sempre foi a riqueza que vem no nosso solo.”
Carlos Minc (PSB):
“A Alerj pode ajudar o estado aprovando leis estimulando o emprego e o trabalho, combatendo a violência, que acaba inclusive inibindo a atividade econômica. Por exemplo, melhorar as condições de trabalho dos policiais é uma forma muito mais efetiva para evitar a morte dos agentes. E na questão do meio ambiente, uma das primeiras medidas da comissão do Cumpra-se será fazer cumprir uma lei de prevenção de acidentes em barragens.”
Chicão Bulhões (Novo):
“Estou muito feliz por fazer parte de uma Assembleia tão renovada, de vir com essa pegada de renovação trazendo os princípios e valores do partido Novo, que elegeu seus primeiros deputados estaduais da história. Estou muito orgulhoso e animado para começar os trabalhos”.
Chico Machado (PSD):
“Eu sou de Macaé e represento o norte e noroeste do estado. Temos alguns desafios, como o transporte aquaviário e a produção agrícola. Temos a expectativa de, em conjunto com os outros deputados e o governador, resgatar a imagem do nosso estado e do interior.”
Coronel Salema (PSL):
“Tenho 33 anos no serviço público, mas o mandato como deputado será algo muito diferente do que já fiz. No entanto, com certeza, será um local bom para trabalhar. Nós temos a maior bancada da Casa e vamos trabalhar para o estado. Fui eleito pela minha atuação à frente da Polícia Militar e, com certeza, esse grupo terá uma atenção especial no meu mandato.”
Dani Monteiro (PSol):
"A legislatura começa com muita força, muita vontade de fazer uma nova política, uma renovação de fato. Essa renovação vem pelos braços da juventude que quer construir perspectiva, que quer educação, que quer gerar emprego e renda, que quer saúde e fomento à cultura. Então são essas as nossas principais pautas para a Alerj, construir perspectiva e futuro para a juventude."
Danniel Librelon (PRB):
“A prioridade do mandato que recebemos é trazer voz à população. As pessoas que conhecem um pouco da nossa história, da nossa trajetória, sabe a importância que damos a cada voto que recebemos para cumprir essa missão. É um dia muito marcante na nossa vida. Buscarei o melhor para o nosso estado.”
Delegada Martha Rocha (PDT):
“Eu acho que o segundo mandato aumenta nossa responsabilidade. Nós continuamos mantendo compromisso com o povo do Estado do Rio de Janeiro, que é o dono do nosso mandato; e vamos continuar trilhando os mesmos caminhos: ajudar o estado a vencer a grave crise na segurança pública, que ainda se encontra; a recuperação da situação financeira; tornar o estado empreendedor, de boas perspectivas. A Alerj tem grandes desafios para os próximos quatro anos.”
Delegado Carlos Augusto (PSD):
“Estou deputado, mas sou funcionário do estado, delegado de polícia. Minha esperança é que o Estado tenha o equilíbrio das contas públicas e seja capaz de prover nas áreas de Segurança Pública, Educação e Saúde.”
Dionísio Lins (PP):
"Todos que acompanharam as mudanças verificam que feliz daquele que Deus iluminou e voltou para essa Casa, porque o povo fez justiça e quer a justiça. Eu entendo que essa nova legislatura deverá ter um trabalho mais focado em defender o interesse do cidadão sobretudo. Eu tenho uma expectativa grande que essa nova legislatura será amparada na defesa daquilo que o povo deu de resposta nas urnas."
Dr. Deodalto (DEM):
“Minha prioridade continuará sendo lutar pela saúde do nosso estado. Como médico, não poderia ser diferente. Espero que seja um mandato melhor que o passado, com mais recursos, para melhorar os investimentos no Rio de Janeiro.”
Dr. Serginho (PSL):
Esperamos, realmente, conseguir realizar aquilo tudo que apresentamos como plataforma na nossa campanha. Estamos aqui para contribuir com o governador Wilson, a melhor forma para reerguermos nosso Estado do Rio de janeiro, fazer com que a economia fique forte e para avançarmos inclusive com o fortalecimento da Região dos Lagos, nossa base eleitoral”.
Eliomar Coelho (PSol):
“Nós somos um mandato de luta, de resistência. Vamos seguir lutando pelas pautas exigidas pela sociedade, de transformação, de melhoria de vida das pessoas, criando políticas públicas voltadas para os mais necessitados. As perspectivas são boas, apesar de passarmos por tempos de nevoeiro e trovoadas. Somos muito bons no enfrentamento das turbulências.”
