terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Gás do Povo é ampliado e passa a atender todas as capitais brasileiras

 

Imagem: Freepik/Canva


O Programa Gás do Povo começou a atender todas as capitais brasileiras na segunda-feira (26), ampliando o acesso gratuito ao gás de cozinha para famílias de baixa renda. Nesta nova fase, cerca de 950 mil novas famílias passam a receber o benefício, que pode ser resgatado em mais de 10 mil revendedoras credenciadas em todo o país.

O programa, criado pelo Governo Federal, tem como objetivo garantir o acesso ao gás liquefeito de petróleo (GLP), essencial para o preparo de alimentos, e combater a pobreza energética, permitindo que as famílias economizem recursos que antes eram destinados à compra do gás. A expectativa é que, até março, a iniciativa esteja presente em todos os municípios brasileiros, beneficiando milhões de famílias.

Podem receber o benefício famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) com renda per capita de até meio salário-mínimo, além de beneficiários do Bolsa Família. É necessário que o núcleo familiar tenha pelo menos duas pessoas e que os dados cadastrais estejam atualizados.

Diferentemente do antigo Auxílio Gás, que repassava valores em dinheiro, o Gás do Povo oferece a recarga gratuita do botijão de 13 kg, que pode ser retirada diretamente nas revendedoras credenciadas. O acesso ao benefício pode ser feito pelo aplicativo oficial, cartão do Bolsa Família, cartão da Caixa ou mediante apresentação do CPF do responsável familiar, com validação via código SMS.

Nesta etapa, passam a ser atendidas capitais como Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba, Manaus, Florianópolis, Vitória, Cuiabá, Campo Grande, São Luís, João Pessoa, entre outras, ampliando significativamente a cobertura do programa em todo o país.

O Gás do Povo fortalece a política de proteção social, garantindo maior segurança alimentar e econômica às famílias de baixa renda e promovendo acesso mais justo a um serviço essencial.

C/ Governo Federal

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Avaliação nacional expõe falhas graves na formação médica no Brasil

 

Canva



Os resultados do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) acenderam um alerta sobre a qualidade do ensino médico no país. Dados da primeira edição da prova mostram que mais de 13 mil estudantes concluintes de Medicina estão vinculados a cursos com desempenho considerado insuficiente, abaixo do nível mínimo de proficiência estabelecido pelo próprio sistema de avaliação oficial.

Apesar do baixo rendimento, esses formandos receberão diploma e poderão obter registro profissional, passando a atuar normalmente no mercado de trabalho. A situação levanta preocupações sobre os impactos diretos na segurança da população, uma vez que a formação inadequada de profissionais da saúde pode comprometer o atendimento médico.

O exame classifica os cursos em uma escala de 1 a 5, sendo que as notas 1 e 2 indicam desempenho crítico ou insatisfatório. A concentração de faculdades nessas faixas mais baixas evidencia problemas estruturais na expansão do ensino médico, especialmente em instituições privadas, onde se observa maior número de cursos mal avaliados.

Outro dado que chama atenção é o contraste entre os resultados das instituições públicas e privadas. Enquanto a maioria das faculdades com melhor desempenho pertence ao setor público, grande parte dos cursos com avaliação insuficiente está na iniciativa privada, o que reforça o debate sobre critérios de autorização, fiscalização e qualidade acadêmica.

Entidades médicas têm alertado, há mais de uma década, para os riscos da abertura indiscriminada de escolas de Medicina sem a garantia de infraestrutura adequada, corpo docente qualificado e campos de prática suficientes. Para essas instituições, o problema não é corporativismo, mas uma medida necessária para proteger a saúde da população.

Diante desse cenário, cresce a defesa por critérios objetivos de avaliação profissional, como a exigência de aprovação em exame de proficiência para o exercício da Medicina. A proposta busca assegurar que apenas profissionais com formação adequada ingressem no sistema de saúde, reduzindo riscos aos pacientes e fortalecendo a confiança na prática médica.

Portal CFM

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segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Última semana de janeiro será marcada por calor intenso e temporais no Brasil


Divulgação/MSNAMÍDIA  


A última semana de janeiro será marcada por altas temperaturas e chuvas intensas em grande parte do Brasil, reforçando o padrão típico do verão. A combinação entre calor, umidade elevada e instabilidade atmosférica deve favorecer a ocorrência de temporais isolados, principalmente entre a tarde e a noite.

Em diversas regiões, os termômetros devem registrar valores elevados, com sensação de abafamento ao longo do dia. No Centro-Oeste e em áreas do Sul, as máximas podem se aproximar dos 40 °C em alguns pontos, aumentando o desconforto térmico e o risco de problemas relacionados ao calor excessivo.

