domingo, 4 de janeiro de 2026

Contribuição mensal do MEI terá aumento em 2026




Foto: Divulgação


A partir de janeiro de 2026, o valor mensal pago pelos Microempreendedores Individuais (MEIs) sofrerá um reajuste, passando a R$ 81,05. O aumento acompanha o novo salário mínimo, que serve como base para a contribuição ao INSS.

O pagamento continua sendo feito pelo Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), que deve ser quitado até o dia 20 de cada mês. O documento pode ser gerado pelo Portal do Simples Nacional ou pelo aplicativo MEI, com opções de pagamento via boleto, PIX ou débito automático.

O valor total da contribuição varia conforme o tipo de atividade. Comerciantes e industriais, que recolhem ICMS, terão um acréscimo de R$ 1; prestadores de serviço, sujeitos ao ISS, pagarão R$ 5 a mais. Profissionais que atuam em atividades que envolvem ambos os tributos precisarão somar os dois adicionais.

O MEI é destinado a pequenos empreendedores com faturamento anual de até R$ 81 mil e oferece benefícios como cobertura previdenciária, emissão simplificada de notas fiscais e facilidades bancárias. Para transportadores autônomos, o limite de faturamento é maior e as alíquotas são ajustadas de acordo com a categoria.

Com a atualização, milhões de microempreendedores terão de ajustar seu planejamento financeiro para acomodar a nova contribuição, que segue a regra de 5% do salário mínimo destinada à previdência social.

C/ Diário Digital

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Nicolás Maduro é mantido em prisão de Nova York sob condições severas


Foto: Jim.henderson, via Wikimedia Commons



O ex‑presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, desembarcou na cidade de Nova York no início da noite de sábado, onde deverá permanecer preso enquanto aguarda inicio de seu julgamento nos Estados Unidos. Após ser capturado em uma operação militar realizada por forças americanas na capital Caracas, Maduro foi levado inicialmente à Base Aérea da Guarda Nacional de Stewart e, em seguida, encaminhado às autoridades federais em solo norte‑americano.

O destino do líder chavista é o Centro de Detenção Metropolitano, localizado no bairro do Brooklyn, uma instalação de segurança federal projetada para receber detentos que aguardam procedimentos judiciais nos tribunais de Nova York. A penitenciária já abrigou figuras de grande notoriedade em processos criminais de alto perfil, e seu histórico de funcionamento tem sido marcado por relatos de condições severas.

Ex‑detentos descrevem o ambiente da prisão como degradante, ressaltando problemas crônicos como superlotação, falta de pessoal para cuidar da rotina dos presos, altos índices de violência interna entre os detentos e frequentes quedas de energia. Em episódios anteriores, longas interrupções no fornecimento de eletricidade deixaram pessoas encarceradas em escuridão total por dias, enfrentando baixas temperaturas e problemas nos sistemas de higiene básicos.

Além de desafios estruturais, a violência é uma realidade cotidiana no local. Casos de ataques fatais entre presos e brigas generalizadas ilustram um cenário que autoridades e familiares classificam como hostil. Tais condições colocam em evidência as dificuldades enfrentadas pelo sistema carcerário federal norte‑americano na administração de um centro de detenção que combina alta segurança com problemas humanitários apontados por observadores e ex‑internos.

Enquanto isso, a transferência de Maduro para os Estados Unidos e sua permanência na prisão do Brooklyn inauguram uma nova etapa em um caso que já mobiliza diplomacia, política internacional e debates sobre soberania, direitos humanos e justiça transnacional.

CNN Brasil

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Preço do material escolar pode variar até 70% e famílias são orientadas a pesquisar antes de comprar


Pixabay


Com a proximidade do início do ano letivo, o custo do material escolar volta a pesar no orçamento das famílias brasileiras. Levantamentos recentes indicam que os preços de itens básicos podem variar em até 70% entre estabelecimentos, dependendo da marca, da região e do tipo de loja, o que reforça a importância da pesquisa antes da compra.

Produtos como cadernos, canetas, lápis, mochilas e estojos apresentam grandes diferenças de valor mesmo quando possuem características semelhantes. Em alguns casos, um mesmo item pode custar quase o dobro de uma loja para outra, o que, somado à lista completa exigida pelas escolas, gera um impacto significativo nas despesas de início de ano.

Especialistas em defesa do consumidor alertam que a pressa para comprar todo o material de uma só vez costuma resultar em gastos maiores. A orientação é fazer um planejamento prévio, verificar o que pode ser reaproveitado do ano anterior e comparar preços tanto em lojas físicas quanto em plataformas online.

Outra dica importante é evitar a compra de produtos com personagens ou marcas licenciadas, que costumam ser mais caros e nem sempre oferecem melhor qualidade. Optar por itens mais simples pode representar uma economia considerável. Além disso, pagamentos à vista, via Pix ou dinheiro, podem garantir descontos em alguns estabelecimentos.

Órgãos de defesa do consumidor também lembram que as escolas não podem exigir materiais de uso coletivo ou itens que não estejam diretamente relacionados às atividades pedagógicas dos alunos. Em caso de dúvida, os pais podem solicitar esclarecimentos à instituição de ensino ou procurar orientação junto ao Procon.

Diante da alta nos preços e da variação significativa entre os valores praticados no mercado, a principal recomendação é pesquisar, comparar e comprar com consciência, evitando comprometer ainda mais o orçamento familiar neste início de ano.

C/ Extra

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Campanha “Verão Sem Sede” arrecada água em pontos do Rio para ajudar população vulnerável

 

Foto: Divulgação



Com a intensificação do calor neste início de ano, a campanha “Verão Sem Sede” foi lançada no Rio de Janeiro com o objetivo de arrecadar e distribuir água potável para pessoas em situação de vulnerabilidade social. A iniciativa busca reduzir os impactos das altas temperaturas, principalmente entre quem vive ou trabalha exposto ao sol diariamente.