Enfermeira Rejane (PCdoB):
“Continuo acreditando que devemos representar o povo com ética e responsabilidade e reafirmo a minha luta pelos trabalhadores e por justiça social. Esse é meu papel na Casa. Precisamos escutar mais e falar menos para seguir representando aqueles que nos colocaram aqui.”
Fábio Silva (DEM):
“As expectativas para a legislatura são as melhores possíveis. Já estamos, graças a Deus e àqueles que confiaram o voto a mim, no nosso quinto mandato. Queremos agora fazer um mandato ainda melhor que o último. Vamos desarquivar os projetos que acabaram arquivados por causa da mudança de legislatura e buscar a aprovação. São mais de 200 projetos de minha autoria.”
Filipe Soares (DEM):
“Quero passar mais quatro anos trabalhando cada vez mais pelo povo do Estado do Rio de Janeiro. Trabalharei a favor da família por menos impostos, mais liberdade e mais poder de compra para a população do Rio de Janeiro.”
Filippe Poubel (PSL):
“A população clamava por mudança, por renovação. Vou combater todas as pautas que queiram desgastar, acabar, denegrir a instituição família. A Alerj tem hoje um grande compromisso com o governador de lutar pela segurança pública. Vamos estar alinhados com o governo nas pautas positivas que venham trazer melhoria para a população.”
Flavio Serafini (PSol):
“Nos últimos dez anos, o Estado do Rio foi o que mais perdeu matrículas na rede pública estadual e tem o maior índice de jovens sem estudo ou trabalho. Essa mistura explica a explosão da crise social e queremos lutar contra isso, ampliando os direitos dessa população, para que a nossa juventude sonhe com o futuro.”
Franciane Motta (MDB):
“Espero que corra tudo bem e que a gente consiga avançar na melhoria do Estado do Rio de Janeiro, principalmente no interior.”
Gil Vianna (PSL):
"Em primeiro lugar, a vontade de trabalhar é muito grande. A perspectiva é muito boa. Sou de Campos de Goytacazes e tem muito a se fazer lá. Vamos trabalhar bastante. Nós do PSL acreditamos muito na mudança e que a mudança vem acontecendo de fato. É o que o brasileiro, que os fluminenses esperam, é a mudança de fato."
Giovani Ratinho (PTC):
“Eu desejo que essa nova legislatura seja em prol do nosso estado que enfrenta dificuldades e precisa melhorar.”
Gustavo Schmidt (PSL):
“A Casa tem uma missão muito importante de ajudar o governo a resgatar a economia do estado, voltar a gerar empregos, melhorar a segurança, trazer novos investimentos. A gente tem boas pautas e muito trabalho pela frente para conseguir colocar o Rio nos trilhos.”
Gustavo Tutuca (MDB):
“Precisamos continuar o processo de recuperação do nosso estado. Esta Casa colaborou muito no último mandato para que o estado saísse da situação em que se encontrava e eu tenho certeza que com novos deputados chegando e trazendo novas ideias, vamos avançar e colocar o Rio de Janeiro no lugar de onde nunca deveria ter saído.”
Jair Bittencourt (PP):
“As experiências dos últimos quatro anos serviram para melhorar e a população tem uma expectativa enorme. O estado está retomando o crescimento e a Alerj deve participar disso. Todos os deputados devem trabalhar pelo desenvolvimento de todo o estado e tenho certeza que esta Casa irá contribuir muito.”
João Peixoto (DC):
“Eu continuo no mesmo propósito: lutar pelo interior por meio da Comissão de Agricultura. Eu me vejo aqui, em 2019, igual no meu primeiro mandato na Alerj, iniciado em 1995.”
Jorge Felippe Neto (PSD):
"A expectativa é continuar o trabalho de recomposição do Estado do Rio de Janeiro. Acho que é um governo muito mais empolgado, muito mais trabalhador, com muito mais vontade de realizar e de mudar que o anterior. Isso vai ser fundamental para a retomada do estado. Eu só espero colaborar com a população, manter a independência do nosso mandato e também do Parlamento como o poder que é para que a gente consiga reconstruir o estado."
Léo Vieira (PRTB):
“O estado ficou muito atrelado aos royalties do petróleo. Precisamos desenvolver outros segmentos da economia para que o Rio de Janeiro não passe pelo aperto que passou nos últimos anos. Vamos focar na geração de emprego para ajudar o governo Witzel a desenvolver o estado.”
Lucinha (PSDB):
“Nós temos que primeiro reorganizar as contas do estado para que haja uma arrecadação que consiga cobrir a folha de pagamento e os investimento em Saúde, Educação e Transporte. Vou continuar lutando por esse estado, em especial pela minha região, e quero lembrar aos novos deputados que precisamos unir forças para melhorar o Rio.”