No Sudeste, o sol aparece com força durante boa parte do dia, mas não afasta a possibilidade de pancadas de chuva rápidas e localizadas. Em áreas urbanas, essas precipitações podem ocorrer de forma intensa, trazendo risco de alagamentos, enxurradas e transtornos no trânsito.

Já no Nordeste, a instabilidade atmosférica deve manter a previsão de chuvas mais frequentes, especialmente na faixa norte da região. As precipitações podem ocorrer com volumes elevados em curto período de tempo, acompanhadas de rajadas de vento e descargas elétricas.

Na Região Norte, o cenário segue com chuvas bem distribuídas ao longo da semana, comuns nesta época do ano. Em alguns estados, o aumento do volume de água pode impactar rios e comunidades ribeirinhas.

Especialistas alertam que o contraste entre calor intenso e chuvas fortes exige atenção da população. A recomendação é evitar exposição prolongada ao sol nos horários mais quentes do dia, manter a hidratação e acompanhar os avisos meteorológicos, especialmente em áreas suscetíveis a alagamentos e deslizamentos.

SBT

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Rio de Janeiro lança o maior programa de tecnologia em segurança pública da América Latina

Eliane Carvalho


O Governo do Estado do Rio de Janeiro anunciou, na quinta-feira (22), o lançamento do Programa Sentinela, considerado o maior projeto de tecnologia aplicada à segurança pública da América Latina. A iniciativa foi apresentada pelo governador Cláudio Castro em cerimônia no Palácio Guanabara e prevê investimentos significativos em infraestrutura tecnológica para monitoramento e prevenção à violência em todo o estado.

O programa prevê a instalação de mais de 200 mil câmeras com inteligência artificial, distribuídas estrategicamente pelos 92 municípios fluminenses. Os equipamentos contarão com recursos como reconhecimento facial, leitura automatizada de placas veiculares e análise inteligente de imagens em tempo real, ferramentas que visam ampliar a capacidade de resposta das forças de segurança e a eficiência das investigações policiais.

O Sentinela será estruturado em cinco eixos principais: Cidades Inteligentes, Inovação, Privacidade, Conectividade e Diálogo. O foco é integrar tecnologia à segurança, promovendo também desenvolvimento urbano sustentável e melhoria da qualidade de vida nas comunidades.

Durante o lançamento, o governador destacou que a tecnologia faz parte do “DNA do nosso governo” e que o programa representa um passo importante para integrar o Estado e os municípios em um novo conceito de vigilância e governança pública. A expectativa é que as primeiras câmeras sejam instaladas já no primeiro semestre de 2026, com Copacabana e Belford Roxo servindo como áreas-piloto.

Além das câmeras, o programa inclui balanças digitais em rodovias para controle de peso, scanners para inspeção de cargas e veículos e softwares especializados para gestão e análise de dados. Os equipamentos também atenderão setores como urbanismo e meio ambiente, ampliando o alcance do programa além da segurança tradicional.

O investimento estimado no programa é de R$ 2 bilhões, posicionando o Sentinela como um dos maiores projetos de tecnologia civil já implementados no país. Autoridades municipais destacaram a importância da cooperação entre governo estadual e prefeituras para fortalecer a segurança nas cidades fluminenses, especialmente diante dos desafios da criminalidade urbana e da necessidade de respostas rápidas e precisas.

O lançamento do programa ocorre em um momento de intensos debates sobre segurança pública no Rio de Janeiro, reforçando a busca por novas estratégias tecnológicas para prevenção e combate ao crime.

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Câmara dos Deputados abre concurso para Policial Legislativo Federal com 40 vagas

Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados


A Câmara dos Deputados lançou, nesta sexta-feira, o edital do concurso público para o cargo de Policial Legislativo Federal, oferecendo 40 vagas imediatas e mais 40 para cadastro de reserva. O cargo exige nível superior completo e a remuneração inicial chega a R$ 21,3 mil, incluindo adicional de periculosidade.

As inscrições começam no dia 29 de janeiro e vão até 20 de fevereiro, com taxa de participação de R$ 150. A prova objetiva e a prova discursiva estão previstas para 26 de abril e serão aplicadas em todas as capitais do país, permitindo que candidatos de diferentes regiões possam concorrer.

O concurso terá diversas etapas de avaliação, incluindo teste de aptidão física, investigação social, avaliação psicológica e exames de saúde, além de um programa de formação profissional que exige nova avaliação ao longo da fase final do certame.

A iniciativa integra um pacote de concursos autorizados pela Câmara em 2025, com o objetivo de reforçar a segurança institucional e modernizar as equipes do Legislativo federal. Os aprovados devem assumir suas funções ainda no segundo semestre de 2026, após a conclusão de todas as etapas do processo seletivo.

C/ Câmara dos Deputados

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