As doações podem ser feitas em pontos fixos espalhados pela cidade, entre eles o Santuário Arquidiocesano Cristo Redentor, na Zona Sul, além de paróquias, instituições parceiras e locais de grande circulação, como áreas próximas a praias e pontos turísticos. A orientação é que sejam doadas garrafas de água lacradas, próprias para consumo.

Com os termômetros registrando temperaturas elevadas, aumentam também os casos de mal-estar relacionados à desidratação. Sintomas como tontura, dor de cabeça e exaustão térmica tornam-se mais frequentes durante o verão, afetando principalmente idosos, crianças e a população em situação de rua.

Além da arrecadação, a campanha também tem caráter educativo, alertando sobre a importância da hidratação constante e da busca por locais com sombra e ventilação. Voluntários atuam tanto na coleta quanto na distribuição da água, que é feita em pontos estratégicos da cidade.

A expectativa dos organizadores é manter a campanha ativa durante todo o verão, ampliando a rede de solidariedade e incentivando a participação da população em ações simples que ajudam a preservar a saúde em períodos de calor intenso.

C/ G1

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sábado, 3 de janeiro de 2026

Auxílio-alimentação da Polícia Militar tem reajuste histórico de 166% após mais de 20 anos


Divulgação Gov RJ


O governador Cláudio Castro publicou no Diário Oficial de sexta-feira (2/01) o decreto que garante o reajuste de 166% no auxílio-alimentação da Polícia Militar. O benefício estava congelado há mais de 20 anos e passa de R$ 162,60 para R$ 433,80 mensais. A medida foi anunciada em novembro do ano passado por Castro.

- Esse reajuste representa a valorização dos policiais militares, que há décadas não tinham esse benefício atualizado. Queremos proporcionar melhores condições a quem arrisca a vida todos os dias para proteger a população - afirmou o governador Cláudio Castro.

O novo benefício foi calculado com base em etapas diárias de alimentação, de R$ 7,23 e R$ 7,76, multiplicadas pelo número de refeições realizadas pelo policial no mês.

O último reajuste do benefício de alimentação da Polícia Militar tinha sido realizado em setembro de 2004, através do decreto 36.280.

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EUA anunciam ataque à Venezuela e afirmam captura de Nicolás Maduro

 

 Donald Trump e Nicolás Maduro  (Salwan Georges/The Washington Post e
Jesus Vargas/Getty Images) 


Em um anúncio surpreendente neste sábado (3), o presidente dos Estados Unidos confirmou que forças americanas realizaram um ataque militar de grande escala contra a Venezuela nas primeiras horas da manhã, resultando na captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa. Segundo o comunicado, ambos teriam sido retirados do país por via aérea após a operação.

O ataque ocorreu em meio a uma série de explosões e movimentações de aeronaves na capital venezuelana, Caracas, e em várias regiões próximas, gerando pânico entre moradores que relataram tremores e quedas de energia. O presidente americano anunciou também uma coletiva de imprensa para fornecer mais detalhes sobre a operação.

A Casa Branca descreveu a ação como “bem-sucedida” e realizada em conjunto com forças de aplicação da lei norte-americanas. Ainda não há clareza oficial sobre o destino final de Maduro e da primeira-dama, nem sobre a base jurídica que teria sido usada para justificar a intervenção militar em solo estrangeiro.

A reação do governo venezuelano foi imediata e veemente. Autoridades de Caracas condenaram o que classificaram como uma agressão militar externa e exigiram provas de vida de Maduro e de sua esposa, afirmando não saber o paradeiro de ambos. O ministro da Defesa venezuelano disse que o país iria resistir à presença de tropas estrangeiras e que as Forças Armadas estavam mobilizadas para defender o território.

O episódio representa uma escalada dramática nas tensões entre os dois países, que vinham se intensificando nos últimos meses devido a acusações recíprocas sobre narcotráfico, instabilidade política e desafios à legitimidade do governo venezuelano. Enquanto a comunidade internacional começa a reagir ao ocorrido, a situação na Venezuela permanece volátil, com temores de uma crise humanitária e de repercussões geopolíticas na América Latina.

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Aumento do ICMS sobre a gasolina entra em vigor em janeiro de 2026

 

 Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo


Entrou em vigor neste mês de janeiro de 2026 o reajuste do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que incide sobre a gasolina em todo o país. A medida, definida pelos estados no âmbito do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), impacta diretamente o preço final do combustível pago pelos consumidores.

O ICMS sobre combustíveis é cobrado de forma monofásica, com valor fixo por litro, e tem como objetivo padronizar a tributação entre os estados. Com o novo reajuste, o valor do imposto foi atualizado, refletindo nas bombas dos postos de combustíveis desde o início do ano.

Segundo especialistas do setor, o aumento do imposto tende a pressionar os preços da gasolina, podendo gerar efeitos em cadeia sobre o transporte e o custo de produtos e serviços. Entidades do setor de combustíveis e do comércio alertam que o reajuste ocorre em um momento de sensibilidade econômica, o que pode impactar o orçamento das famílias.

Já os estados defendem que a atualização do ICMS é necessária para recompor arrecadação e manter o financiamento de serviços públicos essenciais, como saúde, educação e infraestrutura.

O tema segue sendo acompanhado por consumidores, empresários e autoridades, especialmente diante do avanço da reforma tributária, que prevê mudanças graduais no modelo de tributação sobre combustíveis nos próximos anos.

C/ do Confaz e da Agência Brasil

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