Luiz Paulo (PSDB):
“Sabemos que o ano de 2019 será muito difícil. O déficit do orçamento, isto é, a diferença entre despesa e receita, está na ordem de R$ 8 bilhões. Então, nós temos que unir esforços em favor do Estado do Rio de Janeiro para aumentar a nossa arrecadação combatendo duramente a sonegação, se livrando de benefícios fiscais perniciosos e, também, fazendo gestões com autoridades ao Governo Federal reivindicando nossos direitos.”
Marcelo Cabeleireiro (DC):
“A situação atual requer muito trabalho tendo em vista os problemas financeiros do Estado do Rio de Janeiro. A gente vem para somar, levar melhoria para o povo do estado e dar transparência na coisa pública. Vou trabalhar por todos os municípios do estado, mas a Região Sul Fluminense terá muito a minha atenção.”
Marcelo do Seu Dino (PSL):
“Nossa expectativa é de mudar o Estado do Rio de Janeiro. Fazer uma legislatura realmente voltada para o povo, com tudo diferente que a população está acostumada a ver ao longo das últimas décadas. Meu foco é na família, no transporte e no combate às covardias que acontecem com as pessoas.”
Marcio Canella (MDB):
“Minha base maior é a Baixada Fluminense e a nossa principal bandeira será a Segurança Pública, principalmente, nas regiões de Belford Roxo, Duque de Caxias e Queimados. Essas áreas estão sofrendo muito com a violência. Essa será a nossa bandeira.”
Márcio Gualberto (PSL):
“As minhas expectativas para o mandato são as melhores possíveis. A sociedade deseja uma grande mudança e espera demais de nós, políticos. Fomos eleitos por uma população cheia de desejos e faremos de tudo para retribuir essa confiança.”
Márcio Pacheco (PSC):
“Primeiro é uma alegria muito grande ser reconduzido ao meu terceiro mandato como deputado estadual. Tenho o compromisso de ser líder do governo. Há uma expectativa muito grande: a Alerj precisa ajudar o governo a recuperar a credibilidade não só da sua capacidade financeira, mas a de atrair investimento. Muitos projetos vão passar pela Assembleia. É claro que isso nos anima e também nos traz muita responsabilidade.”
Marcos Muller (PHS):
“Estamos atravessando um momento difícil. Vivemos um momento vexatório para a política do nosso país. Várias lideranças políticas presas no nosso país. É um tempo de mudar, de fazer muita reflexão e de mudar. Todos os poderes têm que trabalhar em sintonia para o melhor desenvolvimento da população.”
Marina (PMB):
“A gente vem vivendo um momento muito difícil no nosso estado. A expectativa é muito grande. Vamos trabalhar muito, com honestidade. Vou me empenhar ao máximo e dar o meu melhor. As mulheres estão ganhando cada dia ainda mais espaço e a presença feminina no Parlamento é muito boa para a política.”
Max Lemos (MDB):
“Estou muito feliz de estar aqui. Fui vereador e duas vezes prefeito. A minha expectativa é ajudar a Assembleia Legislativa a fazer um pacto entre as instituições para recuperar o Rio de Janeiro.”
Mônica Francisco (PSol):
"A expectativa é fazer um trabalho que seja coerente com as pautas do PSol, com a bancada do partido que chega coesa nessa Casa, que são as bandeiras de luta da minha vida, dos meus 30 anos de trajetória na defesa dos direitos humanos e das políticas públicas para as mulheres. Principalmente para as mulheres negras que são as que têm a sua vida mais precarizada no Estado do Rio de Janeiro. Então, a expectativa é chegar com muita responsabilidade, entendendo os limites e as possibilidades da institucionalidade."
Pedro Brazão (PR):
“A expectativa é muito boa com o nosso governador que, realmente, quer melhorar o Rio de Janeiro, para acabar com a violência. Eu acho que os deputados novos juntamente com os antigos vão realizar um bom trabalho com a graça de Deus.”
Renan Ferreirinha (PSB):
“Eu espero uma nova página na história do Rio de Janeiro e que possamos restaurar a confiança do povo no Poder Legislativo, que, infelizmente, se perdeu bastante. A pauta central da minha vida é a educação. Minha mãe e minha tia são professoras, e acredito que isso deva ser central no projeto do que queremos para o estado.”
Renata Souza (PSol):
“Será uma Alerj polarizada. Então, precisamos fazer um bom trabalho, republicano e que tenha a cara do povo. É disso que precisamos: que esta Casa trabalhe pelo bem comum. Será a nossa maior conquista!”
