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| Crédito: Angelos Tzortzinis /AFP |
Um gesto histórico de acolhimento e educação marca o início de 2025: 48 refugiados palestinos foram selecionados para estudar em universidades federais brasileiras, em cursos que vão de graduação a pós-graduação. A iniciativa reforça o compromisso do Brasil com a cooperação internacional e o apoio a pessoas afetadas por conflitos.
O programa, coordenado por universidades federais em parceria com órgãos internacionais como a UNRWA (Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina) e o GCUB (Grupo de Cooperação Internacional de Universidades Brasileiras), recebeu inscrições de jovens vindos de Gaza, Líbano e outras regiões palestinas. Mais de 200 candidatos disputaram as 48 vagas, mostrando a alta demanda por oportunidades educacionais fora de áreas de conflito.
As instituições brasileiras oferecerão suporte acadêmico e social aos selecionados, que poderão estudar áreas estratégicas como engenharia, saúde, administração e ciências sociais, fortalecendo o intercâmbio cultural e científico entre o Brasil e a Palestina.
Para especialistas em educação e direitos humanos, o programa é mais do que um projeto acadêmico: é um ato de solidariedade e inclusão, que pode mudar o futuro de jovens que enfrentam diariamente os efeitos de guerras e deslocamentos forçados.
“O Brasil tem uma oportunidade única de mostrar que a educação é uma ponte entre culturas e uma esperança para quem mais precisa”, afirma representante do GCUB.
Esta iniciativa reforça a imagem do país como um destino de acolhimento e oportunidades para refugiados, enquanto fortalece o papel das universidades federais na promoção da diversidade, da inclusão e da excelência acadêmica.
C/ Estado de Minas
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