Renato Cozzolino (PRP):
“Serão quatro anos de muito trabalho. Vou pautar meu mandato nas áreas da juventude e das pessoas com deficiência. Sou do município de Magé, que é muito carente e precisa ser visto com outros olhos. Teremos um novo mandato, com novas conquistas.”
Renato Zaca (PSL):
"A expectativa é a melhor possível: fazer uma legislatura com transparência, muita tranquilidade, ver projetos para o povo. Isso é que vai melhorar a sociedade fluminense. Meu pensamento é somar, ajudar com o que o povo precisar. Os pares que precisarem de mim também podem contar comigo. Estou aqui para aprender muita coisa."
Rodrigo Amorim (PSL):
“Acho que o papel dos deputados hoje é restabelecer a autoestima e o respeito pelo Parlamento fluminense. Estamos imbuídos de promover essa mudança e promover discussões temáticas aqui dentro. Essa é uma Casa de embates ideológicos em prol da população do Rio e a gente precisa devolver essa função para o Parlamento do Rio de Janeiro.”
Rodrigo Bacellar (SD):
“Estamos vindo para um cenário crítico, mas eu me sinto muito preparado para este novo desafio que é recuperar o Estado do Rio de Janeiro. Precisamos recuperar a capacidade fiscal do nosso estado para que o Rio de Janeiro deslanche novamente.”
Rosane Felix (PSD):
“Eu estou muito otimista. As expectativas são as melhores possíveis. Estamos atuando em um novo cenário na política. Durante minha campanha falei muito sobre renovação e chegou um momento muito importante para mim e meus colegas. Acredito que vamos conseguir implementar uma nova cultura na sociedade e na administração pública. Estou aqui para lutar contra a corrupção.”
Rosenverg Reis (MDB):
“Nessa legislatura, iremos trabalhar muito mais, principalmente na área da saúde para a Baixada Fluminense. Esse será um dos principais pontos da nossa atuação, junto ao desenvolvimento econômico e à geração de empregos.”
Samuel Malafaia (DEM):
“A expectativa é muito positiva. Temos um presidente patriota e um novo governador. Vamos fazer a nossa parte. Vamos fazer com que essa Casa seja respeitada. Vamos fazer tudo de forma cristalina e transparente. Vou priorizar a área da educação no meu mandato. A população de baixa renda precisa ter o apoio do governo.”
Subtenente Bernardo (PROS):
“Vamos lutar contra a corrupção e vamos fazer uma boa política. Meu voto será sempre à favor da população.”
Thiago Pampolha (PDT):
“Estou muito animado. Acho que é um novo momento no Rio de Janeiro. A sociedade espera desta Casa uma atitude mais enérgica de fiscalização do governo para poder entendermos os novos sinais que a população deu.”
Tia Ju (PRB):
“A gente fica feliz de voltar para dar continuidade às pautas que sempre defendemos: infância e juventude, mulher, idoso e negro. Continuaremos levantando essa bandeira . Pretendemos alavancar mais projetos e deliberações que sejam de melhorias para o nosso estado porque a gente quer ver muito ver o Rio de Janeiro voltar a sorrir.”
Val Ceasa (Patri):
“O quadro político está muito defasado e a gente tem que mudar esse ambiente tão pesado que é a política.”
Valdecy da Saúde (PHS):
“O Rio vive um momento muito complexo, onde atravessamos a pior crise ética, moral, financeira e política do estado. Quero ampliar a minha luta pela saúde, que sempre foi minha pauta depois de três mandatos como vereador em São João de Meriti.”
Vandro Família (SD):
“É um prazer e um privilégio fazer parte dessa Casa. Estou na esperança de dias melhores para o Rio de Janeiro e espero trabalhar muito na área da Segurança Pública, já que também sou policial militar.”
Waldeck Carneiro (PT):
"A expectativa é que o Rio de Janeiro saia do buraco em que enfiaram nosso estado. É muito importante que a gente consiga ter políticas que incluam socialmente os mais pobres, que gerem trabalho e renda e que atraiam investimentos para o Estado do Rio de Janeiro. Para isso, é preciso enfrentar a política irresponsável de isenção tributária, combater a sonegação e cobrar dos grandes diretores. É muito importante que a Assembleia Legislativa cumpra seu papel fiscalizador, também propondo legislações que ajudem o Estado do Rio de Janeiro a se desenvolver, e sobretudo se desenvolver com inclusão, com igualdade e com justiça social."
Welberth Rezende (PPS):
“A expectativa é muito grande para esse novo mandato e pelo que podemos fazer pelo estado, em especial o município de Macaé. Queremos trabalhar a questão do turismo e a geração de emprego naquela região, que passa por uma crise muito grande em decorrência da dependência do petróleo. Queremos retomar o crescimento da região.”
Zeidan Lula (PT):
“Fico feliz pela eleição de várias mulheres, que estão aqui representando um bloco da bancada feminina, e, eu digo uma bancada feminista, de mulheres ativas e atuantes na política, símbolo da Marielle Franco.”


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Se presidência da Alerj negar posse, deputados presos perdem mandatos

Fachada da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj)
Foto: Arquivo

A Assembleia Legislativa está diante de uma situação inusitada. A Justiça não bateu o martelo sobre o futuro dos seis deputados eleitos, que estão presos, cinco deles alvos da Operação Furna da Onça, no ano passado. Uma decisão tomada ontem entregou nas mãos do futuro presidente da Alerj, que será eleito neste sábado, o poder de deliberar se os políticos poderão ou não tomar posse, mesmo estando em presídios. Se assumirem o mandato, eles, que cumprem prisão preventiva, só poderão ser destituídos, caso sejam condenados, quando os processos estiverem transitados em julgado. A eleição da Mesa Diretora, que vem sendo costurada nos bastidores da Casa há dias, ganha mais um elemento de pressão.
Se a presidência da Assembleia negar a posse, os deputados ficam sem receber e, em 60 dias, perdem o mandato. Já se empossá-los, a nova Legislatura garante aos acusados vencimentos e chances maiores de permanecerem na função. Enquanto estiverem presos, suas cadeiras ficam vagas, sem que os suplentes possam assumir. Mas o desgaste junto à opinião pública é quase inevitável.

Exonerados em gabinetes

O juiz Gustavo Arruda, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, negou pedidos dos deputados reeleitos de deixar a cadeia para participar da cerimônia de posse. O magistrado entende que o próprio Legislativo deverá determinar como deverá ser conduzida a situação de André Corrêa (DEM), Chiquinho da Mangueira (PSC) — em prisão domiciliar —, Luiz Martins (PDT), Marcos Abrahão (Avante) e Marcus Vinícius Neskau (PTB), presos da Furna da Onça, desdobramento da Lava-Jato. Além deles, há ainda Wanderson Gimenes (SD), ex-prefeito de Silva Jardim, suspeito de corrupção e fraudes em licitações.
A Mesa Diretora tem quatro vice-presidentes, quatro secretários e quatro vogais. André Ceciliano (PT), presidente em exercício, é o favorito para permanecer no comando da Casa.
— O Judiciário deixou a situação no meio do caminho. Prendeu, mas não julgou. As denúncias têm que ser apuradas pela comissão de ética da Alerj. A dificuldade é que isso seja feito em dois meses — disse Flávio Serafini (PSOL).
O caso se assemelharia aos dos ex-deputados Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi, todos do MDB. Eles foram presos preventivamente na Operação Cadeia Velha, em novembro de 2017, e, por não terem sido condenados, receberam seus salários até o fim da Legislatura. Segundo aliados de Ceciliano, ele, se eleito, dividirá a responsabilidade com o restante da Mesa Diretora.
Os seis deputados, no entanto, ficarão sem a estrutura dos gabinetes. Ceciliano publicou decreto exonerando todos os comissionados dos 70 parlamentares. Com a posse sub judice, os deputados encarcerados não têm como recompor suas equipes. Atualmente, cada deputado tem direito a até 63 cargos, sendo 60 comissionados e três concursados.
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Procurada, a assessoria de Marcos Vinícius Neskau afirmou que, orientada pelos advogados de defesa, não comentaria o impasse. A reportagem não conseguiu contatos com advogados e assessores dos demais presos. 

PSL rachado

Segundo vice-presidente da Alerj, André Ceciliano assumiu o comando da Casa em 2017 com a saída de Picciani. Ele assumiu a função porque o primeiro vice, Wagner Montes (PRB), que morreu recentemente, enfrentava problemas de saúde. Ceciliano ganhou o favoritismo após a divulgação de relatórios do Coaf sobre movimentações financeiras atípicas de Flávio Bolsonaro (PSL), então deputado estadual e agora senador, e seu assessor Fabrício Queiroz. Flávio era o principal articulador de uma candidatura para conter o avanço do petista.
Após a saída de Flávio do tabuleiro político da Alerj, o PSL não obteve unidade em torno de um nome para a disputa. Como última cartada, a deputada estadual eleita Alana Passos (PSL), ligada ao vereador Carlos Bolsonaro (PSC), tentou em vão costurar a candidatura do deputado Márcio Gualberto (PSL), mas não conseguiu sequer o apoio da própria legenda.
Extra


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